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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Entrevista com ministro da Defesa do Brasil à mídia russa

http://www.defesanet.com.br/br_ru/noticia/9597/Entrevista-com-ministro-da-Defesa-do-Brasil-a-midia-russa





Entrevista com ministro da Defesa do Brasil à mídia russa


Alexander Krasnov
Apresentamos a entrevista concedida à Voz da Rússia pelo ministro da Defesa do Brasil, Celso Amorim. Ele falou, entre outros assuntos, sobre as relações russo-brasileiras na área técnico-militar. Esta foi a primeira vez que um ministro da Defesa do Brasil falou em exclusivo à mídia russa.
Celso Amorim nasceu em Santos, no estado de São Paulo, há 69 anos. Foi ministro das Relações Exteriores no governo do presidente Itamar Franco e nos dois mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como diplomata, chefiou a Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas, em Nova York, entre 1995 e 1999, quando se tornou amigo de Sergei Lavrov, que hoje é o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia. Depois, assumiu a chefia da Missão Brasileira na Organização Mundial do Comércio (OMC), em Genebra, Suíça. Em 2001, serviu como embaixador no Reino Unido. Celso Amorim é ministro da Defesa do Brasil desde 8 de agosto de 2011.
– Muito obrigado, ministro, por essa oportunidade. A gente agradece imensamente. Fizemos até um levantamento ainda há pouco e descobrimos que essa vai ser a primeira entrevista de um ministro brasileiro para o público russo. Isso nos enche de muita esperança e muito orgulho.
O senhor esteve com a presidenta Dilma em dezembro na Rússia e foram realizados vários acordos entre os dois países. Mas, como destacou a própria presidenta, a área técnico-militar recebeu um destaque especial. Como está indo essa cooperação agora?
Bom, o acordo de cooperação militar assinado abrange os mais diversos níveis. Por exemplo, havia uma dificuldade de treinamento dos pilotos dos helicópteros russos que nós havíamos comprado. A empresa dava um treinamento básico, mas nós precisávamos de algo mais. E, com esse acordo, nós teremos esse tipo de treinamento militar de maneira mais normal, mais fluida. Além de muitas outras coisas.
A assinatura desse acordo, em si mesma, já é algo muito importante, porque ela abre muitas outras avenidas de cooperação, de formação para trabalhar em áreas avançadas que interessam à Rússia e ao Brasil. Seja na cibernética, na área espacial ou de equipamento militar mesmo.
Houve essa aquisição dos helicópteros de combate, muito bons, e, no início, houve um pouco de dúvida sobre a manutenção. Mas já verifiquei que essas questões estão sendo encaminhadas e, naturalmente, no espírito do próprio acordo de compra, esperamos que haja uma boa transferência de habilidades e competências nessa área.
 Nós sabemos que o chefe do Estado-Maior, o general José Carlos De Nardi, esteve recentemente também na Rússia negociando alguns acordos mais concretos.
É. A ida do general De Nardi foi resultado direto das conversas entre os presidentes. O comunicado conjunto da visita, que singulariza a área de defesa antiaérea, já previa a ida do chefe de Estado-Maior brasileiro para tratar dessa possibilidade de cooperação.
Isso envolve, naturalmente, alguma aquisição, de acordo com as nossas necessidades imediatas, mas também há a expectativa de que empresas russas possam fabricar algum desses equipamentos aqui no Brasil. Agora, as questões técnicas ainda estão sendo discutidas.
A visita foi muito proveitosa. Seguramente, terá uma continuidade agora com a vinda do primeiro-ministro (Dmitri Medvedev), e a nossa expectativa é a de que isso possa caminhar. Claro que tem muita coisa a se discutir ainda, como aspectos financeiros, orçamentários, qual a transferência de tecnologia, treinamento e todas essas coisas.
 Mas uma eventual produção no Brasil desses equipamentos modernos é de interesse brasileiro.
Sim. Não só dos equipamentos atuais, mas quem sabe até de um equipamento que ainda está em desenvolvimento pela própria Rússia.
Isso antecipa um pouco outra pergunta. A Rússia tem exemplos de desenvolvimento conjunto de aviões com outros países. Isso poderia ser um caminho para o Brasil também?
Bom, nesse caso, nós não estamos falando de aviões. Estamos falando desse equipamento de defesa antiaérea. Independentemente da aquisição e da produção no Brasil de equipamentos já existentes, há a possibilidade também do desenvolvimento conjunto de equipamentos mais modernos. Isso está sendo discutido, mas essas coisas levam algum tempo. Essa sugestão surgiu já na reunião do nosso chefe de Estado-Maior Conjunto com o seu correspondente russo e com as empresas. Vou chamar a atenção para o fato de que ele foi lá com várias empresas brasileiras. O que é muito interessante porque isso já vai preparando terreno para uma eventual produção no Brasil, um desenvolvimento tecnológico conjunto.

