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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A coragem dos covardes e a covardia dos corajosos --- Luz para o Inferno: Oremos...




(Mensagem extraída de kdfrases.com)



Obama numa sinuca de bico

30 de agosto de 2013 02:09
Baby Siqueira Abrão
Ontem David Cameron, primeiro-ministro britânico, frustrou Obama ao afirmar que só entraria na canoa furada do ataque militar à Síria caso a ONU provasse que o gás sarin tivesse sido mesmo usado pelo governo sírio.
Depois, a Comissão de Investigação da ONU, em função das novas provas enviadas pelo governo sírio e pela Rússia, pediu mais 4 dias para escrever suas conclusões.
Então a mídia independente começou a postar informações -- e até mesmo um vídeo, que enviei a vocês -- sobre o papel de EUA-Israel Terrorismo S/A no recente ataque com gás sarin em Damasco.
Ontem as redes sociais se mobilizaram e convocaram um dia mundial de protesto em 31 de agosto, contra a guerra na Síria e contra as guerras em geral.
Também ontem os britânicos foram às ruas com cartazes e faixas para deixar bem claro que não querem saber de ataque militar à Síria.
Hoje o Parlamento britânico votou contra a proposta de Cameron de unir-se aos EUA na guerra contra a Síria.
E finalmente Cameron capitulou, dizendo estar mais do que claro que povo e Parlamento de seu país desaprovam essa guerra.
Obama já disse que, se preciso, os EUA atacarão a Síria sozinhos. Duvido. Há implicações sérias, como as advertências da Rússia, que será apoiada pela China -- cujo governo já se posicionou contra o ataque à Síria. Tirando os sionistas e Obama, ninguém mais quer saber de guerras. Mas, se EUA-Israel a provocarem, pagarão muito caro. Rússia e China não são bobas. Não querem mais bases estadunidenses às suas portas.
O mais gostoso da história: os sionistas estão p* da vida. Seu plano de anexar a Síria para a formação do Grande Israel está fazendo água cada vez mais rapidamente.
Por fim, me ensinaram um novo modo de dizer o nome de Obama: Barraco Oba-oba-ma. Muito oba-oba pra armar um barraco, e mais nada.
Pequena informação: estou lendo sobre o Talibã e seus primórdios. Uma coisa me chamou a atenção: o uso de armas e equipamentos de rádio e comunicação em aldeias nos confins do Afeganistão e do Paquistão. Concedamos que Osama Bin Laden tenha financiado a compra. Resta saber quem vendeu a aparelhagem toda. E quem treinou aldeãos a instalá-las e a usá-las.

Pergunto: será que o Talibã também foi invenção da CIA, sob inspiração dos neocons sionistas? Lembrem-se que a Al-Qaeda foi inventada pela CIA, como a própria Hillary Clinton confessou em entrevista à BBC (tenho uma cópia).
Durma-se com um barulho desses...
Continuemos atentos. E solidários ao povo sírio.

--

Baby Siqueira Abrão
Brazilian journalist - Middle East correspondent

Skype ID: alo.baby
P. O. Box 1028, Ramallah, West Bank

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" THE GUARDIAN" ---LONDRES, 29/8/2013
  
DAVID CAMERON, PRIMEIRO-MINISTRO BRITÂNICO, PERDE VOTAÇÃO NO PARLAMENTO SOBRE AÇÃO MILITAR CONTRA SÍRIA.

   REPASSEM

   Tradução do Inglês: Giovanni G. Vieira

Comentário do tradutor: Por esta razão o presidente americano "Barraco" Obama Oba Oba já  declarou  que se preciso for os Estados vão agir sozinhos. Obama Oba Oba está ficando isolado em      seu delírio de invadir e saquear a Síria. 

Obama Oba Oba tem de aprender que a Síria e seu povo não aceitam  viver sob o jugo do imperialismo liderado pelos Estados Unidos. e que o povo sírio não é  produto de SENZALA!!!

Obama Oba Oba, David Cameron, François Hollande e a quadrilha da OTAN não sairão impunes de mais uma agressão militar colonialista/imperialista/fascista contra a Síria e seu povo!!! 

   Ciao,
   Giovanni

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O primeiro-ministro britânico, David Cameron, perdeu por 13 votos a votação no Parlamento sobre  sua  proposta para ação militar contra a Síria. 

Uma derrota surpreendente para um governo que vinha há dias buscando unir os Estados Unidos em possíveis ataques para punir o presidente Bashar Assad por um suposto ataque com armas químicas.

A votação não foi vinculante, mas na prática a rejeição da proposta do governo Cameron sobre a intervenção militar contra a Síria significa que as mãos do primeiro-ministro estão atadas. Em uma declaração concisa ao Parlamento, David Cameron disse qyue estava claro para ele que o povo britânico não quer a ação militar contra a Síria.

Recebidos por e-mail da lista de Hélder Câmara


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A obviedade de que o uso de armas químicas pelo governo sírio iria contra seus próprios interesses não prova por si só que não fizeram tal uso. Governos e exércitos fazem coisas estúpidas. O problema é que as evidências até agora do uso dessas armas são de segunda mão e vêm de fontes tendenciosas. Por Patrick Cockburn, do 'The Independent'

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No blog da redecastorphoto...


