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sábado, 10 de agosto de 2013

Hermano Calvo entrevista comandantes das Farc em Havana --- Comprovado: Assim como Batista, Somoza e outros do gênero, FHC, Uribe e semelhantes também não têm amigos...


Negociadores das Farc concedem entrevista em Havana

Foto extraída de Valor Econômico: Farc mostram contradições sobre prisioneiros de guerra na Colômbia - 04/12/2012  

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Entrevista com comandantes das Farc em Havana.

Enviado a esta nossa Agência Assaz Atroz (PressAA) pelo entrevistador: Hermano Calvo Ospina, periodista colombiano residente na Europa, autor de vários livros publicados, entre os quais se destacam: Salsa, Don Pablo Escobar, Peru: los senderos posibles e Bacardí: la guerra oculta.





Sábado, 3 de agosto de 2013 

Nem em Havana deixaram seu costume de madrugar. “Nos levantamos às 4h30 para despertar os galos para que eles cantem”, me diz entre sorrisos Ricardo Téllez, mais conhecido como “Rodrigo Granda”. Me convocaram às 7 da manhã para entrevistar a três membros do Secretariado, máxima instância de direção das FARC. Eles estão à frente dos diálogos que adianta a organização insurgente com a delegação do governo colombiano, em Havana. A este grande salão de uma casa de “El Laguito”, onde residem [1], chegam também “Iván Márquez“ e “Pablo Catatumbo”. Granda acende um cigarro e bebe a segunda xícara de café. Márquez tem um grande charuto cubano na mão, que acenderá “depois do desjejum”. Catatumbo sorve o café e repete pra mim: “Se os três vamos dizer quase a mesma coisa, para que entrevistar-me?”. 


É a primeira vez que um jornalista consegue ter estes três dirigentes guerrilheiros juntos.
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Comandantes, levam sete meses dialogando, negociando com a comissão do governo com vistas a um processo de paz. Ainda são otimistas?

Iván Márquez: O otimismo das FARC é dado pela determinação de buscar uma solução política a esta confrontação, que já se aproxima dos cinquenta anos. Como eles não nos podem derrotar militarmente, nem nós a eles, devemos buscar a alternativa. Ademais, as circunstâncias, as realidades de hoje, tanto na Colômbia como no continente, indicam que é o momento de buscar uma saída incruenta. As guerras não são eternas. E neste plano fazemos todos os esforços que sejam necessários para chegar ao entendimento com o governo.

Que se sente ao ter tão perto aquilo que se caracteriza como inimigo?

IM: Ainda que estejamos sentados na mesma mesa, dois grupos com visões muito opostas, quase antagônicas, aí temos que nos tolerar para nos entendermos. Numa mesa de negociações, se deve observar um respeito pela parte contrária, e creio que isso se faz reciprocamente. Existem momentos com discussões álgidas, fortes, porém de repente as coisas voltam a seu nível, pois sabemos que devemos chegar a entendimentos.

As negociações na guerra se movem entre dois contendores. A mim, me parece que vocês põem mais emotividade nelas.

IM: Tem razão. No governo sempre existiu a tendência a buscar a submissão da guerrilha como sinônimo de paz, e não a paz através de mudanças estruturais. Quer-se uma paz grátis para as oligarquias. Nós estamos fazendo grandes esforços para fazer entender que se necessita gerar uma atmosfera para a paz, e que ela pode ser alcançada através de transformações institucionais e políticas. Nós estamos certos de que o mais importante para a Colômbia é garantir uma democracia real onde o soberano, que é o povo, determine as políticas estratégicas; onde a opinião do povo seja levada em conta sem que se lhe estigmatize e assassine.

Talvez me equivoque, porém me parece que em vários momentos o presidente Juan Manuel Santos quis dar para trás.

Rodrigo Granda: Não creio que ele retroceda; porém, sim, parece acovardado. É como se tivesse medo do ex-presidente Álvaro Uribe, dos pecuaristas, do poder narco-paramilitar e do setor cavernoso nas Forças Armadas. Santos se acovarda, apesar de ter o apoio de um setor importante dos industriais, dos banqueiros e das Igrejas. Por exemplo, segundo informes que manejamos, Sarmiento Angulo, um dos homens mais poderosos da Colômbia, está com o processo de diálogo [2]. As pesquisas dizem que 87% dos colombianos também desejam a paz. A correlação de forças a favor da paz é indiscutível. Fora do uribismo, ninguém mais fala de guerra. Porém, parece que Santos não quer enfrentar esses setores liderados por Uribe, então fica valente conosco militarmente e assume posições intransigentes, que não permitem o correto desenvolvimento dos diálogos. Sabemos que Uribe tem preparados 13 mil paramilitares, conhecidos extraoficialmente como o “exército antirrestituição de terras”. É que as Forças Armadas e Santos não o sabem? Claro que sim! É a isso que Santos teme? Ou é que ele assume como parte de uma possível manobra contra nós?

É claro que Uribe tenta torpedear as negociações. Será que quer voltar à presidência?


RG: E o deseja para blindar-se, porque tem temor de ser enviado a Miami por narcotráfico; ou à Corte Penal Internacional de Haia por crimes de lesa-humanidade. A ele, convém que as negociações fracassem para apresentar-se ante o país como a solução. Ainda que o “problema” da guerrilha [ele] não o resolveu em oito anos de governo.

Pablo Catatumbo: De todas as maneiras, Santos e Uribe têm a mesma ideia das negociações: um processo de paz por submissão. Estão cegos, surdos e bem errados, ainda que se creiam muito inteligentes. E é aí onde nós devemos seguir com sabedoria para demonstrar-lhes que estão bem equivocados, e que assim a guerra seguirá.

Pelas declarações que têm dado, mais documentos que li, vocês estão pedindo reformas nas instituições estatais e a modernização do próprio Estado, o que pode ser contraditório para uma guerrilha comunista, marxista-leninista.

