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sábado, 4 de outubro de 2014

Zagallo e o 13 em 05/10/2014




BNDES FINANCIOU PORTO EM CUBA?!

É o que os adversários da presidenta Dilma e a mídia empresarial gritam

MENTIRA! Confira declaração da presidenta Dilma na imagem...

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PressAA


Para quem não conhece a história dos GRAMPOS do BNDES, sob o desgoverno da privataria tucana do PSDB, essa é uma boa oportunidade de começar se inteirar dos fatos...

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Grampos do BNDES

Em novembro de 1998, o grampo do BNDES revelou que o ex-ministro das Comunicações do governo FHC do PSDB, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e o então presidente do BNDES, André Lara Resende, discutiam formas de beneficiar o banco Opportunity, de Daniel Dantas, na aquisição do melhor quinhão do leilão de privatização da Telebrás. Em uma das gravações, Mendonça de Barros, Lara Resende e Persio Arida - sócio de Dantas no Opportunity - aparecem negociando com a Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, para que se una ao banco a fim de formar um consórcio e arrematar a Tele Norte Leste. O consórcio foi formado, mas a Tele Norte Leste acabou sendo arrematada por um grupo rival, liderado por Carlos Jereissati. À época, o leilão tornou possível a mais ousada privatização do Brasil até então e arrecadou 22 bilhões de reais. Dinheiro que o governo FHC dizia ser para liquidar a dívida do País, mas o Brasil continuou cada vez mais endividado, ninguém sabe, ninguém viu os bilhões das privatizações.
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Leia trechos do papo dos malandros engravatados e aboletados no BNDES, nos tempos do governo FHC do PSDB de Aécio Neves:


Folha de S. Paulo

Todo poder aos "babaquinhas"

JOSIAS DE SOUZA - Segunda, 23 de novembro de 1998

São Paulo - Dois governos sobrevivem hoje sob FHC: o governo dos "babaquinhas" e o governo dos espertalhões. O primeiro, seguindo a lógica da mulher de César, tenta ser e parecer honesto. O outro acha que essa história de parecer honesto é, por assim dizer, coisa de babaca.

FHC entregou à turma dos espertos a venda das estatais de telefonia. O grampo do BNDES revelou que o negócio foi trançado num ambiente de alto risco ("no limite da irresponsabilidade").

O linguajar dos espertos aproximou a administração do professor Cardoso das mesas de botequim. À vulgaridade ("se der m..., estamos juntos") somou-se uma dose de truculência ("temos que fazer os italianos na marra").

Eles têm afetos e desafetos. Tratam os amigos com especial deferência ("o importante é que montem com o Pérsio, chegando a um acordo"). E os inimigos, com escárnio ("tá uma operação de levanta o consórcio, depois dá uma rasteira, joga lá embaixo. Oh, tá engraçado").

Audazes, eles exalam poder ("sabe por que, Beto? Porque você controla o dinheiro, na boa"). Atilados, farejam traições como ninguém ("sei que eles estão falando com a Telefónica de España. Está um negócio assim meio esquisito"). Precavidos, trazem no bolso um último recurso ("se precisar, nós vamos ter que detonar a bomba atômica").

Antes do grampo, eram a vanguarda da modernidade, os meninos de ouro da República. Aqueles que untaram a engrenagem da máquina estatal com as manhas do mercado. Depois da escuta, viraram a face cínica do tucanato.

Suponha-se, porque é de justiça, que nada tenham feito em benefício próprio. Ainda assim restará o incômodo de notar que uma ala do governo tem licença para fazer o tipo bandido, roçando a fronteira da marginalidade. Com métodos assim, pode-se operar numa sala do BNDES ou numa boca-de-fumo. Não há muita diferença.

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Escândalo da Privatização da Vale do Rio Doce

O escândalo da venda da Companhia Vale do Rio Doce coloca no balaio acusações de propina no leilão, vícios no edital de venda, acusações de que empresa foi subavaliada no negócio; que a empresa americana Merrill Lynch teria repassado informações estratégicas aos compradores meses antes da venda; que parte do dinheiro utilizado pelas empresas para a compra da Vale foi obtida por meio de empréstimos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). E ficou no ar a sensação de que foi um jogo de cartas marcadas.

A transação ocorreu durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com a implantação da privatização das estatais brasileiras. A segunda maior empresa brasileira, maior produtora de minério do mundo, foi vendida por R$ 3, 3 bilhões de reais em 1997 e o valor estimado na época do leilão era de R$ 92 bilhões de reais, ou seja, valor 28 vezes maior do que o que foi pago pela empresa. O Consórcio Brasil, formado pela Companhia Siderúrgica Nacional, a Bradespar (do grupo Bradesco) e o fundo de investimentos Previ, arrematou 41,73% das ações por R$ 3,3 bilhões, o suficiente para assumir o controle da empresa.