A Rússia nos informa que existe uma lei que protege a propriedade intelectual justamente na área de defesa entre a Rússia e o Brasil. Esse acordo, na verdade, já foi ratificado pelo parlamento russo e, segundo eles, só falta agora o Brasil ratificar também.
Há um pequeno problema interno, mas isso vai ser superado. Nós tivemos muito recentemente uma lei de acesso à informação, que não tem nada a ver com a parte tecnológica. Então, é preciso estudar todos esses acordos  não só com a Rússia  que envolvem cláusulas de confidencialidade para que possam ficar dentro da lei brasileira. Mas eu não vejo nenhuma dificuldade nisso. É um problema puramente burocrático de atualização.
Entendi.
Quando nós começamos a recolher as perguntas da redação russa, percebemos que lá as pessoas ainda tem pouco conhecimento dos desafios do Brasil na área da defesa. No imaginário russo, o Brasil é um gigante, muito forte, que não tem nenhuma preocupação com a defesa. Eu queria que o senhor falasse um pouco como o Brasil se vê hoje nessa questão.
Que é um gigante muito forte, isso é verdade. E que no futebol a gente nunca se preocupou muito com a defesa  por fazer sempre muitos gols, desde a época do Garrincha , isso também é verdade. Mas, deixando a brincadeira de lado, obviamente o Brasil não pode ser uma das maiores economias do mundo, ser um dos maiores repositórios de água doce, biodiversidade, de capacidade de produção de alimento, ter a Amazônia do tamanho que é e não se preocupar com a defesa. Não é possível isso.
Embora tenhamos dez vizinhos, nós não temos problemas com nenhum deles. Todos os problemas de fronteira que nós tínhamos foram resolvidos diplomaticamente há mais de cem anos. A relação nossa com todos esses países é uma relação de amizade e cooperação. Mas isso não quer dizer também que nós não temos que defender nossas fronteiras de outras situações: grupos irregulares, traficantes de drogas, etc.
Pelas razões que eu enunciei antes, tendo toda essa riqueza natural, esse parque industrial e essa capacidade de produção que a gente tem, quem garante que, no futuro, um conflito até entre terceiros não poderá ter uma repercussão aqui? Esperamos que não, mas a melhor maneira de evitar isso é ter a nossa defesa. Por isso que eu digo: do ponto de vista regional, na América do Sul, cooperação; do ponto de vista global, dissuasão. Sem perder de vista que também tem que ter cooperação, nada é preto e branco.
Essa é a maior preocupação então? É para dissuasão no caso desses eventos de maior envergadura.
É para o caso de algum país querer se aventurar onde não deve.
 Essa preocupação é muito semelhante ao caso da Rússia...
Eu acho que o Brasil e a Rússia têm muitas coisas em comum. Os dois são do BRICS, são países ricos em energia, com população semelhante, extensão territorial. Claro que há duas grandes diferenças: a Rússia tem bomba atômica e nós não temos e a Rússia é membro do Conselho de Segurança da ONU e nós não somos. Eu espero que em breve só haja a primeira diferença, porque bomba atômica nós não queremos ter.
 E quanto ao projeto do submarino nuclear.