IM: Na mesa, não estamos propondo mudanças radicais nas estruturas políticas nem econômicas do Estado. Aí não se fala de socialismo nem comunismo. O que buscamos é gerar condições para chegar a um entendimento com o governo. Um espaço onde encontremos as diferentes visões. Sabemos que, por isso, algumas organizações de esquerda, não só colombianas, já dizem que nos tornamos uma guerrilha reformista. Temos feito propostas mínimas, como as cem do sistema agrário, que, como você bem diz, não são outra coisa que um projeto de modernização do campo colombiano, porém é que lá estamos vivendo ainda no feudalismo. Imagine que ainda assim encontramos resistências do governo.

Que se firmou até agora entre as partes?

RG: Aqui se firmaram algumas coisas, porém não são assinaturas definitivas, porque nada está acordado até que tudo esteja acordado. Existem pontos em que não conseguimos nos pôr de acordo, e os deixamos para tornar a discuti-los mais adiante. Do contrário, não se avança.

 Diálogos em La Habana, e fortes confrontações militares na Colômbia…

RG: É o governo quem não quer um cessar-fogo; portanto, o fato de dialogar sob fogo vigora para as duas partes. Nós sustentamos fortes combates diários, a uma média de três por dia. Temos feito grandes ações de caráter militar que eles escondem da nação. Agora, ambas as partes decidimos que tudo o que passe por fora da mesa não se deve refletir aí. Nós temos dado mostras de vontade, como foi a trégua unilateral pelo Natal, ainda que tivemos que nos defender das agressões do exército. E o que também se tem escondido é que, nesse mesmo lapso de tempo, as transnacionais puderam aumentar seus lucros, pois não tiveram nossa pressão. Por isso é que um dos motivos essenciais de acabar com as guerrilhas, e como seja, é para que as transnacionais possam roubar o que queiram com absoluta tranquilidade.

Qual é, até o momento, a principal intransigência do governo nas negociações?

IM: Sem [deixar] lugar a dúvidas, é a determinação de não tocar na propriedade do latifúndio, cuja maior parte foi acumulada através do despojo violento. Isso lhe produz temor. Seus representantes, nos intercâmbios conosco, nos têm dito que se poderiam “desfazer os demônios do paramilitarismo”. Têm medo dos pecuaristas e latifundiários, a tocar-lhes num terço dos 30 milhões de hectares que possuem, ainda que nem vacas neles transitam. Porém, uma reforma agrária sem tocar na grande propriedade não é reforma. À propriedade da terra, há que pôr limites. O governo nem sequer tem pensado em pôr uma tributação como forma de castigo para dissuadir a posse de terras improdutivas. Quando propomos onerar essas grandes propriedades, o governo responde que não há censo confiável, pois não se sabe onde estão nem sua extensão. Então sugere que deve-se, primeiro, fazer um cadastro, o qual pode demorar de 7 a 10 anos. O que não dizem é que, durante este tempo, os latifundiários podem arrendar ou vender essas terras às transnacionais, que é a estratégia a caminho.

Se o governo colombiano se decidiu a negociar com as FARC, foi porque Washington esteve de acordo. Vocês sabem que não é um exagero meu. Qual é a atitude política atualmente?


IM: Recentemente, 62 congressistas dos Estados Unidos, entre eles dois republicanos, encabeçados por Jim McGovern, subscreveram uma carta de apoio aos diálogos. Esta missiva foi enviada ao secretário de Estado John Kerry. Saudamos este gesto altruísta. Porém, também a Casa Branca e o Departamento de Estado manifestaram seu respaldo. Claro, lá também existem suas divisões, pois o conflito colombiano gera dinheiro. As poderosas empresas construtoras de armamento não querem deixar perder esse negócio.

Vocês estão decididos a deixar a luta armada. O que tem que lhes oferecer o governo para que isso se conquiste? E vocês, em que se transformariam?

RG: O presidente Santos, durante o carteio inicial que teve conosco, nos disse que desejava abrir as comportas a uma democracia real no país. Isso nos chamou a atenção, porque nós nunca dissemos que a luta armada seja o único caminho para mudar o país. Nos levantamos em armas, e seguimos com elas, porque com violência fecharam as portas à participação política. É que, se se abre a possibilidade de fazer política legal, sem a ameaça permanente do assassinato, em igualdade de condições, e se fazem umas reformas políticas que possam rumar o país para a democracia participativa, nos incorporamos. Porque se poderia criar uma correlação de forças favorável ao movimento revolucionário, que encaminhem para as transformações radicais necessárias. Nós aceitamos esse desafio.

PC: Se necessita construir um movimento de massas forte que imponha as mudanças, pois o estabelecimento não presenteia. Essa é uma tarefa nossa, os militantes de esquerda e os democratas. A sabedoria está em armar um bloco de poder que aglutine a todos os que estamos por uma Nova Colômbia. Esse é o desafio, e não é pequeno. Porém, veja você, enquanto falamos disso na mesa de negociações, segue a repressão por todo o país. O governo não variou uma partícula quanto ao tratamento do protesto social: o estigmatiza, associando-o com as guerrilhas para poder criminalizar e atacar a tiros. E se existe algo que temos muito claro, é que não estamos dispostos a repetir a experiência da União Patriótica, onde assassinaram a quase 4 mil militantes e dirigentes [3]. A história, quando não manipulada, não mente: os violentos foram eles. Quando aos enviados do governo nestas negociações a recordamos, nos dizem que não estão aí para saber disso. Por quê? De que lhes dá temor ou vergonha? Se não se conhece a história de violência política na Colômbia, como vamos saber o por que chegamos à situação atual e como resolvê-la?

IM: Há três pontos na agenda a tratar: garantias para exercer a atividade política, a participação política e o cessar-fogo bilateral e definitivo. Neste último, se falará da deixação de armas e em que condições. Porém, entenda-se bem: não é entrega de armas. Não podemos estender-nos agora nestes pontos até que não se discuta na mesa, e serão dos últimos na agenda.

E que vai suceder com o paramilitarismo?

IM: Tem que ser erradicado de maneira definitiva, porque sem isso não haveria nenhuma certeza para uma organização insurgente que se incorpore à vida política legal. Essa é uma condição obrigatória para poder chegar a um acordo de paz. E é o governo quem tem que dar a ordem a seus generais de deter essa estratégia contra insurgente do Estado.

