Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?
LEI DA MÍDIA DEMOCRÁTICA KIT COLETA Todo cidadão/cidadã pode buscar voluntariamente as assinaturas para o projeto. Disponibilizamos abaixo um kit com o material necessário para o diálogo nas ruas. Clique na imagem acima.

Seguidores

#naovaitergolpe

#naovaitergolpe
Acesse Frente Brasil Popular

sexta-feira, 13 de março de 2015

Grupo Abril: monopólio, conflito de interesses e pagamento pré-datado

Grupo Abril: monopólio, conflito de interesses e pagamento pré-datado

QUA, 11/03/2015 - 20:29
Colaborou Patricia Faermann

Jornal GGN – Atualmente, o Grupo Abril tem 100% da distribuição nacional de produtos editoriais para bancas de jornal. E agora ameaça a sobrevivência de empresas menores, regionais, ao impor um esquema abusivo de repasses. O Jornal GGN encontrou o termo de liberação junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que permitiu o monopólio.
Em 11 de outubro de 2007, o Grupo realizou uma grande operação de fusão das duas maiores distribuidoras de revistas do país - a Dinap (Distribuidora Nacional de Publicações) e a FCD (Fernando Chinaglia Distribuidora). Criou-se, assim, a DGB Logística SA que passou a concentrar a totalidade da distribuição indireta de produtos editoriais.

Em 26 de novembro do mesmo ano, manifestaram-se contrárias à operação as editoras Carta Editorial, Confiança, Escala, Globo, Panini e Três. Em 29 de novembro, a Intervozes e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor reforçaram o coro.

Editoras e entidades alegavam risco à concorrência, pois nesse cenário, a Abril estaria “em condições de cobrar preços supracompetitivos na distribuição indireta de revistas e de fechar esse mercado a terceiros”.
Além do monopólio de distribuição indireta, haveria conflito de interesses - a Abril estaria realizando integração vertical entre a distribuição e a edição de revistas. Isso porque o grupo tem mais de 50% do mercado de produção e ficaria com todo o mercado de distribuição.

O Cade recebeu o pedido de impugnação do Ato de Concentração e a suspensão da operação por meio de Medida Cautelar.
Então, a procuradoria do órgão (ProCade) elaborou uma série de pareceres abordando a questão. Antes da decisão final, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) e a Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) recomendavam que a operação não fosse aprovada conforme apresentada.


No entanto, o conselheiro relator do caso, Paulo Furquim de Azevedo, votou pela aprovação da operação, com a condição de que fosse cumprido Termo de Compromisso de Desempenho, que previa, entre outras coisas, que fossem alienadas as filiais de São Paulo e do Rio de Janeiro da FCD, que os softwares, bancos de dados e direitos de propriedade intelectual da empresa fossem abertos e ficassem disponíveis a quaisquer interessadas.
Assim, foi aprovada a aquisição da FCD pela DGB Logística.

Seria o fim dessa história, não fosse a matéria de segunda-feira (9) do jornal Diário de São Paulo, intitulada “Empresa do Grupo Abril faz proposta indecente a editores de revista”.
De acordo com a reportagem, a DGB está fazendo valer o seu poder econômico e adotou um esquema abusivo de repasse de recursos para as editoras de menor porte. Em 26 de fevereiro deste ano, representantes da DGB procuraram essas editoras (que, temendo retaliação comercial, pediram anonimato) e informaram que os pagamentos passariam a ser efetuados quatro meses depois de realizadas as vendas.
As empresas argumentam, é claro, que esse sistema inviabiliza seus negócios, porque elas precisam de capital de giro para continuar a produzir no mercado editorial. O Cade já havia sido alertado para esse risco quando recebeu o pedido de impugnação da operação.
“As editoras que procuraram o DIÁRIO disseram que esse quadro se configura na totalidade nos dias de hoje, com a proposta de repasses imposta pela DGB”, afirma a reportagem.
Agora, o Cade determinou nova medida cautelar ao Grupo Abril, proibindo que seja alterado o padrão de negócios das empresas fundidas sem que isso seja explicado detalhadamente ao conselheiro relator do órgão. 