É um submarino de "propulsão nuclear". É sempre bom deixar claro. O que é nuclear no submarino não são as armas que ele leva. O que é nuclear é a propulsão. Ele usará energia nuclear como poderia estar usando diesel ou biocombustível.
É um projeto que está caminhando, está avançando. Os primeiros desenhos, as primeiras capacidades já foram mais ou menos adquiridas, na França. O pacote envolve um submarino nuclear mais quatro submarinos convencionais e nós estamos recebendo a primeira parte dos convencionais. Mas quanto ao desenho e ao projeto do submarino nuclear, nós já estamos bastante avançados. Agora, o que diz respeito à geração de energia é totalmente nosso. A França não tem nada a ver com isso, com a parte do propulsor. É 100% nacional.
 Sobre a licitação do avião, não sei se posso perguntar se tem alguma novidade, alguma previsão...
Perguntar não ofende, mas não tenho nenhuma novidade para dizer no momento. No futuro, outros projetos sempre estarão em aberto.
 Se a Rússia tiver alguma chance de entrar, com seus equipamentos, é só num outro projeto... se aparecer?
Já entrou com os helicópteros.
 Sei. Aliás, tem um projeto de outro helicóptero, pela Odebrecht, se não me engano.

Bom, aí eu não sei se era militar ou civil. Isso não foi conversado em detalhe. O que eu posso lhe dizer sobre o que foi conversado em profundidade na visita da presidenta e gerou muito rapidamente uma missão... Em três semanas mais ou menos, nós mandamos o nosso Estado-Maior Conjunto para os rigores do frio russo...
Me contaram que ele pegou vinte graus negativos.
Com relação a essa visita e à visita agora do primeiro-ministro Dmitri Medvedev, existe alguma expectativa de assinatura, de fechamento desses acordos?
Eu acho que a questão da defesa antiaérea começou agora. Acho que haverá um relato, é possível que se mencione algum aspecto, algum detalhe que não tenha ficado claro. Não sei se há intenção de se fazer algum outro memorando. O acordo nós acabamos de assinar. Então, da nossa parte, não há necessariamente o desejo. Mas também não excluo a possibilidade de que, se houver uma proposta, ela será examinada.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

OS RATOS ROERAM A ROUPA DO REI DE ROMA



 charge tirada do Blog  Blog Sujoesquerdopata.blogspot.com



OS RATOS ROERAM A ROUPA DO REI DE ROMA


Laerte Braga


Entender a renúncia de Bento XVI passa por dois aspectos. O primeiro deles, o da Igreja em si, a disputa de poder na podre Cúria Romana. O segundo começa com a eleição de Karol Wojtila, João Paulo II, descarada apropriação da Igreja por grupos terroristas ligados a OPUS DEI e essa, por sua vez, ligada a uma operação da OTAN – ORGANIZAÇÃO DO TRATADO ATLÂNTICO NORTE -, destinada a operações de terrorismo com o objetivo de primeiro proteger a Itália de uma “invasão” soviética e segundo criar um clima de tensão capaz de impedir a vitória dos comunistas italianos em eleições naquele país. O PCI – PARTIDO COMUNISTA ITALIANO – foi sistematicamente derrotado por percentuais mínimos de diferença para a DEMOCRACIA CRISTÃ e reiteradas vezes as eleições foram consideradas fraudulentas.

GLÁDIO era o nome dessa operação e os dados foram reconhecidos pelo primeiro-ministro da Itália Giulio Andreotti, em 24 de outubro de 1990, mesmo depois de denunciada pelo membro da AVANGUARDIA NAZIONALE, Vincenzo Vinciguerra, num processo em 1984.
O Vaticano a partir de João Paulo II foi parte ativa, bem como várias das máfias italianas, nos chamados serviços de inteligência e contra inteligência. O atentado contra uma estação ferroviária em Bolonha, com várias vítimas fatais e atribuídos a grupos de esquerda foi praticado pela GLÁDIO para criar o chamado clima de tensão e favorecer a DEMOCRACIA CRISTÃ nas eleições. Muitas pessoas morreram ali e lógico, muitos católicos.

