Como participar da campanha pela DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA?

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sábado, 12 de julho de 2014

Desabafo de uma Judia a Israel


tem quem não goste de ver,mas temos o dever de estampar a boçalidade.
الكل يعمل مشاركه اكي تصل لكل الشرفاء بالعالم
Foto: ‎الكل يعمل مشاركه اكي تصل لكل الشرفاء بالعالم‎
Foto: ‎"دمشق" مخيم اليرموك حشود بشرية هائلة تحاول الخروج من الحصار .
"الامم المتحدة" الصور التي تصل من دمشق صادمة ومرعبة وتشير الى ان الوضع الانساني في سوريا هو الاخطر بالعالم‎
Marcos Rebello compartilhou o status de Deborah Cattani.
Sou judia. Já morei em Israel. Já morei a 15 minutos da Faixa de Gaza. Mas cresci boa parte da vida no Brasil, distante do conflito. Tive uma educação judaica até os 15 anos. Sou filha de professora e obviamente, como jornalista, não sou alienada. Não consigo entender essa guerra, que é tão próxima e tão irreal. O que exatamente os não-judeus nos fizeram para termos tanto ódio? Chamo assim, pois o estado de Israel é um estado JUDEU e não aceita outras religiões, salvo em Jerusalém, que pasmem, é uma cidade laica. Não são só muçulmanos que estão morrendo. Aliás, os árabes não são um única religião, existem árabes católicos, ateus e até mesmo judeus. O que o estado de Israel está fazendo é desumano. Mais desumano que o holocausto, mais duradouro que o holocausto, mais pertinente que o holocausto, pois hoje em dia todo o mundo pode ver com os próprios olhos e MESMO assim, poucos reagem. Óbvio que a guerra tem dois lados e muitos judeus morrem também. Mas a proporção é absurda. A cada bomba lançada sobre Israel, 30 são devolvidas para Gaza. Dizem que três adolescentes judeus morreram... E as 14 CRIANÇAS que perderam a chance de ter uma vida longa em Gaza? O que é Gaza, você deve estar se perguntando... Eu vi com meus próprios olhos. Não, não é uma favela, mas se você, brasileiro, já viu um conjunto habitacional (moradia popular), é isso. Imagina você ser tirado do conforto da sua casa, do seu emprego, dos seus pertences e ser jogado num quarto com mais oito pessoas e viver no medo iminente de um ataque, sem poder sair deste lugar, pois o seu passaporte está para sempre condenado. Isso é o que os judeus fizeram em 1948. Isso é o que eu aprendi porque eu abri meus olhos. Nas aulas de cultura judaica na escola eu só ouvia como somos, nós judeus, vítimas do mundo, vítimas do nazismo, do terrorismo e, por isso, temos o direito de fazer pior. Tenho muitos amigos judeus, mas cada vez tenho menos. Cada vez que um deles posta um heil Israel no Facebook ou qualquer coisa dizendo "matem os árabes", eu tenho um amigo a menos. Se vocês já assistiram o filme A Onda, é EXATAMENTE isso que o governo israelense faz com seus jovens. Já tive treinamento militar israelense, sei como funciona toda a lavagem cerebral e até entendo porque funciona, afinal, somos pobres vítimas. Tenho vergonha de dizer que sou judia em locais públicos. Tenho vergonha do meu passaporte israelense e tenho vergonha dessa cidadania. Fugi desse país, apesar de amar aquela terra. Prefiro dizer que sou brasileira e, neste momento em que todo mundo está com vergonha do Brasil por causa de futebol, eu nunca me senti tão bem em ser brasileira. Enquanto os outros velam a Copa do Mundo, eu levanto a minha bandeira de "eu não pertenço a Israel". Eu espero que a mídia faça um trabalho melhor deste dia em diante. Chega de apoiar um estado que não é nosso e sim de TODOS. Estamos no século XXI e não na idade média, aprendemos a dividir, logo, chega de conquistar. A maior conquista é a boa coexistência.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Israel Sderot Cinema. Israelis bringing chairs to the hilltops of Sderot to watch bombs fall on Gaza. Clapping and celebrating every time they hear a blast. Shame..
Confirmed by Al-Jazeera.
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SONEGAGLOBO

Via Paulo Avila

Processo que mostra sonegação da Globo vaza, na íntegra, para internet.
http://correiodobrasil.com.br/noticias/politica/processo-que-mostra-sonegacao-da-globo-vaza-na-integra-para-internet/715536/







Assassino Econômico - John Perkins





Publicado em 19/03/2013
Trecho do documentário Zeitgeist Addendum. John Perkins, ex-agente da CIA e autor do livro "Confissões de um Assassino Econômico", fala de como funciona a tática de guerra econômica usada para subjugar nações.