[*] MK BhadrakumarStrategic Culture

Iran Can Finesse Obama’s Legacy

Traduzido por Resistir e adaptado para o português do Brasil pelo pessoal da Vila Vudu

Heil, Obama!
O presidente Barack Obama está fixando um novo precedente na história dos EUA como potência imperialista. Ele já praticamente pediu desculpas, antes de ordenar um ataque militar contra um país soberano com o qual os EUA não estão em guerra e que não ofendeu, nem remotamente, interesses e preocupações vitais dos EUA.

A administração Obama divulga antecipadamente que os EUA farão um ataque militar “limitado” à Síria. Quis informar, até, para quando se pode esperar o referido ataque – mais provavelmente na 5ª-feira. Quem agora duvidará de que Obama seria estadista humano e respeitoso?

Bashar al-Assad
Por ataque “limitado”, Obama quer dizer que não atacará diretamente arsenais de armas químicas, mas só os “sistemas de entrega”; significa que só atacará a Força Aérea Síria e as unidades do Exército capazes de efetuar um ataque com armas químicas. E quem esteja no comando das forças armadas do país e, portanto, nos sistemas de “comando e controle” das forças armadas sírias, também serão alvejados.

Em suma, o plano, por trás do ataque “limitado”, é degradar as forças armadas sírias. O objetivo político é claro. A administração Obama insiste em que não se trata de ataque para “mudança de regime”. Significa que os EUA e seus aliados teriam esperança de que, submetidas à imensa pressão da morte e da destruição, as forças armadas sírias automaticamente se porão, afinal, a questionar a qualidade da liderança do presidente Bashar Al-Assad, o que, por sua vez, pode levar a golpe contra ele, o que não seria “mudança de regime”, mas, mesmo assim, seria “mudança de regime” bem satisfatória.

Donald Rumsfeld
A experiência do Iraque ensinou aos EUA sobre a importância crucial de manter intactas tanto quanto possível as estruturas e instituições do Estado – leia-se, as forças armadas, o establishment de segurança e a burocracia – em países nos quais o regime mude de mãos de acordo com a vontade dos EUA.

O risco envolvido é grande porque, implícita nessa situação está tanto o “sabido” (o que se sabe que se sabe) como o “não sabido não sabido” (o que não se sabe que não se sabe e é, portanto, desconhecido), como advertiu certa vez o antigo Secretário da Defesa, Donald Rumsfeld. Para citar a declaração à imprensa de Rumsfeld em fevereiro de 2002: “Há saberes conhecidos; é o que sabemos que sabemos. Há incógnitas conhecidas, isto é, há coisas que agora sabemos que não sabemos. Mas também há incógnitas que não vemos; é o que não sabemos que não sabemos”.

Rumsfeld falava então no contexto do Iraque e prognosticava que os principais perigos da confrontação vinham das “incógnitas que não vemos”, que eram ameaças de Saddam e completamente imprevisíveis.



(Para ler completo, clique no título)