Ficou no ar a sensação de que foi um jogo de cartas marcadas. Resultado: circulam na Justiça mais de 107 ações que questionam a legalidade do leilão.

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Nos tempos, página infeliz da nossa história, passagem desbotada da memória das nossas novas gerações. 

Dormia a nossa pátria mãe tão distraída, sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações...

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O BANCO CENTRAL JÁ TEM AUTONOMIA OPERACIONAL

E O GOVERNO, HOJE, MANTÉM A SOBERANIA NACIONAL

Mas os ABUTRES querem escancarar para os banqueiros do setor privado, nativos e alienígenas em geral


CARTA CAPITAL - Economia - Eleições 2014 
por Redação

O que é a independência do Banco Central? Ela é boa?

O Banco Central entrou no debate eleitoral. Mais especificamente, a forma como ele será gerido. Na disputa pela simpatia do mercado financeiro, Aécio e Marina se opõem à política econômica do governo atual - a última defende total independência do órgão.

O governo de Dilma Rousseff, por sua vez, defende que a política econômica do País é uma prerrogativa do Poder Executivo, e que o BC já tem autonomia operacional.

Em linhas gerais, o que está em disputa é o conceito geral de como cuidar da economia e, de certa forma, dos rumos da nação: de um lado estão os que defendem a intervenção mínima do governo. Para estes, o mercado pode se autorregular, e um BC totalmente independente é parte do pacote. Do outro lado estão os que defendem alguma intervenção do governo na economia, de forma a garantir que o Poder Executivo eleito pela maioria da população (e não o mercado) seja a voz mais forte na definição das prioridades da economia nacional. O assunto pode soar arenoso ou parecer mera discussão técnica. Mas não se engane: o regime do Banco Central pode influenciar diretamente no dia a dia de sua família. Saiba como:

O que o Banco Central faz?

É responsável pelo sistema financeiro de um país ou de um bloco de países, como no caso da União Europeia. Emite a moeda e fixa a taxa de juros básica, que serve de parâmetro para todas as demais taxas de juro do mercado, como a do seu cartão de crédito. Atua no mercado de câmbio, sendo o principal responsável, em última instância, pela cotação do dólar e do euro, por exemplo. O BC ainda coordena os depósitos compulsórios, mecanismo que garante que o dinheiro de todas as contas e investimentos do País "exista de verdade". Em alguns casos, o Banco Central também empresta dinheiro a bancos em dificuldades, buscando evitar que o país entre em crise.

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PressAAENTENDA POR QUE O ITAÚ BANCA A CANDIDATURA DE MARINA SILVA

Do UOL, em São Paulo 16/08/2013

Receita Federal cobra R$ 18,7 bilhões do Itaú Unibanco por fusão
A Receita Federal está cobrando do Itaú Unibanco (ITUB4) cerca de R$ 18,7 bilhões em impostos atrasados, multas e juros relacionados aos instrumentos contábeis usados para a unificação das operações. O valor é maior que todo o lucro obtido pela instituição em 2012.

O anúncio de notificação acontece quase cinco anos após a fusão que criou o maior banco privado do país, no final de 2008.

Segundo comunicado do Itaú Unibanco divulgado nesta sexta-feira (16), a Receita Federal autuou a instituição financeira, cobrando R$ 11,845 bilhões em Imposto de Renda, além de R$ 6,867 bilhões em Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, acrescidos de multa e juros.

Procurado, o Itaú Unibanco disse que não faria comentários adicionais além dos divulgadas no documento de informação ao mercado, chamado no jargão da área de "fato relevante".

O Itaú Unibanco classificou como "remoto" o risco de perda no processo aberto pela Receita, mas não informou se provisionará a cobrança em seus balanços futuros.

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Resistir.info - Brasil

Os abutres financeiros querem a chave do cofre

– Notas para um debate sobre a independência do Banco Central do Brasil

LEIA COMPLETO...
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O ESCÂNDALO DO MENTIRÃO E O MEDO DA MÍDIA TERRORISTA


No momento em que foi deflagrado o escândalo do "mentirão", em 2005, petistas desde criancinha, como Baba, Luciana Genro e Chico Alencar, tremeram e até choraram diante dos holofotes e pediram perdão, juraram que não sabiam de nada, nem de caixa-dois, imagine de compra de votos de parlamentares.

As "madalenas", acreditando em Bornhausen, que garantiu que a "raça petista" havia sido destruída, se juntaram a Heloísa Helena e fundaram o PSOL. Acreditavam na mídia que os elogiava e consolava, praticamente prometendo que os elevaria à condição de substitutos do PT na política nacional, seriam a "esquerda confiável".

