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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Nova comitiva de senadores terá agenda intensa na Venezuela

Nova comitiva de senadores terá agenda intensa na Venezuela

Via Agência Senado














Os senadores Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Telmário Mota (PDT-RR), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Roberto Requião (PMDB-PR) terão uma intensa agenda nesta quinta-feira (25). Eles compõem a comitiva externa do Senado que visita a Venezuela e viajaram ao país vizinho nesta quarta-feira (24), em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). O objetivo da visita, segundo Lindbergh, é conversar com representantes do governo e da oposição para entender a situação política atual da Venezuela. A comitiva também vai defender a democracia, com a realização de eleições livres e isentas.

Logo no início da manhã, a comitiva de senadores vai se reunir com o Comitê de Familiares Vítimas das Guarimbas – como são chamadas as ações de guerrilha na Venezuela. Está prevista para as 13h uma reunião com partidos de oposição. As legendas oposicionistas acusam o governo do presidente de Nicolás Maduro de tomar posições antidemocráticas e limitar a liberdade de imprensa. Logo depois, às 15h, os senadores vão se encontrar com representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública.
Para as 17h, está prevista a última reunião oficial do dia. A comitiva vai se encontrar com o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, e com a ministra de Relações Exteriores, Delcy Rodrigues. Ao fim do dia, os senadores retornam para o Brasil.
A constituição de uma comitiva para visitar a Venezuela foi aprovada pelo Plenário do Senado na semana passada. O requerimento pedia a verificação in loco da situação política, social e econômica da Venezuela. O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse esperar que a comitiva tenha uma recepção civilizada. Segundo o presidente, a comitiva atual representa o Senado, assim como a comitiva anterior.
Esta é a segunda comissão de senadores que visita a Venezuela em duas semanas. Na quinta-feira passada (18), um grupo de senadores desembarcou no país vizinho com a intenção de conversar com presos políticos. No entanto, a van que conduzia os senadores foi parada por manifestantes. Depois do incidente, a comitiva enfrentou problemas no trânsito e teve de voltar ao aeroporto, sem cumprir a missão.
No retorno ao Brasil, os senadores criticaram a Venezuela e o governo brasileiro – que, segundo eles, não apoiou a comitiva de forma devida. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) chegou a dizer que os parlamentares brasileiros foram para uma “arapuca armada pelo governo venezuelano”, com a cumplicidade do governo brasileiro. Como reação, os senadores integrantes da comitiva anunciaram ações que visam a exclusão da Venezuela do Mercosul.
A senadora Ana Amélia (PP-RS) apresentou um voto de repúdio – que foi enviado à Venezuela, mesmo sem ter o apoio da maioria dos colegas. A constituição de outra comissão também foi motivo de discussão entre os senadores. Para Aécio Neves (PSDB-MG), a nova comitiva é “chapa branca”. Na visão de Lindbergh, porém, a comissão anterior teve um papel incendiário na Venezuela e atuou com um viés político, de olho na política interna do Brasil.
“Queremos ter uma posição equilibrada. A última coisa que queremos é que a Venezuela entre em uma guerra civil”, afirmou Lindbergh.

Democracy Now: Los titulares de hoy

Enviado por Andres Conteris

Boletín de Democracy Now! en Español
24/6/2015

Los titulares de hoy

baje el audio


Disponible alrededor de las 17:00, hora de Nueva York.  Si el link del audio no funciona, visita nuestra web

MANIFESTO CONTRA OS GOLPISTAS, DA PETROBRÁS E DO PAÍS.


MANIFESTO CONTRA OS GOLPISTAS, DA PETROBRÁS E DO PAÍS.



 EM MANIFESTO, INTELECTUAIS DENUNCIAM GOLPE


Documento assinado por nomes de peso da intelectualidade brasileira, como Fabio Konder Comparato, Marilena Chauí, Cândido Mendes, Celso Amorim, João Pedro Stédile, Leonardo Boff, Luiz Pinguelli Rosa e Maria da Conceição Tavares, entre vários outros, denuncia a tentativa de destruição da Petrobras e de seus fornecedores; "Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas", diz o texto; "Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial"; documento propõe pacto pela democracia.

sobre a irracionalidade e alienação institucionalizada



Em um debate no facebook, fomos contemplado com uma analise importante, que vem a calhar  diante deste quadro social e institucional que vivemos hoje :

Abaixo ,o comentário:

Mantenho minha opinião. Não somente o PT falhou, mas a esquerda brasileira também. 
Não bastou somente políticas públicas. Faltou conscientização política. 
E, quem tomou este lugar foi meia duzia de famílias que conduz a de-formação e in-conscientização politica. 
O Brasil era o 4º pior país pra se viver no planeta até inicio do governo Lula, morria-se de fome - eu vi 
crianças agonizarem e comer merda antes da morte ceifarem seus corpinhos secos, esturricados. 
Direitos passaram a bater à porta desses miseráveis com o governo do PT. 
Há comida e água onde antes era terra seca e latas vazias, há emprego, inserção social das minorias 
e acesso aos meios de consumo... . O problema não está com o PT ou seu 'afastamento das bases'. 
O problema é que aqui renasce todo dia uma direita imunda, e, em terreno muito mais fértil, adubada por
 uma elite imunda e egoísta que tomou de assalto o congresso e uma mídia abjeta, maquiavélica.