Tags

Imagens do dia 12/03 no Rio Grande do Sul Em defes...

O que a Midia manipulou:

Conheça a verdade e ela salvará o brasil dos golpistas



GUERRILHEIROS VIRTU@IS: Imagens do dia 12/03 no Rio Grande do Sul Em defes...: Fotos: CUT, SUL21, G1/rs e 29









 































MST - Nota ao povo brasileiro

Enviado por Norma Dias
Nota ao povo brasileiro

Circula pelas redes sociais da internet um anúncio que pede “Stedile vivo ou morto”. Apresentando-o como líder do MST e “inimigo da Pátria”, o autor oferece uma recompensa de R$ 10 mil para quem atender o seu pedido. Em outras palavras, está incentivado e prometendo pagar para matar uma pessoa, no caso João Pedro Stedile, da coordenação nacional do MST.
JP.png
Há indícios que a ação criminosa partiu da conta pessoal no facebook de Paulo Mendonça, guarda municipal de Macaé (RJ). E foi, imediatamente, reproduzida pela maioria das redes sociais que diariamente destilam ódio contra os movimentos populares, migrantes, petistas e agora, especialmente, contra a presidenta Dilma Rousseff. São as mesmas redes sociais, em sua maioria, que estão chamando a população para os atos do dia 15/3, para exigir a saída de Dilma do cargo de Presidenta da República, eleita legitimamente em 2014.
Já foram tomadas as providências, junto às autoridades, para que o autor do cartaz e todos os que estão fazendo sua divulgação, com o mesmo propósito, sejam investigados e responsabilizados criminalmente, uma vez que são autores do crime de incitação à pratica de homicídio.
Mas o panfleto é apenas um reflexo dos setores da elite brasileira que estão dispostos a promover uma onda de violência e ódio, com o intuito de desestabilizar o governo e retomar o poder, de onde foram afastados com a vitória petista nas urnas em 2002.
Para estes setores não há limites, nem sequer bom senso. Recusam-se a aceitar a vontade da população manifestada no processo democrático de eleger seus governantes.
Deixam-se levar por instintos golpistas, embalados pelo apoio e a conivência da mídia conservadora e anti-democrática. Usam a retórica do combate a corrupção e da necessidade de afastar os que consideram estar destruindo o país, para flertar com a ruptura democrática. Posam de democráticos esquecendo que os governos da ditadura militar também diziam ser.
São os mesmo que cometeram, impunemente, o crime de lesa-pátria com a política de privatizações, na década de 1990.
O panfleto, e o que se vê nas ruas e redes sociais, é reflexo, sobretudo, de uma mídia partidarizada, que manipula, distorce e esconde informações, ao mesmo tempo que promove o ódio e o preconceito contra os que pensam diferente. O teólogo Leonardo Boff tem razão quando responsabiliza a mídia, conservadora, golpista, que nunca respeitou um governo popular, pela dramaticidade da crise política instalada no país. E corajosamente nomina os promotores do caos em que querem jogar o país: é o jornal O Globo, a TV Globo, a Folha de S. Paulo, o Estado de S. Paulo e a perversa e mentirosa revista Veja.
Um poder midiático que tem a capacidade de sequestrar partidos políticos e setores dos poderes republicanos.
Essa mídia, órfã de ética e de responsabilidade social, é que forma seus leitores com a mentalidade do autor que fez o criminoso cartaz sobre Stedile. É quem alimenta as redes sociais com os valores mais anti-sociais e incivilizatórios.
Os tucanos, traindo sua origem socialdemocrata, fazem oposição ao governo alimentando um ódio coletivo inicialmente restrito à classe alta, mas agora espraiado em todos os segmentos sociais, contra um partido político e a presidenta eleita. Imaginam que serão beneficiados com o caos que querem instalar, envergonhando, com essa política rasteira, os seus que os antecederam.
Um monstro foi criado pela forma como os tucanos escolheram fazer oposição ao governo petista e pela irresponsabilidade da mídia empresarial.  A violência e o ódio estão se naturalizando pelas ruas. Essa criatura já escolheu suas vítimas primeiras: os casais homossexuais e seus filhos, os imigrantes, pobres das periferias, dirigentes de movimentos populares e militantes políticos de esquerda. Mas não raras vezes, essas criaturas, sempre ávidas de violência e intolerância, não poupam sequer seus criadores e os que hoje os acompanham.
Haverá uma longa jornada para superar as dificuldades criadas pelos que se opõe a construir um país socialmente justo, democrático e igualitário.
A começar por uma profunda reforma política, que nos leve a uma nova Assembleia Nacional Constituinte, exclusiva e soberana. É preciso taxar as grandes fortunas e enfrentar o poder dos rentistas e do sistema financeiro. Batalhas tão urgentes e necessárias quanto as de enfrentar o desafio de democratizar comunicação para assegurar, igualmente, a liberdade de expressão e o direito à informação, direitos bloqueados pelo monopólio da comunicação existente no país.
Somente assim, os saudosistas dos governos ditatoriais serão derrotados, e o povo terá a consciência de que defender o pais é lutar pela democracia, e não o contrário, como imagina hoje o autor do cartaz criminoso.
Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST
São Paulo, 12 de março de 2015