Vocês estão decididos a pedir perdão pela parte de sofrimento que têm causado nesta guerra?

PC: Cometemos erros, alguns graves, é certo. Porém, diga o que diga a propaganda, a agressão à população não tem sido uma estratégia das FARC. Ao contrário, a ela temos defendido do exército e seus paramilitares, principalmente no campo. Eu não tenho problema em dizer a uma senhora, a uma família: “Sinto a dor que lhe causamos com a morte de seu ser querido.” Porém, isto é muito mais complexo. Há que pedir perdão? Muito bem. Então, que se sentem conosco os grupos econômicos que têm financiado a guerra e aos paramilitares; que venham todas as instituições do Estado, pois elas estão enquadradas para a repressão e a impunidade; também os grandes meios de comunicação, porque reproduziram as estigmatizações dos organismos de segurança que antecederam aos assassinatos e massacres; os partidos políticos de direita também devem sentar-se e apresentar suas grandes responsabilidades; os ex-presidentes da República, que deram as ordens. É que nem a Igreja católica pode guardar suas culpas! E não podem ficar por fora desse ato de responsabilidades os governos de Estados Unidos, Israel, certos países da Europa e os demais que apoiaram os diferentes governos criminosos da Colômbia. Sentados todos, sim, podemos ver quem foram os terroristas e assassinos do povo.

 Vocês assinalam, e com razão, ao governo, suas Forças Armadas e aos grandes meios de comunicação como responsáveis da guerra psicológica e de propaganda contra a insurgência. Porém, creio que um importante setor da chamada intelectualidade tem se enfurecido contra a luta armada que até ontem apoiavam.

PC: A maioria dos intelectuais na Colômbia, e certamente no mundo, sofre de covardia, de acomodação ou ambas. Quase todos se deixaram meter pelo sistema na matriz da mentira, e são utilizados para “teorizar”, criar e repetir falsidades. Muitos passam fazendo discursos contra a manipulação da mídia, porém, quando o sistema arranca em campanha contra um objetivo, eles começam como os papagaios. No caso colombiano, o sistema lhes meteu na cabeça que as guerrilhas somos culpadas de tudo. Apesar de que muitos deles se acreditavam, ou se creem, de esquerda, fizeram coro de que somos responsáveis pela violência, pelo narcotráfico, o sequestro, a pobreza, da alta [do preço] da gasolina e das bananas. Lhe asseguro que se, amanhã, os pássaros deixam de cantar, esses “intelectuais” repetirão o que diga o governo e sua mídia: a guerrilha é culpada. Caíram em tal pobreza investigativa e de raciocínio tal que suas análises e teorias não suportam o mínimo debate, pelo menos conosco. Bem, eles pensam que, se debatem conosco, depois os matamos. Nem sequer são capazes de levar em conta que, se fosse assim, na Colômbia já ficariam pouquíssimos “intelectuais”. O cérebro não lhes alcança para observar que os que guardam sua independência intelectual e crítica são os que o governo assinala de ser amigos ou cúmplices da subversão.

 Devo reconhecer, e já é para terminar, que não sou muito otimista com estes diálogos. Eu creio que a Colômbia e os colombianos merecem uma paz com justiça social, porém conheço o Estado colombiano, conheço os Estados Unidos, que é seu sustentáculo e quem, ao final, decide. Oxalá que essa longa noite imposta pelo terrorismo de Estado se detenha e por fim amanheça. Desejo de todo coração.

PC: Veja, as condições políticas na América Latina mudaram. Quem ia imaginar o que passou em Venezuela e Bolívia com a chegada de Chávez e Evo? Quem ia imaginar que chegariam outros governos na América Latina para exigir dos Estados Unidos o respeito à soberania? Existem casos imprevisíveis, como foi o fim da União Soviética.

Na Colômbia, existe um acumulado de fome, exclusão, injustiças e repressão. Chega um momento em que o povo não aguenta mais. Existe um acumulado de processos larvados que podem saltar em qualquer momento. Existe uma ebulição que poderia explodir amanhã mesmo. Ademais, a problemática colombiana não é uma ilha. Os países vizinhos estão pressionando o governo porque já estão cansados de que o conflito lhes afete. Venezuela tem uns 4 milhões de deslocados; Equador quase dois milhões. Cremos que existem de 13 a 15 milhões de colombianos nos países limítrofes, ou seja, a terça parte da população colombiana. E esses países devem dar a eles alimentação, saúde, moradia. Até quando? A isso, somam-se os gastos para resguardar as fronteiras. Tudo porque o Estado colombiano insiste em não negociar um conflito no qual não vai ser vencedor! Nós pedimos aos representantes dessas nações que exijam ao [governo] colombiano que faça a paz para que regressem os compatriotas.

Somos otimistas. Os revolucionários devemos ser otimistas, até nas piores situações. E nós cremos que a paz chegará à Colômbia porque a merecemos. A outra perspectiva é a guerra total. Por isso digo que é o momento, ainda que não é fácil. Este processo de paz é demasiado complexo, porém acreditamos que é possível. Insistimos em lutar pela paz, e por isso não vamos cruzar os braços. Eu, sim, tenho esperanças, apesar de que ao poder e à oligarquia colombiana lhes faz falta grandeza e humildade para começar a solucionar este conflito.

Notas:
1) Como “El Laguito” se conhece um conjunto residencial em La Habana. Suas casas, quase todas de dois pavimentos, estão separadas por árvores e jardins. No centro há um pequeno lago. Desde novembro 2012, neste tranquilo entorno se alojam as delegações das FARC e do governo colombiano.

2) Segundo a revista Forbes (edição 2012), Luis Carlos Sarmiento Angulo figura como o primeiro multimilionário da Colômbia, e ocuparia o posto 64 no mundo.