 O PT foi construído nas bases sociais...ok... nos sindicatos...ok... 
Se afastou das massas? Não. 
Das bases? não. 
Chegou ao poder e representou quem? As massas, os trabalhadores. 
Porém, empoderou seus representados, que se voltaram contra o governo, sob a desavergonhada 
égide da mídia, que com o canto da sereia, macula politicas publicas de um governo progressista e democrático como este.
O Partido tornou-se uma ferramenta para a construção e efetivação das agendas das periferias,
 mas não conseguiu absorver todas as demandas, ao mesmo tempo que teve que garantir governabilidade,
 voltando-se à ocupação de se eleger para garantir o poder.
 O problema de afastamento das bases, das massas, não se deu de fato sob responsabilidade do PT.
 Foi criado pela grande mídia, que estabeleceu um cabo de guerra e aparteou a relação
 representante/representado. 
Acreditaram na difamação, na opção do projeto de poder pelo poder do Lula/Dilma, 
na vergonha de se identificar como petista e de pertencimento social e ideológico, 
colocando-os apáticos do processo politico. A mobilização cotidiana nunca deixou de existir,
 mas as aglomerações de apoio e entendimento do momento governista se esvaiu, conduzidos
 pela mídia, pelo congresso, pela elite e até mesmo pelo facebook que todo pobre tem acesso 
pela politica de inserção do PT. Não se trata do PT se desgarrar das fileiras internas do Partido, ds bases,
 mas sim, desse lôdo elitista fazer desacreditar, 'dioturnamente', massivamente da vergonha de se ter
 opinião de esquerda ou simplesmente admirar um governo voltado para as minorias... 
Há uma disputa covarde dessas correlações de forças que impôs ao PT uma escolha politica - 
governar dentro da im-possiblidade proposta. O partido já fez sua parte e vem fazendo, junto às
 massas paupaerizadas, junto ao povo...mas há uma nova dialética presente e há que se pensar nova
 forma de manter o que já foi conquistado, ou corre-se o risco de retrocedermos ao neocolonislismo. 
Penso que seja o momento dos partidos realmente da esquerda consequente conquistarem o poder para 
um novo passo civilizacional, pois o capitalismo caduca.

 Porém, para a viabilidade de alternativas via esquerda, mantendo o acesso da sociedade excluida, 
urge a reforma dos Meios e a democratização da midia. Sem isso, não se garante uma sociedade mais justa 
e igualitária, não formaremos nem garantiremos consciências nas bases, na militancia, nos
 espaços de luta. Isso é imprescindivel à sobrevivencia democratica.
 Mais que destruir o PT e a esquerda, o que está em jogo é a irracionalidade e alienação institucionalizada.

Mônica Simões- Enfermeira, Dirigente da CEBRAPAZ ES - Militante social - Filiada ao PCdoB

Convite: Brasil Agradece ao Uruguai - Comitê Carlos de Ré Verdade e Justiça RS

Comitê   Carlos  de  Ré  da  Verdade  e   Justiça  do  Rio  Grande  do  Sul.






                                                                                                  CONVITE.






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 Compareça, para que não se esqueça e não mais aconteça.





Comitê  Carlos  de  Ré  da  Verdade  e   Justiça  do  RS
Premio dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul 2013.

     “...pois não posso dar a outra face / se já fui machucado brutalmente...”


quarta-feira, 24 de junho de 2015

Cenario Saturado

Baseado em artigos deste tipo

Na política, não existe vácuo. Todo lugar vazio é ocupado.
Isso parece ter acontecido com a política externa de nosso país.
www1.folha.uol.com.br
 
 meus comentarios:
 
O cenário político na Venezuela como em cada país foco de interesses está tão saturado que está impossivel ser estabelecida a vontade social para que a vontade política seja exercida. No Brasil o cenário está caminhando para o mesmo quadro de saturação. O que está causando isso são disputas entre pequenos grupos com alto poder de fogo contra inteiras sociedades. O que deve ser feito é um mapeamento destes grupos de ação e desmascará-los a nivel de estado para que fique conhecido pela sociedade quem são os agentes para que possa ser encontrada uma solução pela própria sociedade em termos mais limpos e transparentes. Afinal, o que é democracia?
 
 

terça-feira, 23 de junho de 2015

CIA e seus crimes: TORTURAS E EXPERIMENTAÇÕES HUMANAS



15/6/2015, [*] Jon Queally - Common Dreams
Traduzido por Emerx




Documentos desclassificados expõem como as tentativas da CIA de legitimar o programa de interrogatórios abusivos constituíram, elas mesmas, crimes de outro nível.