COINCIDÊNCIA: O CASO BATTISTI QUASE VOLTOU À TONA BEM NA VÉSPERA DO DOMINGO DE PROTESTOS...

O pobre Battisti está se tornando alvo preferencial...
Se a decisão da juíza de 1ª instância que persegue Cesare Battisti e ordenou sua abusiva detenção não tivesse sido revogada sete horas depois, certamente haveria cartazes demagógicos erguidos e palavras-de-ordem a ele referentes sendo gritadas nas manifestações de protesto do próximo domingo, 15.

Como afirmei antes mesmo do desfecho do factoide se delinear, esta deveria ser "a única consequência prática de mais uma iniciativa arbitrária, rancorosa, descabida e destinada a ser inevitavelmente corrigida pelas instâncias superiores".

Acrescentei que a meritíssima estava "simplesmente tentando contornar uma decisão do presidente da República, confirmada pelo Supremo Tribunal Federal, mediante a utilização de um atalho legal".

Isto porque a extradição fora vetada pelas mais altas autoridades brasileiras, mas, enviando-se Battisti para a França (que aprovou sua extradição na década passada), o efeito seria exatamente o mesmo que a Itália pretendeu obter daquela vez e nosso País rechaçou.
...dos Mendes, Pelusos e Advercis.

Ao ordenar a "soltura imediata" do escritor, o desembargador Cândido Ribeiro, presidente do Tribunal Regional Federal na 1ª Região (DF), veio ao encontro da minha sensibilidade de jornalista e defensor dos direitos humanos:
"...o fato é que sua [de Battisti] situação de permanência no Brasil, decidida pela Suprema Corte e pelo exmo. sr. presidente da República, não pode mais estar submetida a um novo processo judicial iniciado na Justiça comum federal que, salvo melhor juízo, não é a instância revisora dos atos impugnados".
O advogado de Battisti, Igor Sant'Anna Tamasauskas, bateu na mesma tecla, de forma mais direta:
"Não cabe a uma juíza de primeiro grau decidir sobre a deportação dele. (...) Por meio do habeas corpus, o caso foi resolvido com a celeridade que precisávamos e a Justiça foi feita. Agora acreditamos que as coisas vão entrar no eixo".

O panorama da realidade politica brasileira




Perfil:
Jandira Feghali tem 30 anos de luta na política com seis mandatos concluídos: cinco como deputada federal e um como estadual.

É autora de inúmeras leis, como a Lei da Cultura Viva, que beneficiou mais de 3 mil Pontos de Cultura e 8 milhões de brasileiros.

Esteve à frente da criação do Vale-Cultura e relatou a Lei Maria da Penha, que combate a violência doméstica no Brasil.

A deputada tenta aprovar uma lei a favor da ampliação da programação regional na TV brasileira.