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Um jovem de 29 anos, Edward Snowden, empurrou Barack Obama contra as cordas na crise que já é a pior de sua presidência, com múltiplas implicações políticas e diplomáticas que permitem prever dificuldades ainda maiores para o governo nas próximas semanas.
A reportagem é de Antonio Caño, publicada no jornal El País e reproduzida no Portal Uol, 12-06-2013.
Snowden, o responsável pelos vazamentos sobre a vigilância secreta das comunicações, está agora em algum lugar, possivelmente Hong Kong, à espera de encontrar um refúgio seguro ou de que as autoridades americanas e chinesas decidam seu futuro.
A identificação de Snowden, um subcontratado da CIA para serviços de espionagem informática, deixou paralisada toda a classe dirigente, não só a Casa Branca como o resto da administração e até o Congresso, onde só vozes secundárias manifestaram opiniões claras. O governo se limitou a uma breve nota do diretor de Inteligência Nacional, anunciando uma investigação sobre o ocorrido, sem mais detalhes sobre seu alcance ou suas intenções.
Obama, na defensiva desde a semana passada, quando foram divulgados os programas secretos de espionagem maciça, encontra-se diante de uma situação impossível: atuar contra Snowden, tentando sua captura e processamento judicial, representa abrir uma guerra contra quem poderá em breve ser reconhecido como herói; passar por cima de um vazamento de semelhante relevância, porém, não parece uma opção viável.
Já catalogado como um mero continuísta da política antiterrorista de seu antecessor, Obama pode agora complicar ainda mais sua posição, seja como o perseguidor de um paladino da transparência ou como o mandatário negligente de quem os segredos de Estado escapam impunemente.
Um homem com um computador e os acessos adequados pôs em xeque, definitivamente, os serviços secretos, a classe política e, em certa medida, os poderosos meios de comunicação americanos, todos eles à deriva depois da audácia de Snowden, do jornal que lhe deu cobertura, The Guardian, e do principal autor dessas informações, Glenn Greenwald, um advogado e blogueiro especializado em direito civil que, desde o ano passado, é colunista do jornal britânico.
Ainda há muitas interrogações nessa história: por que The Guardian revelou o nome de sua fonte? Por que agora? Snowden tinha propósitos diferentes dos confessados? Por que abandonou sua vida de luxo no Havaí para fugir para Hong Kong? E por que exatamente Hong Kong? Mas essas perguntas têm por enquanto menor importância em comparação com a magnitude dos segredos que Snowden revelou e com o próprio fato de que um subcontratado de segundo nível seja capaz de invadir esses segredos.
Com seu gesto, um tanto suicida porque é possível que tenha que passar o resto da vida fugindo da justiça americana, Snowden pôs em evidência, ao mesmo tempo, o abuso de poder de um governo que atua às costas dos cidadãos, o prolongamento das estruturas e métodos de segurança implantados pelo governo anterior, a indisciplina dentro do serviço secreto e a vulnerabilidade destes. É preciso lembrar que neste momento já está em andamento um julgamento contra o soldado Bradley Manning por vazar segredos para o WikiLeaks.
O caso Snowden é um pouco diferente do de Manning, embora ambos confessem que agiram em benefício da saúde da democracia e dos interesses dos cidadãos americanos. "Quando você percebe que o mundo que ajudou a criar será pior para a próxima geração e para as seguintes, e que se ampliam as capacidades dessa arquitetura de opressão, compreende que é preciso aceitar qualquer risco sem se importar com as consequências", afirma Snowden em um vídeo publicado por "The Guardian".
The Washington Post também entrou em contato com ele nos últimos dias, que havia adotado o codinome Verax, mas o jornal informou na segunda-feira que uma pessoa registrada como Snowden tinha deixado o hotel em Hong Kong em que estava hospedada até agora.
O passado de Snowden reflete sua paixão pela intriga e o heroísmo. Alistou-se no exército em 2003 para participar da guerra do Iraque, mas o abandonou pouco depois, segundo ele, decepcionado pelas prioridades e a filosofia militar. Outros meios souberam que teve baixa depois de quebrar as duas pernas em um treinamento.
Começou a partir daí uma peregrinação entre várias empresas privadas que ajudam o governo americano em trabalhos de espionagem --um fenômeno característico da segurança na última década. A última delas, em cuja folha estava atualmente, é a Booz Allen Hamilton, que no ano passado cobrou do governo US$ 1,3 bilhão por ajuda em missões de inteligência.
Antes havia trabalhado como infiltrado da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) na Universidade de Maryland e como especialista em informática da CIA na Suíça e no Japão. Até meados de maio, quando deixou o cargo com a desculpa de um problema pessoal e se transferiu para Hong Kong, estava baseado no Havaí, com um salário de US$ 200 mil anuais. Sua mãe, que sofre de epilepsia, é auxiliar de um tribunal federal em Maryland.
O único vínculo político que se conhece dele, descoberto na segunda-feira por "The Washington Post", é que no ano passado contribuiu com US$ 250 para a campanha presidencial de Ron Paul, um congressista de ideologia libertária que participou das primárias do Partido Republicano com um programa radicalmente anti-Estado. O filho de Ron Paul,Rand Paul, também congressista republicano, anunciou sua intenção de processar o governo pelos programas descobertos por Snowden.
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pequenas revoltas grandes Bastilhas CONCLUSÃO
Homero Mattos Jr
Estou pensando no jornalista que organizava a campanha de assinaturas pela anistia de prisioneiros políticos. Ele sabia perfeitamente que essa campanha não ajudaria os prisioneiros. O verdadeiro objetivo não era libertá-los, mas mostrar que ainda existiam pessoas que não tinham medo. Aquilo que fazia tinha aparência de um espetáculo, mas não havia outra escolha. Entre a ação e o espetáculo, ele não tinha escolha. Havia apenas uma opção: dar o espetáculo ou nada fazer. Existem situações em que o homem é condenado a dar um espetáculo. Seu combate contra o poder silencioso é o combate de um grupo teatral que enfrenta um exército.
Milan Kundera

A insustentável leveza do ser [1]



Até os dias de hoje, todas as pessoas a ocupar cargo de poder no Brasil, seja púbico ou privado, foram ensinadas a olhar para as revoltas populares ocorridas durante o Primeiro e o Segundo Reinado como levantes (reparem nos termos) “nativistas” que acabaram “pacificados”... de modo a garantir-se, assim, a união de todos os brasileiros...

E, de fato, entre outras tantas revoltas populares do Brasil imperial, a Cabanada-AL; a Sabinada-BA; a Balaiada-MA; a Praieira-PE; a do Quebra-Quilos-PB; a do Vintém-RJ... foram “pacificadas” meeeesmo. No sentido mais eterno da palavra descanso e tal como o estão a gozar as vítimas do Brasil de todos os cê’s cruz credo: CanudosContestadoCandeláriaCarandiruColumbiara, (Eldorado dos) Carajás....

Em suas aulas-espetáculo, referindo-se à Revolta de CanudosAriano Suassuna costuma dizer:  “-Todas as vezes em que o Brasil real tentou enfrentar o Brasil oficial ele foi impedido”.

Sim, foi. “Pacificado”...

E de todas essas “vezes”, a mais rica em termos de afirmação da identidade popular brasileira foi, possivelmente, a que ocorreu entre a posse do segundo Getúlio Vargas (1951) e a derrubada de João Goulart (1964). Pois foi neste período (a guardar muitas semelhanças com o atual processo de aumento da participação popular na vida produtiva do País) que, apesar de notáveis realizações brasileiras em áreas como Arquitetura, Música, Cinema, Física, Economia, Teatro, Literatura, Esportes, Artes Plásticas... foi imposta mais uma “pacificação” em nossa História.  Após uma década de sistemático bombardeio midiático denunciando ameaças à “segurança nacional” por conta de “baderna”, “corrupção”, “descontrole econômico”, “descalabros de todo tipo” (“nunca vistos”)...