3) A União Patriótica nasceu em 1985, como resultado dos diálogos entre o governo de Belisario Betancur e as FARC. Segundo sentenciou a justiça colombiana, contra ela existiu um “genocídio político”

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E no blog da redecastorphoto...



por Laerte Braga [Jornalista. Colaborador desta nossa Agência Assaz Atroz] 




Quando o ex-presidente Fernando Henrique diz que “o PSDB não é farinha do mesmo saco”, não estava querendo defender o partido. Isso é o que pode parece à primeira vista. Estava defendendo a si, largando os “amigos” (que não tem, tem cúmplices) na chuva e cuidando de sua própria pele.


É deus, privatizou o mundo em seis dias e depois foi a Camp David passar o sétimo com Bill Clinton onde recebeu a unção pelos serviços prestados.

O que está dizendo é que não o confundam com Serra, com Alckmin, com Aécio, com Álvaro Dias, com Portelinha, Azeredo e toda a corja. Ele não. É deus e está acima do bem e do mal. O que fez não importa se eivado de corrupção, importa que ele é “deus”. 

(...)

Globo e Metrô/CPTM de São Paulo são produtos da podridão e da falência do Estado desde a época da ditadura militar.

Um corpo corroído muito mais pelos corruptores, principais acionistas desse Estado (bancos, grandes empresas, latifúndio, templários evangélicos, que pela corrupção, que é consequência). A bancada evangélica é uma espécie de ordem dos templários da Idade Média, mas caricata; latifúndios são pistoleiros do velho oeste; banqueiros mais grandes empresários são a OPUS DEI).

(...)

No Brasil e em quase todos os países, há um problema complicado. Classe média. Come arroz e feijão, deve horrores ao banco, e arrota faisão. Pior, lê VEJA (segundo eles, a melhor revista do mundo em língua portuguesa, mas já bastante decadente) e acha que o JORNAL NACIONAL (com índices de audiência em queda livre) é o ponto de referência da verdade absoluta. E adora trazer seus cães pra defecar pelas ruas...

No caso específico de FHC, um safardana de grande porte, amoral, logo destituído de qualquer principio e que em sua versão fumante de charuto cubano acredita que tudo é obra dele.

(Para ler artigo completo, clique no título)
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Ilustração: AIPC - Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA


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"EU NÃO. EU SOU DEUS"




“EU NÃO. EU SOU DEUS”

 

 

Laerte Braga

 

 

Quando o ex-presidente Fernando Henrique diz que “o PSDB não é farinha do mesmo saco”, não estava querendo defender o partido. Isso é o que pode parece à primeira vista. Estava defendendo a si, largando os “amigos” (não tem, tem cumplices) na chuva e cuidando de sua própria pele.

É deus, privatizou o mundo em seis dias e depois foi a Camp David passar o sétimo com Bil Clinton onde recebeu a mala pelos serviços prestados.

O que está dizendo é que não o confundam com Serra, com Alkmin, com Aécio, com Álvaro Dias, com Portelinha, Azeredo e toda a corja. Ele não. É deus e está acima do bem e do mal. O que fez não importa se eivado de corrupção, importa que ele é “deus”.

Parênteses.

No caso de Aécio estar no PSDB é falta de vergonha na cara, ou já está num estado de depauperação mental irrecuperável. Tancredo tinha horror de FHC.

Fernando Henrique percebeu a gravidade do caso do metrô paulista e sente o cheiro da podridão que exala da REDE GLOBO, donde podem surgir segredos aterradores do seu governo, falo da sonegação fiscal de 600 milhões.

A GLOBO sempre foi fétida, só que agora o cheiro está chegando com insuportável odor às ruas.

São as duas grandes questões pontuais que vive o País nesse momento e são elas que devem fazer parte de qualquer bandeira de protesto, onde quer que se vá. no território nacional, ao lado das grandes causas,  a Constituinte Popular, por exemplo. São produtos da podridão e da falência do Estado desde a época da ditadura militar.

Um corpo corroído muito mais pelos corruptores, principais acionistas desse Estado (bancos, grandes empresas, latifúndio, templários evangélicos, que pela corrupção, que é consequência (a bancada evangélica é uma espécie de ordem dos templários da Idade Média, mas caricata, latifúndios são pistoleiros do velho oeste e banqueiros e grandes empresários são a OPUS DEI).

O sistema político eleitoral brasileiro permite que os corruptores elejam e mantenham a maioria das casas legislativas, prefeituras, esse adereço desnecessário câmaras municipais, governos estaduais, assembleias e as duas casas legislativas nacionais, uma delas a chamada representação popular, a Câmara dos Deputados e a outra, outro adereço desnecessário, o Senado, representação dos estados de uma federação que não existe exceto no papel.

 Nosso sistema judiciário é uma teia de não resolve nada e isso é proposital. Quem vai ter peito de encarar o mea culpa no erro do “mensalão? Todo o arcabouço do Estado brasileiro guarda consigo “preciosidades” do Brasil colônia, do Brasil império e das várias “repúblicas” que tivemos ao longo de nossa História, mas sempre sob o controle das elites econômicas. O caráter democrático,  que é também o caráter humano que deveria prevalecer não existe.

E aí, entra FHC, como entra o grupo GLOBO, como entram os que compram e se beneficiam do que na verdade é a diferença de classes, que por sua vez nos remete à luta de classes, necessária e fundamental para a construção de um Estado democrático. Aquele em que o trabalhador decide ao invés de ser alvo de gás lacrimogênio ou gás de pimenta, além da borduna da excrescência Policia Militar, outra “preciosidade” que trouxeram de antanhos.

Neste momento temos o que se chama de “condições objetivas” para buscar mudanças estruturais indispensáveis, a não ser que queiramos aceitar o papel de zumbis em função dos interesses dos donos. Não mudanças totais, plenas, mas portas para a construção de um futuro socialista.

No Brasil e em quase todos os países, há um problema complicado. Classe média. Come arroz e feijão, deve horrores ao banco para ter carro do ano e arrota maionese. Pior, lê VEJA e acha que o JORNAL NACIONAL é o ponto de referência da verdade absoluta. Extasia-se com o ET de Varginha.

No caso específico de FHC um safardana de grande porte, amoral, logo destituído de qualquer principio e que em sua versão fumante de charuto cubano acredita que tudo é obra dele.