E  é considerada a maior liderança feminina da esquerda no combate ao projeto neoliberal do Brasil, contra as privatizações e o arrocho salarial da Era FHC.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Estados Unidos afia garra contra países da América Latina


La comunicación en estado pre-bélico

Mié, 03/11/2015 - 19:46
alt
Ante la derrota de la ofensiva de las fuerzas conservadoras en Latinoamérica: triunfo del PT en Brasil, amplio triunfo de Evo Morales en Bolivia;  triunfo del FMLN en El Salvador; prestigio mundial del presidente Mujica y reelección de Tavaré Vásquez  del Frente Amplio en Uruguay; los halcones norteamericanos “morigeran  sus modales democráticos” y reaccionan imperialmente. Para ello, mueven sus resortes de la “guerra sucia” en el  todo vale. Durante un año han azuzado el  golpe en Venezuela- no obstante que en setiembre hay elecciones para renovar el Parlamento- y han sido descubiertos y procesados los conspiradores; ahora  declaran amenazantes que “Venezuela hace peligrar la seguridad de los Estados Unidos”.

América Latina y las fuerzas democráticas rechazan el intervencionismo norteamericano en Venezuela. Expresamos nuestra condena a semejante despropósito. Se transgrede el orden internacional, la soberanía de los pueblos y el derecho ciudadano a elegir su propio destino. La reunión de UNASUR del jueves 12 del presente expresará con claridad el rechazo a la garra imperial y la solidaridad y soberanía latinoamericana.
Sin embargo, la amplia experiencia en el manejo manipulador de los medios de comunicación, les permite hacer percibir el “golpe duro” en Honduras,  como necesario, ante el poder absoluto de las fuerzas progresistas del presidente Zelaya; asimismo presentan el “golpe blando” parlamentario contra el presidente Fernando Lugo en Paraguay, como legal e indispensable. Es el control absoluto de las comunicaciones, cada vez más descarado a medida que profundiza su crisis económica y política. No cabe duda, que está rodando un nuevo ciclo antidemocrático y depredador de los halcones para forzar una hegemonía decadente ante una Latinoamérica emergente.
No ha inventado nada nuevo el director de El Comercio, Fernando Berckemeyer Olaechea, cuando afirma que lo singular de su dirección será “contextualizar” la noticia política, “darle perspectiva en una determinada dirección”, y eso se llama- aunque no quiera reconocerlo-  editorializar la información, sujeta a sus intereses económicos y políticos, de LAN Chile y GM Petróleo, y muchos otros  del Grupo El Comercio.  Exactamente lo que hace el Departamento de Estado de los Estados Unidos en su política con las grandes cadenas privadas y públicas de comunicación en el mundo, para atizar guerras y posicionar  intereses estatales y privados.
Ante ello, una nueva tendencia se abre en el mundo: la comunicación alternativa de las redes sociales, de radio y televisión online, del Facebook y el Twitter. Se cuestiona masivamente los contenidos vulgares y la mentira infame de la televisión abierta.
No obstante, está pendiente como parte de la indispensable reforma del Estado, una política democrática para los medios de comunicación, así como orientaciones que afirmen la identidad nacional en la radio y televisión peruana.


-- 
FORO-RED PAULO FREIRE LATINOAMERICANO
"Por la unidad de los pueblos de América Latina y el Caribe"

Presidente: Oscar Huaranga Ross.
Vice Presidente: Jorge Osterling Álvarez-Calderon.
Consejo Directivo: Victoria Gonzáles, Maria Rosa Villanueva, Lucy Martel, Martha Llanos, Delia Zabé Sánchez, Carlos Gallardo y Lupe Graus.