A velha política sórdida dos norte-americanos e seus aliados europeus e Israel, segundo a qual “os fins justificam os meios”, normal e equivocadamente atribuída aos comunistas.

De lá para cá, com muito mais intensidade do que corria pelos porões da Cúria, porque agora com o aval do papa, a Igreja tomou o rumo que hoje desemboca na renúncia de Bento XVI, um notório papa nazista, que, tanto é vítima da disputa de poder (e dólares e euros lógico) entre os cardeais da Cúria, é também protagonista na tentativa de manter sua influência, elegendo seu sucessor
.
Não há disputa por dogmas ou princípios que em tese norteiam a Igreja Católica e isso é tão claro que o próprio papa já anunciou que, antes de renunciar, nomeia o diretor do Banco do Vaticano, ligado ao semi falido banco SANTANDER. Dona de cassinos, bordéis, imóveis em profusão em Londres, um incalculável patrimônio no pequeno território do Vaticano, a Igreja Católica vive o embate de quem vai controlar todo esse poder no qual o que menos conta é o cidadão de fé católica.

É apenas mais uma das máfias que operam na Itália, mesmo sendo um Estado independente.

Neste momento, com toda a certeza, cardeais da Cúria estão dormindo de luzes acesas, portas trancadas a sete ferrolhos, sabedores que os punhais estão à solta e podem chegar tanto pela frente, como pelas costas, como normalmente, aliás, acontece.

No Brasil, por exemplo, o papa João Paulo II, cruel e perverso, mas com imagem de santo construída pelo poder do espetáculo midiático, deixou de sagrar o arcebispo de Olinda e Recife D. Hélder Câmara cardeal, por força de decisão tomada em Washington, na Europa e pela ditadura brasileira, já operando o esquema o falecido cardeal Eugênio Salles, Rio de Janeiro, um dos mais poderosos mafiosos dentro da Igreja brasileira e mundial.

Como pressões impediram que D. Hélder, de grande prestígio popular, resistente à ditadura e inatacável, deixasse de ganhar também o Nobel da Paz.

Bento XVI não conseguiu superar os adversários dentro da Cúria, enfrentá-los e substituí-los, alguns deles “amigos”, todos fiéis ao lema da máfia “não é nada pessoal, são só negócios”.
O que a mídia vai transformar em show a partir do conclave para eleger o novo papa, o chamado papa governante, nada mais vai ser que uma disputa entre grupos que buscam o controle dos “negócios”, com raríssimas exceções.

O fato é que os ratos roeram a roupa do rei de Roma e a Igreja Católica mergulha num precipício que vem lá de trás e está manchado de sangue do terrorismo, fraudes bancárias, fichas de cassinos, especulação imobiliária e pernas abertas das prostitutas dos bordéis dos quais é acionista.

Todos com direitos aos sacramentos básicos, mas longe do podre poder da Cúria Romana, adereço de operações da OTAN e de grupos financeiros que controlam o mundo capitalista. Isso vem desde a OPERAÇÃO GLÁDIO e traz a chancela do “santo” padre desde João Paulo II.

Apelo de Neusah Cerveira: JUSTIÇA Já!

Nós do Juntos somos fortes corroboramos com as palavras da Neusah Cerveira: JUSTIÇA Já.
Fernanda Tardin 
 