Palestina sofre com a JUDIAÇÃO imposta a seu povo pelos USA ( que nos usam)

São cenas chocantes, mas precisam ser mostradas, pois a mídia de mercado vende a idéia que palestinos são terroristas. É o contrário, sionistas são os assassinos genocidas de palestinos. Não têm escrúpulos e cometem crimes contra a humanidade.(Laerte Braga)غزة | استشهاد طفل في احشاء امه التي استشهدت — 





Foto: ‎غزة | استشهاد طفل في احشاء امه التي استشهدت‎


OS EUA ASSASSINAM PAÍSES, A CONSTITUIÇÃO COM A PARCERIA DA IMPRENSA-PROSTITUTA TORNANDO CÚMPLICE O POVO NORTE-AMERICANO

 10 JULHO 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

TRABALHADORES UNIDOS (com a Fiesp) JAMAIS SERÃO VENCIDOS!

O pior de tudo são as facadas nas costas
Em 1950, os três principais candidatos à Presidência da República eram Getúlio Vargas (PTB), ex-ditador de inspiração nazifascista que a mão oculta dos EUA contribuíra para expelir do poder ao fim da II Guerra Mundial, daí ter assumido o nacionalismo como seu novo figurino político, com o apoio oportunista do PCB (convenientemente esquecido de que fora a principal vítima da bestialidade de Filinto Müller e sua polícia política); o brigadeiro Eduardo Gomes, que conferia alguma respeitabilidade ao moralismo rançoso da UDN por ser, pessoalmente, um homem íntegro; e Cristiano Machado (PSD), deputado mineiro em duas Constituintes.

Percebendo que as chances de Cristiano eram ínfimas, muitos líderes do PSD mantiveram seu apoio formal a ele, mas, por baixo do pano, favoreceram descaradamente a candidatura de Vargas. Foi como se originou o uso da palavra cristianização para, no jargão político, designar candidatos traídos pelos próprios partidos na campanha eleitoral.

O mais novo exemplar desta fauna é o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, com quem o PT (leia-se Lula) contava para, finalmente, enxotar os tucanos do Palácio dos Bandeirantes, no qual estão empoleirados há duas décadas.

Mas, ao constatar que a candidatura de Padilha dificilmente decolaria, o partido oPTou (lembram-se dos adesivos? Bons tempos...) por sua cristianização, igualmente descarada.

Qualquer semelhança...
Primeiramente, estimulou a decisão do PSD de Gilberto Kassab, de trair Alckmin e apoiar o peemedebista Paulo Skaf; e do PP de Paulo Maluf, de renegar a aliança já firmada com Padilha, pulando para o galho do Skaf.

O tiro de misericórdia veio com a entrevista do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, à Rede Brasil Atual, cuja íntegra pode ser acessada aqui

Berzoini simplesmente informa que o PT adotará uma posição de neutralidade em relação às duas candidaturas, a própria e a peemedebista, evitando indispor-se com a segunda, pois (admite, mais uma vez descaradamente) pretende apoiá-la no 2º turno. Leiam e constatem:
"Onde há mais de um [candidato da base governista], nós temos que definir como nós vamos nos relacionar sem atrapalhar as campanhas de cada um (...). Em São Paulo, não haverá uma escolha, haverá o reconhecimento de que nós temos duas candidaturas fortes. (...) Hoje, uma delas se apresenta com mais intenção de votos (...), mas nós acreditamos que isso é muito dinâmico e não necessariamente se manterá assim. Vamos trabalhar tanto a relação com a campanha do Skaf quanto com a campanha do Padilha.
Não ter conflito é o desejo. Isso se constrói. (...) No primeiro [turno], cada um tem de buscar todas as positividades possíveis. No segundo, dependendo de quem for, se estabelece o contraditório. Então não há razão a priori para ficar Skaf procurando problema com o Padilha e o Padilha com o Skaf"
Berzoini: "Nós temos duas candidaturas fortes".
Ou seja, o candidato da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, além de ser mais rico (seu patrimônio pessoal declarado cresceu 60% desde a última eleição, estando hoje na casa de R$ 17,7 milhões), mais simpático aos ricos, mais charmoso e melhor situado nas pesquisas eleitorais, contará com a neutralidade do partido que detém o poder federal e com a certeza de que o candidato do dito cujo evitará bater pesado nele, pois a ordem para o Padilha é não ficar "procurando problema (...) com o Skaf".