Participante de simulação de afogamento em frente ao prédio do Departamento de Justiça dos EUA em 2007. (Foto: Kevin Lamarque/Reuters)

É sabido que a CIA (Central Intelligence Agency) foi autorizada a torturar suspeitos de terrorismo depois do ataque de 11/9/2001.
Novos documentos publicados mostram outro programa de transgressões que constituiu brutal violação da ética médica. Autorizou a agência a conduzir atos análogos a “experimentação humana” sobre pessoas que se tornaram objetos de experiência sem seu consentimento.

A tortura foi o primeiro crime. O segundo crime foi a pesquisa sem consentimento para dizer que aquilo não era tortura — disse Nathaniel Raymond, Harvard University.

Reportadas exclusivamente por The Guardian na segunda-feira (15/6/2015), partes de um documento desclassificado da CIA —obtido em primeira mão pela ACLU (American Civil Liberties Union União Americana pelas Liberdades Civis) — revelam que uma política de longa data contra o uso sem consentimento das pessoas em pesquisas médicas ou científicas permaneceu em vigor e estava sob a alçada do diretor da agência na época em que a CIA começou a jogar pessoas contra paredes, espancá-las, expô-las a prolongados períodos de privação do sono, submetê-las a repetidas sessões de simulação de afogamento e a praticar outras formas de abuso físico e psicológico.
O documento detalha as diretrizes da agência – estabelecidas primeiramente na presidência de Ronald Reagan e subsequentemente atualizadas — as quais empoderam tanto o diretor da CIA quanto seu conselho consultivo a tomar decisões sobre programas de “pesquisas com seres humanos”.
Spencer Ackerman
Como reportou o jornalista Spencer Ackerman:
A parte relevante do documento da CIA, “Lei e Política na Governança da Conduta das Agências de Inteligência”, determina que a agência “não pode patrocinar, contratar ou conduzir pesquisas com seres humanos” fora das normas sobre práticas médicas e humanas responsáveis determinadas pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos para todos os órgãos do governo dos Estados Unidos. A pedra angular destas normas, como observa o documento, é o “consentimento informado da pessoa”.
Trata-se do eco de outra linguagem pública, ainda que obscura, aquela da Ordem Executiva 12333 – documento seminal da era Reagan – definindo os poderes e os limites das agências de inteligência, inclusive as regras de vigilância governamental pela NSA (National Security Agency – Agência Nacional de Segurança).
Mas o livre arbítrio concedido ao diretor da CIA para “aprovar, modificar ou desaprovar todas as propostas pertinentes à pesquisa com seres humanos” não foi tornado previamente público.
Toda a página 41 do documento da CIA se propõe a instruir a agência sobre o que a Ordem Executiva 12333 permite e proíbe, depois da ação legislativa dos anos 1970s, que restringiu os poderes das agências de inteligência em resposta a abusos de conhecimento público – inclusive a velha prática da CIA de fazer experimentos em seres humanos através de programas como o infame projeto MK-Ultra, o qual, entre outras coisas, administrou LSD a participantes sem conhecimento.
A previamente desconhecida sessão das tais diretrizes dá poderes ao diretor da CIA e a seu conselho consultivo para realizar “pesquisas com seres humanos” e para “avaliar toda documentação e certificação pertinentes à pesquisa com seres humanos patrocinada, contratada ou conduzida pela CIA.
Por muito tempo, críticos detonaram todos os membros da comunidade médica que participaram do programa de tortura como traidores de sua ética e de suas obrigações profissionais, mas, com observa The Guardian:
A CIA, que não admite formalmente ter torturado pessoas, insiste em que a presença de pessoal médico garantiu que suas técnicas de tortura fossem aplicadas segundo o rigor médico.
Steven Aftergood
Mas Steven Aftergood, estudioso das agências de inteligência da Federação de Cientistas Americanos, disse ao The Guardian que esses homens que foram torturados pela agência estavam sendo, na verdade, estudados por profissionais médicos para ver como eles responderiam a tais tratamentos.
Além do crime inerente a este abuso, as vítimas eram também sujeitos involuntários, que nunca deram seu consentimento para serem estudados daquela forma.
Há uma desconexão entre o requerimento dessa regulação [contida no documento] e a condução do programa de interrogatórios.
Segundo Aftergood, “eles não apresentam uma política consistente”.
E Nathaniel Raymond, ex-investigador de crimes de Guerra da associação Physicians for Human Rights (Médicos pelos Direitos Humanos) e hoje pesquisador da Harvard University’s Humanitarian Initiative (Iniciativa Humanitária da Universidade de Harvard), explica tudo isso nestes termos:
A tortura foi o primeiro crime. O segundo crime foi a pesquisa sem consentimento pra dizer que aquilo não era tortura.
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[*] Jon Queally é editor sênior e escritor; edita o sítio CommonDreams desde 2007 cobrindo política interna, externa, direitos humanos e de animais, alterações climáticas, e muito mais nos EUA. Além de seu papel como o editor de opinião, ele trabalha diariamente sobre a criação, seleção e gestão de conteúdo de notícias.

http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2015/06/em-meio-as-torturas-dizem-especialistas.html