Quebraram a cara.

O PT, a partir dali, cresceu, evoluiu, está governando para o povo. Hoje conta com mais de 1 milhão e 500 mil filiados, e mais muitos milhões de simpatizantes, correligionários e militantes. E eles? Eles hoje são chamados de "nanicos", pela mesma mídia golpista em que acreditaram.

Na época, em cima dos acontecimentos, escrevi o artigo...

"Meus combativos amigos"

La Insignia. Brasil, agosto de 2005.

LA INSIGNIA.
Diario independiente iberoamericano. Jornal independente iberoamericano. Madrid (España)
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GILMAR CASSA DIREITO DE RESPOSTA DO PT EM VEJA

2 DE OUTUBRO DE 2014

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar para anular decisão do Tribunal Superior Eleitoral que concedeu direito de resposta ao PT na próxima edição da revista Veja; no dia 25 de setembro, por unanimidade, o TSE determinou a publicação do texto por entender que a reportagem PT sob chantagem, publicada no dia 13 de setembro, na edição impressa da revista, veiculou conteúdo ofensivo; voto de Gilmar anulou o placar de 7 a 0 do TSE contra a revista da Marginal Pinheiros; procurador-geral, Rodrigo Janot, também havia sido favorável ao direito de resposta.

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu hoje (2) liminar para anular decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que concedeu direito de resposta ao PT na próxima edição da revista Veja. No dia 25 de setembro, por unanimidade, o TSE determinou a publicação do texto por entender que a reportagem PT sob chantagem, publicada no dia 13 de setembro, na edição impressa da revista, veiculou conteúdo ofensivo.

Na decisão, Mendes afirmou que a determinação do TSE afronta o princípio constitucional da liberdade de imprensa. "Verifica-se que a fundamentação do ato reclamado, além de não proceder e de não poder ser comprovada sem a devida instrução probatória, uma vez que os fatos ainda estão sendo investigados - e isso é revelado pela matéria jornalística -, viola a liberdade de imprensa, tal como entendida e salientada pelo Supremo Tribunal Federal", disse.

A reportagem afirmou que o PT pagava ao doleiro Enivaldo Quadrado para não trazer à tona o suposto envolvimento do partido com desvios na Petrobras. De acordo com a decisão do tribunal eleitoral, a revista teria que publicar uma página de direito de resposta, que seria redigida pelo partido. Durante o julgamento no TSE, a defesa da Editora Abril, responsável pela publicação, alegou que todas as informações são verídicas e podem ser comprovadas.


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PressAA sugere novamente a capa da "revista" Veja no próximo sábado, véspera das eleições, quando deveria publicar o direito de resposta do PT.

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PressAA


ISTO NÃO É VERSÍCULO BÍBLICO...

“Meus amigos, vamos à luta, vamos à vitória, vamos mostrar que hoje, aqui, tem que se ver relâmpago de caracol, os nevoeiros pararem, dar eclipse no Sol, as águas do mar secarem e eu pescar a baleia com anzol.”

CARACOL, SOL E ANZOL,
FOI APENAS UMA RIMA
DE MARINA BESTEIROL

Leia comentários de Josias de Souza, no UOL Notícias

“Marina Silva: ‘Eu vou pescar a baleia com anzol’ “


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Consultamos o Psiquiatra de Caruaru, a versão nordestina do Analista de Bagé. 

Queríamos saber sua opinião sobre o desvairado discurso da candidata a presidente da República.

PressAA: Mestre, o senhor tem alguma interpretação freudjunguiana sobre essas declarações da candidata Marina Silva?

Psiquiatra de Caruaru: Oxente! Isso aí tá mais fácil de entender do que música de Djavan. Ela tá falando como é que vão funcionar os três poderes da União, caso ela seja eleita presidente República.

PressAA: Como assim?

P. de C.: O caracol representa o Judiciário, devagar e todo enrolado. O Sol, representa o Executivo, clareia os dias, mas quem ficar embaixo dele por muito tempo se queima. O anzol é o Legislativo, usa isca para atrair os eleitores e faz uma boa pescaria de quatro em quatro anos.

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E você, leitor eleitor-cidadão, concorda com o Psiquiatra de Caruaru, ou acredita, como nós, que nem mesmo Marina Silva saberia dizer o que foi que ela quis dizer com isso?


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Nossinhora, sô! Eu que num voto em mentiroso!


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ZAGALLO E O 13

Zagallo explica como começou o carinho pelo número 13

Para os jovens torcedores, que não sabem como nasceu o carinho do Velho Lobo pelo número 13, ele explica:

“A história começou por causa da minha mulher. Ela é devota de Santo Antonio e o dia 13 de junho é o dia de Santo Antonio. Eu comecei a jogar com o número 11 e depois, por isso, troquei pelo 13. A imprensa explorou, então, o fato de eu ter ganho muitos os títulos. Muita gente acha que o 13 é por superstição. Mas não é. É fé mesmo, é devoção”.