E que numa frase, como a que disse, falou para fora uma coisa, falou para dentro outra coisa, até porque se chegarem a ele respingos desse processo do metrô, da GLOBO, o risco de retaliação é imenso. É detentor de segredos desde alcovas a gabinetes escuros e sombrios como aqueles que Drácula usa e não vai ter escrúpulos em esgrimá-los a seu favor.

É característica do amoral.

Foi o que ele quis dizer.

“EU NÃO. EU SOU DEUS”.

O PSDB não é farinha do mesmo saco só, é um tipo de farinha predadora e que ao invés de alimentar devora.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O SEMPRE e ETERNO JOVEM FIDEL. A Revolução não envelhece. A Luta continua. 87 anos de LUTA. JOVEM SIM!

http://cubavivaoficial.blogspot.com.br/2013/08/capistrano-o-velho-fidel-87-anos-de-vida.html

SEXTA-FEIRA, 9 DE AGOSTO DE 2013

Capistrano: O velho Fidel, 87 anos de vida

Fidel

Tenho por Fidel Castro uma grande admiração, quase uma veneração. Acompanho a sua trajetória de vida desde 1960, na época eu estava com 13 anos de idade. Fidel, com 34. Ele, o líder revolucionário mais admirado no chamado mundo periférico. Posso afirmar, sem nenhum medo de errar, que também admirado em todo o mundo desenvolvido. Pela classe operária, pela intelectualidade de esquerda, pela juventude, por aqueles que tinham compromisso com um mundo justo e fraterno.


Naquele momento havia uma grande mobilização internacional contra o colonialismo, contra as guerras imperialistas, em defesa da autodeterminação dos povos. Fidel encarnava essas bandeiras, símbolos de resistência ao domínio imperialista.

No próximo dia 13 de agosto do ano em curso (2013), Fidel completa 87 anos de vida, motivo dessas mal traçadas linhas. Ele nasceu no ano da graça de 1926. Advogado formado pela Universidade de Havana e líder de uma Revolução vitoriosa. Fidel é uma figura lendária que tem pontificado com sua personalidade o cenário político internacional. Carismático, líder amado pela maioria do seu povo. Mesmo contra a vontade da maioria do povo cubano, Fidel soube sair da chefia do governo, quando a sua condição física não lhe permitia exercer plenamente as funções de chefe de governo. Mesmo assim, continuou presente no cenário político mundial.

Durante todo o período em que governou a pequena ilha, Fidel resistiu à pressão da maior potência capitalista do mundo contemporâneo (EUA), que desejava dobrar o governo cubano e o seu povo aos interesses neocolonialistas do império ianque. Por esse motivo sofreu todo tipo de atentado, escapando ileso das inúmeras tentativas de assassinatos praticadas contra ele pelos agentes da CIA.

Vale salientar que Fidel foi dirigente de um pequenino país latino-americano. Cuba é uma pequena ilha localizada no mar das Antilhas, vizinha aos Estados Unidos, sem grandes recursos naturais, além de sofrer, constantemente, a passagem sobre a ilha de furacões e tornados que geralmente devastam parte do seu território, causando sérios prejuízos ao povo e a economia cubana. Também, não podemos esquecer que Cuba sofreu e ainda sofre um imoral bloqueio econômico, hoje com menos intensidade, mas, ainda causando sérios danos à economia e a vida do povo e do país. Apesar de tudo isso Cuba resiste e vai superando as suas dificuldades.

Sempre que escrevo sobre Cuba gosto de lembrar que já estive lá por duas vezes, vi de perto como funciona o país e o sistema socialista, sei de suas dificuldades, conheço o entusiasmo e o nacionalismo do povo cubano. Um povo culto, com um alto índice de profissionais com curso superior. Um país que fornece mão de obra para América Latina e Caribe, com parâmetros de eficiência comprovados pelos organismos internacionais nas áreas de educação, saúde e esporte.

Apesar dos seus 87 anos, Fidel continua atento às questões internacionais. Sempre estou lendo as suas reflexões, publicadas na imprensa cubana e na imprensa internacional, são reflexões muito equilibradas. Ele é um homem muito culto, inteligente, tem uma grande capacidade de análise política, sociológica, filosófica e econômica dos fatos. Quem conhece Fidel, quem teve a oportunidade de conviver com ele, de dialogar com ele, de trocar ideias com ele, fala exatamente dessa capacidade de compreender o mundo. Fidel é um humanista por convicção.

Quem se interessar em conhecer melhor o velho Fidel, o mais importante e influente líder político dos últimos sessenta anos, conhecê-lo sem as usuais distorções feitas pela grande mídia controlada pelos serviços secreto do mundo capitalista, principalmente pelo serviço secreto dos EUA, recomendo, entre muitos livros escritos sobre ele, a leitura de dois livros: Fidel Castro – biografia a duas vozes – do jornalista espanhol Ignacio Ramonet – Editora Boitempo, 2006; e o livro Fidel e a Religião – escrito por Frei Beto. Além disso, tem algumas entrevistas concedidas por Fidel a imprensa internacional. Recomendo a entrevista feita em Havana no an o de 1986 por Roberto D’Ávila para o programa Conexão Internacional, TV Manchete e as concedidas por ele ao programa Roda Viva da TV Cultura e, por último, a concedida ao cineasta americano Oliver Stone em 2003. Com esse material se pode fazer uma análise correta da importância desse grande líder latino-americano. Fica aqui, o registro e a minha homenagem aos 87 anos desse grande líder latino-americano, Fidel Castro Ruz, um cidadão do mundo, um revolucionário em defesa dos povos oprimidos.

*Antonio Capistrano é ex-reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e filiado ao PCdoB

Retirado do VERMELHO
Postado por CubaViva às  14:55  

Senilfobia globalizada: pró-xereca francês e diretor de jornalismo de afiliada da Rede Globo acusados de ainda não terem brochado de vez





Estadão: "Bullying" é bulir com a língua portuguesa
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Recebido por e-mail do nosso correspondente João TNT, diretamente de uma reserva de caatinga no Sertão Alagoano.