AMIGOS, COMPANHEIROS, BRASILEIROS: ESSA PUBLICAÇÃO DEVE SER COMPARTILHADA EXAUSTIVAMENTE. NÃO SE TRATA DE UM MILITANTE OU DE UM AMIGO PESSOAL FALANDO. TRATA-SE DE UMA AUTORIDADE NO ASSUNTO. SE ACEITARMOS ESSE PRECEDENTE DE "INJUSTIÇA E GOLPISMO" CONTRA ALGUNS, PODEM ESQUECER A DEMOCRACIA. ESTAREMOS ACEITANDO QUE NÃO VIVEMOS MAIS NUMA DEMOCRACIA. O GOLPE INSTITUCIONAL JÁ FOI DESFERIDO PELO STF ONDE SE "ANINHAM" GOLPISTAS EM QUEM, NÓS O "POVO" NÃO VOTAMOS. UMA ATITUDE AUTORITÁRIA SE FOR ACEITA AGORA, VAI GERAR MILHARES DE OUTRAS. NINGUÉM MAIS TERÁ SEGURANÇA NO BRASIL. ESTAREMOS REFÉNS, REPITO, DE MEIA DÚZIA DE GOLPISTAS QUE NÃO NOS REPRESENTAM E NO QUAL SEQUER VOTAMOS. PQ NÃO COLOCAM NA CADEIA OS TORTURADORES CIVIS E MILITARES, OS FINANCIADORES...DO GOLPE DE 64? PQ NÃO JULGAM POR EXEMPLO, QUEM DEU A ORDEM PARA SEQUESTRAR MEU PAI E O RITA NO EXÍLIO, PARA DEPOIS DE BÁRBARAS E MEDIEVAIS TORTURAS ASSASSINÁ-LOS NO BRASI E DESAPARECER COM SEUS CORPOS? ESTÁ TUDO ERRADO! OS QUE NOS LIBERTARAM E AJUDARAM A CONSTRUIR O PAÍS QUE TEMOS HJ, AMEAÇADOS DE CADEIA E OS ALIADOS DA DITADURA EM POSTOS DE COMANDO NOS 3 PODERES E NAS EMPRESAS PRIVADAS E PÚBLICAS. MILITANTES SOCIAS ASSASSINADOS...DEFENSORES DE DIREITOS HUMANOS (COMO EU) AMEAÇADOS DE MORTE, EXPULSOS DE SEUS LOCAIS DE ORIGEM VIVENDO NA SEMI CLANDESTINIDADE! ATÉ QUANDO???? DE QUE VALEU O SANGUE DAQUELES QUE TOMBARAM POR NÓS? OU A JUSTIÇA PREVALECE AGORA OU TEREMOS QUE IR AS RUAS (QUEM TIVER CORAGEM) OUA AO EXÍLIO PARA DERRUBAR OUTRA DITADURA! EU ASSUMO ESSA LUTA COMO DEVER MEU! EU IREI AS RUAS SE FOR NECESSÁRIO PARA DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS DESSES COMPANHEIROS! DRª NEUSAH CERVEIRA (NINA)

Escravas sexuais em Belo Monte? BOTA PRA F..ops Pra REFORMAAAAAAAAA!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Chamamento : Que a VERDADE não seja a da blogueira farsante

REPASSANDO, para livre circulação. DIVULGUEM ! 

 
 
CONCLAMAÇÃO (*)
Ao Movimento de Solidariedade a Cuba em todo o Brasil
Aos Movimentos Sociais do campo e da cidade,
Aos Movimentos Populares e ao Movimento Sindical, e
Aos Partidos Políticos do campo socialista e democrático-popular