Teatro do Oprimido como Ferramenta para Democratizar a Comunicação

via Barão de Itararé
Por Filipe Bianchi



TEATRO PODE SER FERRAMENTA PARA DEMOCRATIZAR A COMUNICAÇÃO

LIGADO .
Por Felipe Bianchi
Foto: Marildes Gomes SilvaFoto: Marildes Gomes Silva
"O teatro pode e deve ser um instrumento para a luta dos movimentos sociais, do movimento sindical e, inclusive, para a democratização da comunicação", defendeu Tereza Briggs durante o Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais do Espírito Santo. A dramaturga conduziu oficina baseada no Teatro do Oprimido, metodologia criada por Augusto Boal que explora o potencial transformador da arte.
Trabalhando desde a década de 1990 entre o Rio de Janeiro e Londres, na Inglaterra, Briggs propôs uma série de exercícios para explorar a criatividade e estimular a reflexão dos participantes da atividade. "Os exercícios começam a partir de uma 'escultura' e os próprios atores vão dando vida à cena", diz, revelando já ter escrito diversas peças a partir da técnica do improviso.
"Em pouco mais de 1h30 de oficina, fizemos um rabisco de como a dramaturgia se desenvolve", conta. "O teatro, transformador e lúdico, é uma arma que temos que aproveitar. Devemos procurar espaços, como praças, sindicatos e universidades, onde o teatro pode funcionar como expressão da luta"
Segundo ela, a oficina consiste em uma "catarse coletiva", que contrapõe protagonistas e antagonistas em situações de opressão e liberdade. Em uma das cenas criadas pelos oficineiros, os atores representaram uma âncora de um grande meio de comunicação, um blogueiro censurado, um ativista digital flagrando a repressão com sua câmera e um trabalhador protestando por liberdade de expressão. Após a intervenção dos participantes, o trabalhador também ganhou lugar na mídia, como apresentador de um jornal, dentre outras mudanças na cena. "A finalidade da oficina não é dar resultado, mas sim provocar o debate", salientou Briggs.
Confira a galeria de fotos (mais fotos serão postadas em breve):
Foto: Marildes Gomes SilvaFoto: Marildes Gomes Silva
Foto: Marildes Gomes SilvaFoto: Marildes Gomes Silva
Foto: Marildes Gomes SilvaFoto: Marildes Gomes Silva

Encontro Estadual de Blogueiros e Ativistas Digitais do ES

CAMPONESES FECHAM principais Rodovias do RIO - Via Norma Dias

MST denuncia a demora na desapropriação de terras pelo Incra para assentar cerca de 700 famílias acampadas em todo o Estado.
MST.ORG.BR

JOAO PEDRO STEDILE - Navegar é Preciso


Stedile é nosso amigo, tasca nele que estarao

REVISTAFORUM.COM.BR
 contra todo povo. Pras ruas Brasil. Dia 13 juntemo nosao EXERCITO do povo. Estamos juntos.

Reflexoes e analises de Clemente-O Ultimo Comandante da ALN

Comandante e comandante. Carlos Eugênio Clemente, venceremos. Resistir, ate a vitoria final
Há algo muito estranho ocorrendo em três países decisivos na
 geopolítica da América do Sul. A Venezuela, rica em petróleo, 
enfrenta uma onda permanent...
REDEDEMOCRATICA.ORG|POR DA REDAÇÃO

Agressão estadunidense é contra todos os revolucionários latino-americanos, afirma Maduro

Somos todos resistentes. Somos todos Maduro

Quem está por tras do protesto no dia 15

Quem está por trás do protesto no dia 15




“Estudantes pela Liberdade” (EPL) são financiados por corporação petroleira norte-americana que ataca direitos indígenas, depreda ambiente e tem interesse óbvio em atingir a Petrobras

Por Antonio Carlos

David Koch se divertia dizendo que fazia parte “da maior companhia da qual você nunca ouviu falar”. Um dos poderosos irmãos Koch, donos da segunda maior empresa privada dos Estados Unidos com um ingresso anual de 115 bilhões de dólares, eles só se tornaram conhecidos por suas maldosas operações no cenário político do país.

Se esses poderosos personagens são desconhecidos nos Estados Unidos, o que se dirá no Brasil? No entanto eles estão diretamente envolvidos nas convocações para o protesto do dia 15 de março pela deposição da presidenta Dilma.

Segundo a Folha de São Paulo o “Movimento Brasil Livre”, uma organização virtual, é o principal grupo convocador do protesto. A página do movimento dá os nomes de seus colunistas e coordenadores nos Estados. Segundo o The Economist, o grupo foi “fundado no último ano para promover as respostas do livre mercado para os problemas do país”.