Depois da visita do deputado pé-quente Romário a Santana do Ipanema, as coisas começaram a acontecer no município alagoano

Buliram com os brios dos militantes pela revitalização do Rio Ipanema

O prefeito Mário Silva [PV] participou na tarde desta terça-feira(06), no auditório do INSS, da reunião do grupo Guardiões do Rio Ipanema.

Diversas histórias foram contadas de como era importante para a sociedade o rio que banha a cidade, grande gerador de renda e fornecedor de alimentos e lazer para os ribeirinhos.

Sergio Campos iniciou a reunião fazendo um histórico da qualidade do Rio Ipanema antigamente e a situação degradante que se encontra hoje, como um paciente na beira da morte em uma UTI, “mas não vamos deixar que sua morte aconteça sem lutar”, disse Sérgio campos.

O prefeito Mário Silva, garantiu total apoio para a causa, como santanense e prefeito da cidade. Também colocou que caso a comissão precise de gente especializada poderá solicitar ao Partido Verde do qual é filiado uma ajuda técnica para o grupo. [AA: Gabeira também visitou a cidade alagoana e discursou para os cabras que enfrentam a peste da poluição do rio Ipanema]

O presidente da Câmara de vereadores, José Vaz, também garantiu seu empenho individual para juntos encontrarem uma alternativa para garantir a sobrevivência do rio.

O professor [escritor] Clerisvaldo B. Chagas, falou que o rio já ganhou um pouco de sobrevida com a chegada do esgotamento sanitário da cidade.

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AA: As obras de implementação do projeto de saneamento básico (esgotamento sanitário) em Santana do Ipanema, incluso no plano de despoluição do Rio São Francisco (o Rio Ipanema é afluente do Velho Chico), tiveram início às vésperas das eleições municipais de 2008. O deputado federal Givaldo Carimbão (PSB-AL), promovedor da ida de Romário àquela cidade alagoana, tentou, na época das eleições, fazer o eleitorado crer que se tratava de obra conquistada por ele, “em parceria” com a prefeita Renilde Bulhões e com o filho desta, deputado estadual Isnaldo Bulhões, este apontado pela Polícia Federal como um dos elementos envolvidos em desvio de verbas da Assembleia Legislativa de AL (leia sobre o caso: Operação Taturana. ― A mãe é acusada de envolvimento no assassinato do radialista Jorge Santos ).

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A limpeza do rio melhorará a qualidade de vida de todos, principalmente dos que moram na proximidade do rio e que terão um forte de trabalho com a pesca.

O professor contou uma aventura que teve com dois amigos, eles saíram de Santana do Ipanema até a foz do Rio Francisco na cidade de Belo Monte, quando chegaram ao final, cansados, perguntaram a um rapaz onde ficava o Rio São Francisco, o garoto disse que era perto, porém, perguntou de onde eles vinham.

A mesa foi composta por alguns dos “Guardiões do Rio Ipanema” 
(Foto: Lucas Malta / Alagoas na Net)

O professor olhou para o leito do Panema respondendo que vinha de Santana percorrendo o rio. O rapaz com cara de espanto falou: “Pelo Riacho do Panema?” "Precisamos salvar o rio que originou a cidade, com urgência", concluiu o professor.

O ambientalista Fernando Valões destacou que a recuperação do Rio Ipanema passa obrigatoriamente pela recuperação do riacho Camuxinga e outros afluentes. Também é preciso que o município crie a Secretária Municipal do Meio Ambiente, só assim poderemos ter leis que regulamente as atividades ligadas ao meio ambiente na cidade.

O vereador da cidade de Piaçabuçu, Jeferson Monteiro, falou que no mesmo caminho está indo o Velho Chico. O Rio Ipanema está tomado pela sujeira e agora pelas algas; elas vão se multiplicando, matado os peixes que restam sem oxigênio. Caso o Ipanema morra, também morrerá o Rio São Francisco, um depende do outro.

Usaram da palavra os professores Paulo César (PT), Paulo Roberto (PSOL), Selma Campos, gerente do INSS, o comunicador Vaneude Silva, Manoel Silva, Ariselmo Melo, Joana Silva, da comunidade de Bebedouro, e o presidente da OAB local Cicero Angelino.

A mesa foi composta por José Vaz, Sérgio Campos, Clerisvaldo Chagas, José Mário Silva e Marcelo Fausto.

O poeta Ferreirinha encerrou o encontro com um poema em homenagem ao Rio Ipanema.  

Há muito tempo passado/ Santana era um dilema,/ Na convivência dos índios/ Que conhecia o sistema,/ Devido a água salgada/ Santana era chamada/ De Ribeira do Panema

Porém não tinha problema/ De lixo e poluição,/ A água mesmo salobra/ Servia a todo sertão/ Todos animais bebiam/ A água limpa servia,/ As diversas precisões.

Peixe tinha de montão/ Para o povo não faltava,/ Se escolhia o tamanho/ Jogava a rede e pegava,/ Criança, jovem, ancião/ Às vezes só com a mão,/ Sem sacrifício pescava.

 por Roosevelt Valões – Ascom/PMSI

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Aliada do PT

De...
...para a PressAA

Trabalho Escravo

Roseana Sarney (Foto: Divulgação)




Governadora alega que que proposta vai contra a Constituição do Estado e recebe críticas; deputado autor do projeto promete tentar derrubar veto. 