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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA



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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

AUMENTAR A TRIBUTAÇÃO DOS BANCOS E GRANDES HERANÇAS NÃO É COM A DILMA!

Luciana perderá das grandes máquinas políticas, mas vai sair da campanha muito maior do que entrou.
Já assisti a demasiados debates eleitorais para ainda levá-los a sério. E, quando os partidos passaram a escolher candidatos-produtos --ou seja, os que melhor se prestam a serem consumidos pelo eleitorado, ao invés dos mais consistentes, mais originais, mais extravagantes, mais brilhantes e/ou mais carismáticos, como outrora--, o caldo entornou de vez. São maratonas de decoreba, mediocridade e baixarias, com raros momentos aproveitáveis.

O da Globo, tido como o mais influente por ser o último e por ter a maior audiência televisiva, conseguiu piorar o que já era péssimo ao excluir as perguntas de jornalistas, que às vezes conseguiam ser desconcertantes e geralmente estavam muito mais próximas da vida inteligente do que as tediosas algaravias dos bonecos de marqueteiros. Provavelmente, tal retrocesso foi exigido pelo staff de alguma candidata insegura (Marina Silva) ou sem jogo de cintura para lidar com imprevistos (Dilma Rousseff). 
Performance travada de Marina lembra a do Lula de 1982

Este último aspecto se evidenciou no confronto mais revelador do debate, quando a Luciana Genro, duas vezes seguidas, indagou da presidenta se ela aumentaria a tributação das grandes fortunas e dos lucros dos bancos, para ter mais o que investir nos programas sociais.

Dilma, cuja campanha tão falaciosamente imputou a Marina uma suposta intenção de favorecer banqueiros, não ousou se comprometer com duas bandeiras que são o chamado óbvio ululante. Ninguém que tenha o mínimo de caráter e vergonha na cara pode deixar de ser contra estas duas categorias de parasitas, os ociosos que vivem eternamente deitados no berço esplêndido que seus antepassados legaram e os vampiros que se banqueteiam com o sangue do povo brasileiro, obtendo lucros astronômicas graças à conivência dos governos (inclusive os ditos de esquerda) com a mais despudorada agiotagem.

Os negaceios de Dilma e sua mania de enfiar a cabeça como avestruz face aos temas desagradáveis já não surpreendem ninguém. Da mesma forma, ela evita se comprometer com as principais medidas propostas pelas centrais sindicais: redução da jornada de trabalho, fim do fator previdenciário e regulamentação da terceirização.
É um erro crasso subestimar o risco  de vitória do Aécio

E, por temer a reação do oficialato das Forças Armadas, não encampa a bandeira da revisão da Lei de Anistia, única que abriria uma pequena possibilidade de os torturadores ainda virem a ser punidos.

Isto para não falar de sua extrema tibieza diante da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que não cumpriu e não disse por que não cumpriu.

Mas, fingir que tais questões não lhe dizem respeito é uma coisa; desconversar duas vezes quando a adversária lhe formula uma questão muito clara num debate eleitoral, acompanhado por milhões e milhões de brasileiros, é outra. Até os telespectadores menos perspicazes devem ter percebido a manobra. Não consigo imaginar um Lula, um Brizola ou um FHC procedendo de forma tão patética. 

Dilma não confrontará banqueiros
De resto: 
  • Luciana Genro foi o destaque da noite, levando às cordas os três candidatos principais (aliás, se fosse num ringue de boxe, a fuga de Dilma ao combate teria determinado sua derrota por nocaute técnico); 
  • Aécio Neves conseguiu enganar bem, com sua pose próxima à que se espera de um presidente de verdade; 
  • Dilma, com sua repetição ad nauseam da retórica oficial e respectivas empulhações, me lembrou A Voz do Brasil e as chatices intragáveis do Jean Manzon e do Primo Carbonari que nos eram impostas nas sessões cinematográficas de outrora; 
  • Marina continua tão peixe fora d'água quanto o Lula de 1982, na eleição para governador de São Paulo (depois melhorou consideravelmente sua performance, mas teve uma recaída no debate com Fernando Collor em 1989).
Só que a atitude da esquerda era bem diferente então: exigia que fossem relevados os tropeções do sindicalista, indignando-se com o que dizia serem preconceitos da casa grande contra a senzala.

Agora, relativamente a Marina, portou-se como uma turba de linchadores, movendo contra a seringueira uma  campanha desmedida de ódio e mentiras.