Em um Brasil onde em vez de ser respeitada a opinião pública é construída a partir dos interesses de uma oligarquia detentora de meios de comunicação voltados para criação de 'heróis' sem heroísmo, de 'lutadores' sem tradição de luta, de 'líderes populares' sem popularidade... importa à moçada hoje engajada em revolucionar os usos e costumes políticos do Brasil, interrogar-se sobre QUEM FAZ (nos termos de Ariano Suassuna) O BRASIL OFICIAL?

Desconfia-se que para os sucessores dos senhores-de-engenho do Brasil Colônia e dos coronéis da República Velha -fiéis seguidores da secular tradição brasileira de abortar qualquer tentativa de emancipação política por parte das classes subalternas, interessa celebrar o casamento entre financiadores que não medem sacrifícios para atingir seus objetivos e políticos dispostos a sacrificar qualquer coisa para não verem a si mesmos sacrificados.[2]

Talvez o projeto Eleições Limpas elaborado pela OAB[3] seja um começo para a definitiva reversão das iniquidades brasileiras.

Importa juntar os cacos dos filhos do Brasil[4] estilhaçados por aí, no apartamento de uma não-sociedade há 500 anos vil, mercê de uma classe dominante espoliadora, rastaquera, estúpida e -no sentido mais falhado da palavra chabú- insistentemente fracassada em seu dever de colaborar na construção de uma sociedade mais amorosa, mais humana e justa. Para todos. Cubanos inclusive.

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[1]    p. 270 40ª. Edição ed. Nova Fronteira  Rio de Janeiro, RJ 1986





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De...
Boletim de Atualização - Nº 300 - 29/8/2013

...para a PressAA...

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Contrariando recomendações da ONU, deputado tenta liberar tecnologia que permite a transnacionais decidir (e vender) o que agricultores plantarão. Por Julian Perez-Cassarino e Luciana Jacob (Outras Palavras)
Não se pode negar atendimento médico à população desassistida alegando que "falta infraestrutura". Mas doutores estrangeiros são saída de emergência -- não solução. Andressa Palanda (Blog)
Se ser ‘Ceará Moleque’ é vaiar médicos estrangeiros, afasto-me por inteiro de sua valia como modo de expressão, porque isto me cheira a fascismo. Por Rosemberg Cariry (Blog)
De que modo cetos equipamentos e sistemas (como Windows-8) bisbilhotam usuários. Por que tráfego global é concentrado nos EUA. Como Marco Civil pode inibir vigilância. No NDIS (Outras Mídias)
Edward Snowden denuncia: serviço secreto começou a vazar seu próprios segredos, para jogar opinião pública contra quem denuncia vigilância. Por Cauê Seignemartin Ameni (Blog)
Estudos da FGV demonstram: numa cidade como S.Paulo, imposto de R$0,50 sobre cada litro da gasolina baratearia a passagem em 40%. Por Oded Grajew, no Rede Nossa São Paulo (Outras Mídias)
Registros produzidos por condutores mostram que empresa ignora problemas de segurança em composições da mesma frota cujo trem descarrilou no início de agosto. Por Tadeu Breda (Blog)

Governo prepara-se para lançar Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo). Iniciativa é ainda tímida, mas já desperta ira dos monocultores. Por Najar Tubino, em Carta Maior (Outras Mídias)
Em cinco dias, mais de 150 atrações. Mostra-seminário quer ser travessia das várias culturas e linguagens da cidade. Outras Palavras vai participar de cobertura colaborativa (Blog)
Ao quebrar tabus, arte instiga sociedade a perceber que nada deve ser inquestionável. Obras sugeridas sofreram boicotes e censuras, mas abriram debates necessários. Por Rafael Lopes, em Cinetoscópio (Outras Mídias)


Leia a crítica aqui. Luz de Inverno é o mais perto que o cinema chegou de encontrar uma resposta para os mistérios da fé. Crer ou não crer? Como fazer isso num momento crítico, onde a humanidade parece não ter salvação? Fim dos tempos? Não, é dúvida na fé. O padre que questiona a própria fé é a forma que Ingmar Bergman encontrou para interpretar um dos maiores mistérios da humanidade. De onde vem o conceito de fé e de que maneira ela blinda o ser humano de seus temores são os assuntos mais intensos, retratados de maneira intimista e esclarecedora por um dos mais brilhantes cineastas da história. O tema tratado com certa audácia, em tempos em que turbulências diplomáticas ameaçavam a mais bela criação divina, nosso mundo, constrói com impressionante maturidade algo que deveria ficar como mensagem universal: fé é muito diferente de religião. Acreditar nessa fé é o caminho mais seguro do que seguir doutrinas interpretativas que em muitas vezes desviam da própria proposta. É reinterpretar o primeiro mandamento, tendo em mente a liberdade e o livre arbítrio (garantidos por Deus na bíblia) dessa crença se revelar da maneira que for, mas se revelando.





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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA


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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O discurso unificador e o mote da campanha do PT para 2014 --- Os certinhos do Lalau: Os mais-mais da canalhice


Coluna Econômica - 28/8/2013


Quando ocorreram as manifestações de rua de junho – impulsionadas pelas redes sociais – houve pânico à direita e à esquerda. Inicialmente, o PT foi tomado de sobressalto. Julgou-se que perderia a liderança das manifestações de rua e a ascendência sobre o público mais jovem.

Hoje se entende que o início das manifestações não obedeceu a um comando único, mas foi fruto de uma ansiedade coletiva por maior participação popular. E o partido que não atentar para esse sentimento, dança.