O que lhe restará, como trunfo para tentar virar este jogo de cartas marcadas? Apenas o programa Mais Médicos (que é polêmico em demasia para ser trombeteado ad nauseam em campanha, havendo risco de, sob contra-ataque dos adversários, tornar-se um tiro no pé). Pois, quase desconhecido, Padilha é samba de uma nota só.

Nos bons tempos, o PT só vinha aqui para protestar.
Poderia, certamente, unir os eleitores petistas em torno de si lembrando que o partido nasceu das refregas com a Fiesp e que Skaf é um inimigo de classe por excelência. Só mesmo na geleia geral brasileira os ditos defensores dos trabalhadores se mancomunam descaradamente (o termo é novamente obrigatório...) com os baluartes do patronato.

Mas, se as mãos do cristianizado Padilha estarão atadas pela política de não-agressão ordenada por Berzoini, que chances ainda lhe restam? Nenhuma. Seria melhor desistir de uma vez, dando ao PT liberdade para celebrar desde já o pacto mefistofélico com o grande capital, se este é seu desejo.

Sartre dizia que fazer política é enfiar a mão no sangue e na m... Finda a ditadura, sobrou a segunda, cada vez mais abundante, pois o descaramento não tem limite. 

POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

domingo, 6 de julho de 2014

Soy Loco por Ti -

Marcando Fernanda Tardin Fernanda Tardin Tardin
via Andrés Thomas Conteris

em breve aqui tb- na CALLES ( painel de Nuestra America - com Andres Conteris)

ARGENTINA CONDENARON A LOS REPRESORES LUCIANO BENJAMIN MENENDEZY LUIS ESTRELLA POR EL ASESINATO DE ENRIQUE ANGELELLI

38 años después, la verdadera historia

El tribunal consideró delito de lesa humanidad la muerte del entonces obispo de La Rioja y dictó dos penas de prisión perpetua. Los militares habían querido hacer pasar el homicidio como un “accidente automovilístico”.