A governadora do Estado do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), vetou o projeto de lei nº 169/2013, que havia sido aprovado na Assembleia Legislativa do Estado e previa a cassação do registro de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de empresas flagradas com trabalho escravo. O veto foi publicado na edição de segunda-feira (5) do Diário Oficial da Assembleia Legislativa e, na sua justificativa, a governadora alegou que o texto é inconstitucional.
De autoria do deputado Othelino Neto (PPS) [grifo AA], o projeto foi inspirado na lei paulista nº 14.946/2013, de autoria do deputado Carlos Bezerra Jr. (PSDB), que foi regulamentada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em maio. Propostas semelhantes já foram apresentadas nos Estados de Mato Grosso do SulTocantins e Rio de Janeiro. Além da cassação do registro de ICMS, ambas as matérias determinam que as empresas que se beneficiarem de mão de obra escrava serão impedidas de exercer o mesmo ramo de atividade econômica ou abrir nova empresa  por dez anos.
(Para ler reportagem completa, clique no título)
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Aliado do PSDB
Leia sobre o presidente nacional do PPS, ex-diretor do INCRA no governo do general Garrastazu Médici:

Vida e obra (lato sensu) de Roberto Freire, presidente nacional do PPS, facção do PSDB-DEM



Texto do jornalista Sebastião Nery sobre a vida e obra de Roberto Freire. O PCB segue na luta pelo socialismo no Brasil e no Mundo. Em 2009 realizamos o XIV Congresso Nacional que marcou a reconstrução revolucionária do Partidão. Agora, em 2010, lançamos chapa própria para as eleições gerais.
Vida e obra de Roberto Freire - A estranha história de Roberto Freire

Sebastião Nery
(Data incerta e não sabida)



O único político brasileiro da oposição (que se diz da oposição) que aplaudiu José Serra, o Elias Maluco eleitoral, por ter anunciado que agora é hora de destruir Lula, foi o senador Roberto Freire, presidente do Partido Popular Socialista (PPS, a sigla que sobrou do assassinato do saudoso Partido Comunista, melhor escola política brasileira do século passado). Disse: "Serra presta um serviço à democracia".

Para Roberto Freire, "desconstruir", destruir, eliminar o principal candidato da oposição e das esquerdas (com 42% nas pesquisas) é um "serviço à democracia". Gama e Silva nunca teve coragem de dizer isso. Armando Falcão também não. Nem mesmo Newton Cruz. Só o delegado Fleury. Ninguém entendeu. Porque não conhecem a história de Roberto Freire.

Aprovado pelo SNI
Em 1970, no horror do AI-5, quando tantos de nós mal havíamos saído da cadeia ou ainda lá estavam, muitos sendo torturados e assassinados, o general Médici, o mais feroz dos ditadores de 64, nomeou procurador (sic) do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) o jovem advogado pernambucano Roberto João Pereira Freire, de 28 anos.

Não era um cargozinho qualquer, nem ele um qualquer. "Militante do Partido Comunista desde o tempo de estudante, formado em Direito em 66 pela Universidade Federal de Pernambuco, participou da organização das primeiras Ligas Camponesas na Zona da Mata" (segundo o "Dicionário Histórico Biográfico Brasileiro", da Fundação Getulio Vargas-Cpdoc).

Será que os comandantes do IV Exército e os generais Golbery (governo Castelo), Médici (governo Costa e Silva) e Fontoura (governo Médici), que chefiaram o SNI de 64 a 74, eram tão debilóides a ponto de nomearem procurador do Incra, o órgão nacional encarregado de impedir a reforma agrária, exatamente um conhecido dirigente universitário comunista e aliado do heróico Francisco Julião nas revolucionárias Ligas Camponesas?

(Para ler artigo completo, clique no título)

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Facebookada

Trecho do livro "68 A GERAÇÃO QUE QUERIA MUDAR O MUNDO", via BlogueDoSouza:

9 de setembro de 2011 às 02:01
Trecho do livro "68 A GERAÇÃO QUE QUERIA MUDAR O MUNDO":
“Um colega seu de ofício (do advogado Lino Ventura) defendia uma mulher e durante o seu processo ocorre o fato, verídico e registrado em seus autos. O advogado de sua defesa inquire o sargento, sua testemunha de acusação.
- Senhor sargento, por que o senhor acusa minha cliente de ser subversiva?
- Pelo material apreendido em sua casa – responde.
- Mas, especificamente, que material?
- Umas cartas...
O advogado prossegue.
- Sargento, seriam estas cartas, às quais se refere?
- Sim, senhor, são estas cartas.
- Mas sargento, estas cartas estão escritas em idioma francês, o senhor tem conhecimento do idioma francês?
- Não senhor – responde o sargento para espanto e risos no plenário.
Insiste o advogado.
- Senhor sargento, se o senhor não conhece o idioma francês, como pode, por estas cartas, acusar minha cliente de ser subversiva?
- Mas é claro – prossegue convicto o sargento – eu li nas entrelinhas”.