***

Dentro do partido, a visão é a de que as manifestações já trouxeram consequências positivas. Do lado do governo federal, aceleraram o Mais Médicos; do lado da prefeitura de São Paulo, a ampliação dos corredores de ônibus. No Congresso, em apenas uma semana o Senado aprovou projetos de lei ampliando a participação popular na feitura de leis. No governo Dilma, devolveu-se protagonismo à Secretaria de Governo, incumbida das relações com movimentos sociais e sindicatos.

***

No momento, o PT está envolvido com as próximas eleições partidárias. Até ontem, havia 300 mil filiados habilitados a votar. As condições para tal era ter participado ao menos de  uma atividade partidária e estar em dia com o pagamento.

Passadas as eleições internas, o foco do partido será 2014.

***

A estratégia do partido estará voltada preferencialmente para Minas.

Não há maiores preocupações em relação a Marina Silva. Avalia-se que dificilmente conseguirá quórum para registrar o partido.

De fato, ontem mesmo o grupo de Marina pressionou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tentar o registro mesmo sem dispor do total das assinaturas. Juízes do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo anotaram, no partido de Marina, um ritmo de inscrições inferior até a de pré-partidos inexpressivos. O partido de Paulinho, da Força Sindical, tem conseguido mais assinaturas que o dela.

Para conseguir o registro, Marina teria que se valer de uma virada de mesa incabível no atual momento político.

***

Do lado de Eduardo Campos, observa-se uma enorme indecisão. A aposta de Campos seria em um desarranjo forte da economia. A desvalorização do real adiou qualquer previsão de estouro nas contas externas. Além disso, não tem o apoio das principais lideranças de seu partido.

***

Aécio é o adversário – considera-se no PT – mas tomado de indecisões. Nota-se uma enorme dificuldade em opinar sobre temas do momento ou apresentar um discurso novo.

É em cima desse cenário que o PT pretende desenvolver seu discurso. A ideia será apresentar os avanços anotados nas três gestões petistas – duas de Lula e uma de Dilma – e pedir o apoio para a consolidação do avanço em uma quarta gestão.

Mas admite que falta um discurso unificador. Nas campanhas de Lula havia a inclusão social como mote central. Agora, ainda não surgiu uma bandeira alternativa.
Para Minas, haverá foco especial, no tema da redução da conta de luz. Em outubro, o partido planeja um amplo plebiscito em 500 cidades de Minas, indagando se a população apoia  ou não a redução da conta. Junto, material mostrando que, no caso de Minas, o maior peso na conta é o ICMS estadual.

A intenção é contrabalançar a propaganda interna, que atribuiu a não redução da tarifa em Minas à não renovação das concessões elétricas da Cemig.



 "Todos os direitos reservados, sendo proibida a reprodução total ou parcial por meio impresso"

Visite o BLOG e confira outras crônicas

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Indicado pela nossa colaboradora-correspondente Urda Alice Klueger:




Não foi por explosão espontânea que os médicos cearenses chamaram seus colegas cubanos de "escravos, escravos!"[Link brinde da PressAA] o ódio, a violência e o preconceito demonstrados na noite da segunda-feira 26 foram atitudes disseminadas, a partir do conforto das redações da mídia tradicional, por três colunistas: Reinaldo Azedo, Eliane Cantanhêde e Augusto Nunes; assim como não existiria o nazismo sem o Mein Kampf, de Hitler, o corredor polonês de Fortaleza não ocorreria sem os jornalistas que gravaram no imaginário dos médicos o rebaixamento completo dos cubanos

247 – O que move o mundo são as ideias. Para frente ou para trás. A instalação do nazismo, na Alemanha dos anos 1930, foi precedida pela publicação do ideário de Adolf Hitler, o livro Mein Kempf. Na China comunista, Mao Tsé-Tung tinha o seu Livro Vermelho, de leitura obrigatória nas escolas. De ambos nasceram ideologias totalitárias, cegas aos direitos humanos, avessas à diversidade, pregadoras da violência.
Hoje, no Brasil, o conjunto dos ideais disseminados por alguns dos mais conhecidos colunistas da mídia tradicional aponta para um caminho análogo, sem volta, de interdição do debate, aviltamento do adversário, exclusão do diferente. Corteja o totalitarismo já superado pela sociedade brasileira.
"Escravos, escravos!". A palavra de ordem dos médicos cearenses contra seus colegas cubanos, que se preparavam para receber as primeiras noções sobre que Brasil é esse que eles vieram apoiar, não foi gritada por acaso. Essa figura foi gravada no imaginário coletivo dos médicos cearenses – e pode estar se multiplicando em outras regiões brasileiras – por três, em particular, colunistas adulados na mídia tradicional.
(Para ler reportagem completa, clique no título)
Entre os comentários...