Por Ailín Bullentini
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El fallo sobre el asesinato de Enrique Angelelli dejó la puerta abierta para investigar la complicidad civil.
Desde La Rioja
Un clima alegre rodeaba ayer a familiares, amigos, compañeros y seguidores fieles de Enrique Angelelli a pesar de la distancia irreductible que imponen la muerte y el paso del tiempo. Había ansiedad, claro, pero el miedo y las dudas habían sido vencidas por la esperanza, que los inundaba y no permitía espacio en sus cuerpos donde ubicar la posibilidad de un fallo adverso. No lo necesitaron. Después de ocho meses de debate oral y 38 años de impunidad, el Tribunal Oral en lo Criminal Federal de La Rioja consideró delitos de lesa humanidad el homicidio del obispo y el intento de asesinato del ex sacerdote Arturo Pinto y condenó por ellos a los represores Luciano Benjamín Menéndez y Luis Fernando Estrella. “Prisión perpetua y cárcel común” leyó el presidente del TOF, José Quiroga Uriburu, y la sala estalló en aplausos. “Monseñor Enrique Angelelli ¡presente! ¡Ahora y siempre!” se oyó multiplicado. Además de la emoción, la enorme conformidad con el fallo, que fue unánime, unificó a las querellas que participaron del juicio. “Hoy es un día feliz, por fin”, resumió Pinto con la simpleza de quien se siente satisfecho. La sobrina de Angelelli, María Elena Coseano, y referentes de la organización Tiempo Latinoamericano y el Obispado de La Rioja, los otros acusadores, también celebraron la decisión de la Justicia.
La lectura del veredicto fue breve e intentó mantener las formas, aunque, por momentos, los aplausos y los gritos de festejo de la sala no lo permitieron. La consideración del hecho sucedido el 4 de agosto de 1976 en los que “se terminó con la vida del obispo de La Rioja Enrique Angelelli y se intentó terminar con la vida sacerdote Arturo Pinto” como “consecuencia de una acción premeditada, provocada y ejecutada en el marco del terrorismo de Estado” despertó los primeros aplausos. Por primera vez desde que aquel auto se cruzó en el camino de la camioneta en la que viajaban Angelelli y Pinto y provocó su vuelco, la Justicia desechó la idea de “accidente” y determinó que se trató de un delito de lesa humanidad. “Imprescriptible e inamnistiable”, concluyó el primer apartado Quiroga Uriburu. Más aplausos.
El primer grito de “Angelelli presente” precedió a las calificaciones de las responsabilidades de Menéndez y Estrella: “Autores mediatos del homicidio doblemente calificado y del homicidio en calidad de tentativa doblemente calificado, en concurso premeditado entre dos o más personas para procurar la impunidad”, leyó el presidente del tribunal. Llegaron los abrazos y los primeros llantos, que se generalizaron cuando se supo la sentencia: “Prisión perpetua e inhabilitación absoluta”. Estrella, además, fue acusado de organizador de una asociación ilícita cuyo objetivo fue el encubrimiento de lo ocurrido. Ambos fueron enviados a la cárcel cordobesa de Bower, en donde la Justicia deberá realizarles chequeos médicos para “determinar que estén en condiciones de seguir allí alojados”. “Hemos llegado a un día feliz: se ha dicho la verdad, se ha hecho justicia. Tal como lo dijo el pueblo, a Angelelli lo mataron”, resumió Pinto.
Más temprano, el cuchicheo, los saludos cruzados y las sonrisas habían gobernado la sala que fue llenándose de familiares de desaparecidos, querellantes, militantes por los derechos humanos locales, amigos y compañeros de camino de Angelelli –en su mayoría, ex presos políticos–, desde la primera tarde. Mientras la hora esperada llegaba, recibieron cálidamente al secretario nacional de Derechos Humanos, Martín Fresneda, con quien compartieron el día anterior algunas actividades de homenaje al cura asesinado –el obispo de La Rioja ofreció una misa en la catedral, luego marcharon con antorchas hasta el edificio judicial y allí instalaron una vigilia– y a las Madres de Plaza de Mayo. A excepción del secretario de Derechos Humanos provincial, Delfor “Pocho” Brizuela, ex sacerdote y testigo durante el juicio, el público notó con bastante más sorpresa que cariño la visita de algunos funcionarios locales.
La evaluación que realizó Luis Miguel “Vitín” Baronetto, referente de la agrupación Tiempo Latinoamericano, querellante en el juicio, fue similar a la de Pinto: “La Justicia le ha puesto el sello a la verdad que la gente pobre de La Rioja, la comunidad que conoció y acompañó el pastoreo de monseñor Angelelli decía desde el mismo 4 de agosto de 1976. El veredicto no podía ser otro”. El biógrafo del obispo riojano valoró también el juicio en su totalidad en cuanto al rol que tuvo la Iglesia: “Es importante porque el proceso ha contribuido al cambio de actitudes en la jerarquía eclesiástica. Los aportes del Vaticano en la causa son, en ese sentido, un mensaje a la jerarquía católica en general para que abra los archivos para todas las causas de los derechos humanos”, confió. El “punto de inflexión” en la estructura católica nacional también fue destacado por Fresneda, quien valoró que “la Iglesia pidió justicia, cuando antes pedía olvido y reconciliación”.

Los civiles

Para Marialé, como conocen todos a la sobrina del obispo, el fallo es histórico. Sin quitar de su rostro la sonrisa que la acompañó durante toda la jornada, agradeció “la política de derechos humanos que tiene el país después de Néstor (Kirchner)” e hizo más memoria: “Es muy fuerte escuchar esto después de 38 años de lucha. Les prometí a mis abuelos que no iba a parar hasta lograr el castigo a los responsables”, recordó entre abrazos de los amigos de su tío, que hoy son los suyos. La mujer destacó que el fallo es importante para su familia, “pero también para la provincia. La historia de La Rioja puede cambiar si no bajamos los brazos y vamos por los civiles que persiguieron a mi tío y a toda su pastoral”, advirtió.
Además de rechazar las recusaciones, los pedidos de nulidad y denuncias por falsos testimonios a querellantes y testigos de las acusaciones, los jueces Quiroga Uriburu, Carlos Cascano y Juan Carlos Reynaga dieron “vía libre” a las secretarías de Derechos Humanos provincial y de la Nación para que avancen en la investigación judicial que determine las responsabilidades de quienes se hicieron llamar durante aquella época los Cruzados de la Fe, un grupo de terratenientes conservadores entre los figuran varios integrantes del clan Menem, que persiguieron a la pastoral del obispo y la atacaron incluso desde los medios de comunicación.
“Se cumplieron dos objetivos fundamentales: hubo juicio, hubo castigo y se logró el triunfo de la verdad”, consideró uno de los representantes de la querella estatal, Guillermo Díaz Martínez, quien también destacó la puerta hacia la investigación civil: “Es imprescindible que se profundice en esta vía, en esta causa y en todas las investigaciones por violaciones a los derechos humanos del país”, concluyó