  • Romulo Melillo por minha experiência de ler nas entrelinhas é necessário de se ler as linhas, falo isto porque quando criança somente tive acesso a Seleções
  • Romulo Melillo do Readers Digest e tornei-me socialista lendo propaganda americana, admirei a luta do Che Guevara, Fidel Castro que eram citados com mentiras facilmente decifráveis. Foi meu primeiro livro escrito com letrinhas pequenas meio às linhas das Seleções.
  • Flavia Leitão Que interessante, Romulo! Você foi muito sagaz. Eu acreditei no Peter Pan e no Mickey .... As histórias dos nossos heróis de verdade são muito mais bonitas, sinceras e cheias de grandeza...
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus Seleções...saudades.....Vcs lembram daquele livro desmistificando o Donald e suas superestruturas capitalistas?...enaltecendo, automaticamente o Tio Patinhas? Cadê esse cara q fez uma leitura ideológica do Donaldo? já morreu?
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus ah! e saudades do P. Francis....um ex-trotskista comentando na Rede Globo....a mesma Rede onde ele, recém-saido da prisão - a ' gripe do Pasquim' - faz, escreve um artigo arrasador contra os Marinhos,
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus Flavinha fala do Peter Pan...e a sínd. do p. pan? falar nisso, existe mesmo essa sínd. de estocolmo? começou c aquela - lembram? - refém dos panteras negras, q se alia a eles...
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus saudades da APML do Brasil...em fins de 71, c a guerrilha do araguaia já genocidada, a AP tenta um um namoro c o PC do B....
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus era militante, massa, na época, estudante do então secundário, q nem fui terminar, seguindo o conselho de B. Shaw e de P.F.: p q tudo isto, de q irá me servir tudo isto...:
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus o companheiro, tb estudante, do pc do b, amarelou, numa simples panfletagem num colégio público....
  • Flavia Leitão Oi, Geraldo! Não me lembro do livro desmistificando o Donald, não... A spindrome do P.Pan acho que todo mundo tem! rsrsr quem quer realmente 'crescer'? A Patrícia não-dei-do-quê? Lembro dessa história mas, não sei que fim teve! Acredito na síndrome de Estocolmo, sim. A gente não sabe com certeza o que o medo faz às pessoas...
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus Flavinha manda me dizer q n lembra do livro...desmistificando o Donald....Flavinha é uma alienada...ela é do tempo pré Pasquim....
  • Flavia Leitão Geraldinho de Merda, sem cara e sem coragem, tá escondendo o quê?
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus meu amor, o lançamento do B. nunca + digital é dia 9 mesmo?
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus eu li o livro do Gabeira antes dele ser o Gabeira q é hoje...mas ainda curto P. F., ainda curto Millôr...o F. Gullar de Poemas sujos.,; é a minha direita....os fantasmas voltam...
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus antes Millôr q FHC...
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus Flavinha, vc ta enchendo minha cx do yahoo de subversão!
  • Flavia Leitão Não encho caixa de ninguém! Você é que está me enchendo o saco! Cai fora!
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus quer casar comigo, linda gazela? tenho uma proposta - eu, trabalhando no PSF a 900 km de Salvador, preciso de uma f~emea....pois tenho uma proposta de uma garota totalmente - creio - alienada....
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus e c filhos! eu n tenho estrutura + de assumir criancinhas dos outros...
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus boa noite, linda gazela!
  • Geraldo Vasconcelos de Jesus como tenho insonia, ainda to online...
  • Flavia Leitão Aluizio Ferreira PalmarAna Helena TavaresAna Claudia Garcia,Carlos Eugênio ClementeLuiz Claudio SouzaFernando Soares Campos, esse cara esquisito é amigo de vocês também: Geraldo Vasconcelos de Jesus!
    9 de agosto de 2013, recebido na caixa de e-mail de Fernando Soares Campos: 00:35 (13 horas atrás)
  • Fernando Soares Campos Flavia Leitão, querida amiga, às vezes alguns posts, como este último seu, passam por nós quando estamos desapercebidos. Mas, como tenho o costume de revirar, de vez em quando, a caixa de e-mails, dei de cara com ele. Bom, antes tarde do que nunca. O que quero dizer mesmo é que o Geraldo Vasconcelos de Jesus é realmente um dos nossos amigos. Com muita honra para todos nós. Abraços...
  • Flavia Leitão Pois pra mim, não foi nada honroso o que ele escreveu na minha página acima! Tenho tendência a acreditar nas pessoas que eu admiro ou gosto... então pergunto, esse perfil é do seu honrado amigo mesmo ou é falso? E não enviei emails pra ninguém da minha lista seja com mensagens subversivas ou sexuais.
  • Fernando Soares Campos Mudando de canal alienante para a TV Brasil, ontem assisti ao filme "Joana D'Arc", simplesmente maravilhoso. Tou falando isso porque o texto que abre este tópico me faz, de certa forma, lembrar a defesa de Joana D'Arc no tribunal da Inquisição.

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TV BRASIL


Horário(s) do Programa:

Nacional - Terça a Quinta às 23:30

RJ - Terça a Quinta às 23:30

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Episódio 4

Sinopse:


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Senilfobia no Mundo Globalizado!

Como a diplomacia francesa, que deixou de passar vaselina e agora usa areia, as Organizações Globo também engrossaram o ponto de exclamação no asterisco dos tesudos mais velhos:

De...


...para a PressAA

A TV Sergipe, afiliada da Rede Globo, decidiu afastar o diretor de jornalismo Roberto Gonçalves. Acusado de ter assediado a jornalista Sayonara Hygia, que era âncora do 'Bom Dia Sergipe', o executivo ficará fora da emissora até que o processo seja julgado. Com isso, a chefe de redação, Rosa Vasconcelos, assumiu a direção interinamente.
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Gonçalves foi afastado da direção de jornalismo da TV Sergipe 

(Imagem: Marina Fontenele)

Divulgada pelo Correio de Sergipe, a história começou há quase três anos. De acordo com as informações, Sayonara teria sofrido, em primeiro momento, assédio sexual. Mais tarde, questões morais foram envolvidas. A jornalista começou a perder espaço nas funções que desempenhava. Além disso, a situação teria despertado na profissional série de problemas psicológicos.

O Comunique-se entrou em contato com Sayonara, mas, seguindo ordens de sua advogada, a jornalista não pode falar com a reportagem. Além desse caso, a emissora enfrenta outros problemas. Há colaboradores reclamando do acumulo de funções. Existe processo aberto para averiguar o caso.
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Pró-xereca acusado de ser proxeneta:



Ex-gerente do FMI será julgado por “proxenetismo agravado”


Por Eduardo Febbro


Paris - Um hotel de luxo, prostitutas, intermediários e um homem de poder planetário: a combinação não poderia resultar mais explosiva. Em seu centro está o ex-diretor gerente do FMI, o economista francês Dominique Strauss-Kahn, que será julgado na França por proxenetismo agravado. A Promotoria havia decidido em um primeiro momento arquivar o caso que supostamente implicava Dominique Strauss-Kahn com uma rede de prostitutas que funcionava a partir do hotel Carlton, na localidade de Lille, no norte do país. Alegou falta de provas evidentes. 

No entanto, os juízes de instrução mudaram de posição e decidiram que o político francês deveria comparecer ante um tribunal correcional. Os magistrados instrutores Stéphanie Ausbart e Mathieu Vignau consideram hoje que Strauss-Kahn era “o eixo central” de um sistema de “consumo sexual”, no qual não se tratava de “libertinagem”, mas sim de “pedido de prestações de serviço”. Segundo informações antecipadas pelo jornal conservador Le Figaro, DSK (iniciais pelas quais o ex-diretor gerente do FMI é conhecido na França) sabia que as mulheres que frequentava “eram prostitutas remuneradas”.


(Para ler artigo completo, clique no título)


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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoons

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PressAA




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