  1. Sulista 28.08.2013 às 17:04
    Gente não esqueçamos a moça CUBANA QUE RECENTEMENTE ESTEVENO BRASIL. Infelizmente esqueci do seu nome!!!!!!!!!!! E o que foi que os CORRU"PT"OS fizeram com ela assim que pôs os pés no Brasil e se não me engano foi em um Aeroporto no nordeste!!!!!!!!Meu manifesto é pelo : FORA MALDITA QUADRILHA COMUNISTA CORRU"PT"A E SEUS 39 CABIDES!!!!!!!!!!!!!!!!!
  1. Marcos 28.08.2013 às 17:01
    Ihihihihihih...E pensar que a Medicina de Cuba é uma das mais avançadas do mundo. Eu ja sabia que brasileiro é bem arrogante, mas não sabia que era tanto! Logo os médicos brasileiros, que estudam mal, trabalham mal e claro, ganham mal também. E nossas vidas nas mãos desses racistas...
  1. Luiz 28.08.2013 às 16:39
    Será que esses PALHAÇOS que foram vaiar os MÉDICOS CUBANOS ouviram esses TRÊS IMBECIS!!!!!!!
  1. Vingador Nordestino 28.08.2013 às 14:11
    Rezo pelo dia em que esses três pseudo jornalistas, e gente como Merval Pereira, Jô Soares, Marinhos, e tantos outros sintam o sangue escorrer pelo corpo inerte no paredão de fuzilamento.
  1. Vingador 28.08.2013 às 13:40
    Vou pegar ao menos um destes hipócritas. Fico com o Reinaldo Azevedo. Quem conhece bem o Reinaldo Azevedo é: Luiz Nassif, Reinaldo Azevedo, a cara de Veja (...) Uma revista é o que ela publica, não o que a publicidade imagina. Azevedo foi um jornalista apagado até os 40 anos de idade. Depois, entrou para a revista Primeira Leitura, que cerrou as portas quando foi denunciado o esquema de patrocínios políticos que a mantinha. Foi, então, contratado por Mario Sabino para se tornar o blogueiro da Veja, incumbido dos ataques aos adversários e da bajulação aos aliados e à empresa. Pratica ambos com notável desenvoltura. Quando Barack Obama despontou nas pesquisas, escreveu comentário preconceituoso contra ele. No final de semana a edição da revista elogiava o candidato. Sua reação foi um e-mail temeroso a Sabino, perguntando das conseqüências do escorregão. Acalmou-se quando recebeu o “nihil obstat”. Passou recibo no Blog, divulgando o e-mail súplice e a absolvição generosa. Tenta reproduzir o ideal “yuppie” do grupo, como apregoar que sempre foi bem sucedido (até os 40 anos era jornalista apagado; até dois anos atrás, jornalista desempregado), gostar de uísque escocês e separar parte de suas cinco horas de sono para “fazer amor”. Aprecia quando comentários supostamente assinados por leitores (grande parte dos comentários é de "anônimos", que tanto podem ser leitores quanto o próprio blogueiro) realçam sua inteligência e charme. Gosta de ser chamado de "meu Rei" e "tio Rei" pelos leitores. Esbanja preconceito contra negros, mulheres, abusa de um linguajar chulo, não tem limites para caluniar ou difamar críticos da revista. Seu blog participa do circuito de blogs que fazem eco às "denúncias" lançadas pelo lobby de Daniel Dantas. É reconhecidamente pessoa desequilibrada, com pendores homofóbicos. Tem obsessão por insinuações sexuais contra adversários e é especialmente agressivo com mulheres. Consegue saltar, sem nenhum filtro, da agressão mais escatológica contra os "inimigos" à bajulação mais rasteira às chefias. Em qualquer publicação, independentemente do porte, seu desequilíbrio seria contido dentro de limites editoriais. Na Veja de Eurípedes-Sabino não só tem autorização para fazer o que quiser – até sugerir "boquetes" ao presidente – como é estimulado a isso." Veja o artigo completo aqui:http://zequinhabarreto.org.br/?p=309


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Jabor tem razão: os canalhas são ousados. Mas não corajosos


Dias atrás, Míriam Leitão defendeu Joaquim Barbosa de um ataque – inusualmente corajoso, aliás – de Noblat. (Noblat é experiente o bastante para saber que mais um prova de independência dessas e sua vida na Globo fica dramaticamente ameaçada.)
Míriam sabia que os Marinhos ficariam felizes com sua defesa de JB. Logo, coragem só teria havido se ela reforçasse os pontos levantados por Noblat contra as grosserias de JB.
O que Míriam fez é um exemplo acabado  de “jornalismo chapa branca”. Mas, como numa ação de merchandising, o leitor pode ser enganado e achar que ela demonstrou grande coragem.
Em junho, Jabor fez uma ação memorável de jornalismo chapa branca. Atacou ferozmente os protestos, por dar como certo que os Marinhos eram contra.
Quando ele viu que não, voltou pateticamente atrás. 
Por: Fernando Brito

(Para ler artigo completo, clique no título)

Leia também...

Até Noblat passou a defender médicos cubanos! A coisa tá feia…



O blogueiro Ricardo Noblat está sendo massacrado por seu leitores em O Globo.
Seja por convicção ou por ter percebido que se forma uma imensa maré de opinião pública, Noblat resolveu enfrentar o público udenista de seu blog e declarar-se a favor da importação de médicos cubanos.
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Por Alberto Dines / Observatório da Imprensa
Há quase dois meses discute-se a implementação do programa “Mais Médicos” para atender as exigências dos manifestantes de junho. Vacilante, o governo foi apresentando uma sucessão de idéias incompletas que as corporações médica e acadêmica foram torpedeando implacavelmente. Com o decidido apoio da corporação jornalística.
O projeto sobrevivente e o mais consistente, apresentado pela própria presidente Dilma Rousseff em seguida às manifestações, previa a importação de médicos do exterior. Inclusive cubanos. Não era novidade: médicos desse país já prestaram serviço em diversos pontos do Brasil, com excelentes resultados.
À medida que a ideia se cristalizava, aumentava a histeria anticubana que se estendia a candidatos de outros países, especialmente Portugal e Espanha.
Acusações primárias se alternavam: ora dizia-se que os cubanos viriam como espiões ou agentes provocadores, ora que chegariam aqui na condição de escravos (ganhando salários irrisórios enquanto o governo de Havana ficaria com a parte do leão dos 10 mil reais mensais pagos pelo governo brasileiro). Alegou-se que cláusulas especiais foram impostas para evitar que os cubanos pedissem asilo político (por isso vinham sozinhos, sem a família). Nenhum editor deu-se ao trabalho de esclarecer, explicar vantagens e desvantagens.
(...)
Um jornalista que ouve o coração
Neste ambiente ríspido, desprovido de solidariedade, a coluna de Ricardo Noblat (segunda-feira, 26/8, O Globo, pág. 2) funciona como um alento e, talvez, como um divisor de águas.
O experiente repórter, editor e agora bem-sucedido blogueiro não se deixou enredar pelas armadilhas ideológicas, preferiu entregar-se aos valores morais, como se fazia antigamente quando os jornalistas naquelas redações barulhentas ouviam as batidas do coração e a pressão da consciência.
“Só vejo vantagens” – apesar do pragmatismo e objetividade do título, trata-se de uma calorosa convocação para que os jornalistas deixem as trincheiras partidárias que tanto prejudicam os seus dotes narrativos e se entreguem a devoções mais profundas, essenciais.
“Mais Médicos” é um programa da saúde pública. “Mais humanidade” pode ser um projeto de renovação jornalística.
(Para ler artigo completo, clique no título)
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Beto Almeida, Diretor da Telesur,
Patria Latina – Papo do Dia
Enviado pelo pessoal da Vila Vudu
O que brilha com luz própria, ninguém pode apagar
Seu brilho pode alcançar a escuridão de outras costas
Que pagará este pesar do tempo que se perdeu
Das vidas que nos custou e das que nos podem custar
O pagará a unidade dos povos em questão
E a quem negar esta razão, a história condenará
Canción por La Unidad Latinoamericana
por Pablo Milanés


Canción por la unidad latinoamericana

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De...

Boletim de Atualização - Nº 299 - 27/8/2013

...para a PressAA...

David Harvey mergulha no estudo das contradições do sistema e busca alternativas: desmercantilização, propriedade comum, renda básica permanente, gratuidades... Entrevista a Ronan Burtenshaw e Aubrey Robin (Outras Palavras)


Às vésperas da votação do Marco Civil, cresce pressão para quebrar neutralidade da rede. Implicaria discriminar conteúdos segundo capacidade financeira de quem os produz. Por Jonas Valente, em Carta Capital (Outras Mídias)


Bling Ring, de Sofia Coppola, expõe curiosa fronteira, onde superficialidade, transgressão e redes sociais se encontram. Mas cheira a conformismo... Por Laís Fontenelle (Outras Palavras)


NOVOS DILEMAS DA LIBERDADE EXPRESSÃO

Inscrita na Constituição, democratização da mídia é ignorada por emissoras e políticos. Tornou-se um dos pilares da concentração de riqueza e poder no país (C.H.) (Blog)


A Voz do Dono e o Dono da Voz


CINEMA E LITERATURA

Em produções memoráveis, cinema focou grandes conflitos sociais e humanos e como resultaram ou em libertação, ou em tragédia. Por Guilherme Antunes, em Cinetoscópio (Outras Mídias)


– Está tudo bem? O doutor tem alguma coisa – Não tenho nada, mas é contagioso”. Por Otávio Mazza, na seção literária Ler Primeiro (Outras Palavras)


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"Mais importante que ler é entender o que leu..."


Vozes do Bolsa Família


Vozes do Bolsa Família

 
LOJA CAROS AMIGOS

A luta de homens e mulheres que, cada qual à sua maneira e em seu tempo, desafiaram o poder em nome de um mundo melhor.

LIVROS

Os Últimos Escritos de Lenin
Che Guevara - Uma chama que continua ardendo
Banksy. Guerra e Spray
Carlos Marighella - O Inimigo Número Um Da Ditadura Militar
Fidel Castro 
Karl Marx - A história de sua vida

DVDs

Antonio Gramsci. Os Dias do Cárcere 
Olga
MILK. A voz da Igualdade
CHE 
CHE 2 - a Guerrilha
O Assassinato de Trotsky 
Jango
Marighella - retrato falado do guerrilheiro
Encontro com Milton Santos ou o mundo global visto do lado de cá 

Visite a Loja Caros Amigos clicando AQUI
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De...


...para a PressAA...

 Publicado em Terça, 27 Agosto 2013 19:04
 Escrito por Jacqueline Patrocinio
Mais que mil palavras. A fotografia tem papel claro e bem definido no jornalismo: transmitir informações. Para garantir que a mensagem seja corretamente interpretada, cabe ao repórter fotográfico alguns cuidados. “Não acredite que o bom resultado depende apenas de você”. O conselho é da analista de imagens da revista Quem, da Editora Globo, Anna Paula Ali.
Para o jornalista e repórter fotográfico independente Joaquim Eduardo Madruga, conhecido como Joka, o profissional precisa estar sempre bem informado e investir na leitura. Ele destaca o livro Clube do Bangue-Bangue. “A história fala sobre quatro fotógrafos que atuavam na África do Sul entre 1990 e 1994, durante o Apartheid, e mostra um pouco como eles agiam. É bem interessante”.
Aqui vão algumas dicas de boas práticas simples que podem ser usadas por profissionais ou por qualquer pessoa que se interesse pelo ramo e queira aperfeiçoar os cliques

NÃO FAÇA ISSO!
Evite erros no fotojornalismo



http://www.mailingplus.com.br/deliverer_homolog/arq/cli/arq_3197_133874.jpg


Não esqueça de ajustar a câmera
“Muitas vezes, o profissional sai de um evento e vai direto para outro. Mesmo com o tempo corrido, não pode esquecer de ajustar a câmera de acordo com a luz do ambiente”, indica Joka.

(...)

Não banalize seu trabalho 
Com as redes sociais, muitas pessoas postam fotos o tempo todo. Para Joka, o excesso de compartilhamentos pode contribuir para a banalização do trabalho. “É preciso saber dosar a quantidade de posts, pois acaba desvalorizando a profissão”.


(Para ler todas as dicas, clique no título)
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No blog da redecastorphoto...


[*] Spengler, Asia Times Online
Excerto traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Vladimir Putin
O barulhão assustador que se está ouvindo, como eu já disse dia 15/8 na CNBC, é a implosão da influência norte-americana no Oriente Médio. O oferecimento que Vladimir Putin fez, dia 17/8, de ajuda militar ao exército egípcio, depois que o presidente Obama cancelara exercícios militares conjuntos com egípcios, mostra o ponto mais baixo da curva da importância dos EUA em todo o pós-Guerra Fria. Rússia, Arábia Saudita e China trabalham juntas para tentar minimizar o dano provocado pelos erros dos norte-americanos. É precisamente o que fazem, em silêncio, há mais de um ano.

O alarme soou para a democracia egípcia, quando a Fraternidade Muçulmana ergueu-se de seu passado tenebroso, mas nem assim a Washington oficial acordou. O Egito estava à beira de morrer de fome, quando os militares depuseram Mohamed Mursi. A maior parte dos pobres no Egito já estava há meses vivendo do pão subsidiado pelo estado, e até o fornecimento desse pão estava ameaçado. Os militares trouxeram US$12 bilhões de ajuda recebida dos estados do Golfo, o suficiente para evitar uma catástrofe humanitária. A realidade é essa. É a única coisa sobre a qual Rússia, Arábia Saudita e Israel concordam.

Zbigniew Brzezinski
A atitude errática, vacilante, dos EUA sobre o Egito, não é só erro estúpido, tolo, mas uma completa catástrofe institucional. O presidente Obama cercou-se de uma camarilha, com Susan Rice como Conselheira de Segurança Nacional, ladeada por Valerie Jarrett, milionária da indústria da construção de moradias públicas nascida no Irã. Comparada à equipe de Obama, o pessoal de Zbigniew Brzezinski eram colossos intelectuais no Conselho de Segurança Nacional de Jimmy Carter. Essa gente agora são amadores e ninguém jamais consegue prever o que inventarão, de hoje para amanhã. (...)

E tampouco interessa o que digam os especialistas do Partido Republicano. Poucos Republicanos eleitos discutirão com McCain, porque os eleitores já não suportam ouvir falar de Egito e já não confiam nos Republicanos, depois dos fracassos no Iraque e no Afeganistão.

Nenhum dos dois partidos tem capacidade institucional para deliberar inteligentemente sobre os interesses dos EUA. Dentre os veteranos dos governos Reagan e Bush há vários que compreendem com clareza o que se disputa no mundo, mas o Partido Republicano é incapaz de atuar sob orientação deles. Por isso o fracasso institucional nos EUA é tão profundo. Os deputados e senadores Republicanos vivem em pânico ante a possibilidade de serem derrotados por isolacionistas como o senador Rand Paul (R-KY) – e seguirão o quixotesco senador McCain.

E outras potências regionais e mundiais farão tudo que possam para conter o desmando e a confusão que reina nos EUA. (...)

Bashar al-Assad
A rede Russia Today noticiou, dia 7/8, que:






(Para ler artigo completo, clique no título)



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"Burro é quem não consulta"

Depois da Bíblia, o livro mais importante da sua biblioteca, numa super promoção:

DICIONÁRIO HOUAISS DA LÍNGUA PORTUGUESA

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O dicionário Houaiss foi desenvolvido por mais de 150 renomados profissionais, entre lexicógrafos, redatores, etimólogos, professores, datadores, revisores, etc. É concebido como obra máxima de referência da língua portuguesa, e considerado com um dos três dicionários mais completos do mundo. O padrão de excelência da pesquisa e o rigor da realização da obra, em todas as suas etapas, consagram o dicionário Houaiss como o maior, mais completo e moderno dicionário da língua portuguesa, recebendo elogios da revista Veja: “Um dos três mais completos do mundo”; do professor Pasquale Cipro Neto, colunista da Folha de São Paulo: “Verdadeiro monumento à língua portuguesa” e por especialistas reunidos pela revista Época:”O dicionário mais completo da língua portuguesa”.

Com mais de 228 mil verbetes, mais de 380 mil definições e mais de 3 mil páginas, o Dicionário Houaiss representa o que há mais de moderno em termos de dicionário do mundo todo. Impresso na Itália em papel especial, tem capa dura ultra resistente e 3 mil páginas impressas em duas cores.

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons
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PressAA