Está prevista a chegada ao Brasil, da blogueira nascida em Cuba, Yoani Sánchez. Ela chegará a Recife na madrugada do próximo dia 18 de fevereiro (2.ª feira).
Há uma década, essa sinistra personagem vem sendo anabolizada pelo imperialismo com o objetivo de lhe conceder status de importante personalidade pública mundial.
Trata-se, na verdade, de uma contrarrevolucionária que já amealhou 300.000 euros, nos últimos anos, a título de prêmios pagos pelas agências do imperialismo, por atacar a imagem de Cuba e da Revolução Cubana. É uma aliada do criminoso bloqueio econômico a Cuba, promovido pelos EUA e que já completa mais de cinquenta anos.
Recentemente, foi nomeada vice-presidente da SIP “seção cubana”, com direito a uma remuneração mensal de 6 mil dólares. A SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa) é uma entidade formada pela grande mídia do continente (Estadão, Folha, Globo, Clarin etc.) para defender os interesses imperialistas e os veículos de comunicação que lhes servem.
O roteiro de Yoani Sánchez no Brasil não é conhecido em sua totalidade. Ela programou uma aparição em Vitória da Conquista (BA), depois de desembarcar em Recife, mas uma grande articulação de forças politicas e sociais conseguiu dissuadir a Prefeitura de Vitória da Conquista de lhe dar abrigo. O evento foi então transferido para Feira de Santana, também na Bahia. Até agora, sabe-se apenas que passará por São Paulo.
O promoter oficial da “gira”, pelo Brasil, da blogueira anticubana é um cidadão, chamado Dado Galvão. Informações atualizadas sobre a programação de Yoani Sánchez em nosso país podem ser acessadas no site www.dadogalvão.org.
É preciso que todos e todas estejam atentos em relação às aparições públicas de Yoani Sánchez no território nacional sob a proteção dos grandes veículos de comunicação. Não se trata de uma intelectual que possa aportar alguma ideia importante sobre qualquer tema da conjuntura. E, muito menos, se trata de uma figura ingênua que “só quer liberdade de expressão em Cuba”: É UMA AGENTE DO IMPERIALISMO, UMA APÁTRIDA MERCENÁRIA!
Frente à ação da grande mídia que, certamente, cuidará de dar destaque para a blogueira anticubana, concla mamos os movimentos e partidos políticos a organizarem atos e manifestações públicas em defesa de Cuba, contra o bloqueio econômico e pela libertação dos cinco heróis cubanos presos nos EUA! Importante também, organizar escraches, apitaços, twitaços etc. enquanto ela estiver circulando no Brasil, espalhando suas calúnias e mentiras contra Cuba.

(*) Chamamento aprovado em reunião realizada em Brasília, dia 08.02.2013, pelas seguintes organizações:  Comitê pela Libertação dos 5 ;
 
CDR-I – CUT – MDD - MPA – MPS - CMP – CMS – AMN/MF - UNIPOP BRASIL -  PT – PSB – PCdoB – PDT, dentre outras presentes à reunião.

Domingo é dia de Vitória :Da-lhes Correa

Mailing del Clarin Colombia:

 

El Mandatario, es el gran favorito en los comicios. Rafael Correa vaticina eventual triunfo en primera vuelta de elecciones de Ecuador


El Presidente criticó las contradicciones en las que cae la oposición ecuatoriana / Correa calificó al país como "la Patria de la esperanza"
El candidato a la Presidencia de Ecuador, Rafael Correa, auguró este viernes su eventual triunfo en las elecciones de su país, el próximo 17 de febrero, sin necesidad de balotaje y con el apoyo a la revolución ciudadana de todo el pueblo ecuatoriano. Presidente de Ecuador, Rafael Correa (Foto Archivo). segue: http://www.clarindecolombia.info/noticias/1525-el-mandatario-es-el-gran-favorito-en-los-comicios-rafael-correa-vaticina-eventual-triunfo-en-primera-vuelta-de-elecciones-de-ecuador.html

Enviado por Diana Canalis
ambién se espera que gane la mayoría en la Asamblea Nacional que hoy le es adversa
Medios locales y encuestadoras pronostican que Correa arrasará en comicios del domingo
Foto
El presidente de Ecuador, Rafael Correa, quien busca la relección, ayer en un acto de campaña en la provincia de Los RíosFoto Xinhua
Blanche Petrich
Enviada
Periódico La Jornada
Jueves 14 de febrero de 2013, p. 27
Quito, 13 de febrero. Los medios de comunicación comerciales de Ecuador, abiertamente anticorreistas, y todas las casas encuestradoras autorizadas para hacer los sondeos de las elecciones de este domingo alinearon desde la semana pasada sus pronósticos en una sola dirección: el presidente Rafael Correa superará 50 por ciento más un voto para ser declarado electo en primera vuelta. Y superará a su contrincante más cercano, el banquero Guillermo Lasso, por más de 20 puntos. Además, tiene buenas posibilidades de obtener la mayoría de los 137 escaños en la Asamblea Nacional, con lo que rompería el candado de una legislatura adversa que hasta ahora obstaculizó algunas de las iniciativas que el oficialismo considera estratégicas.
Al reconocer que el candidato del partido Alianza Patria Altiva y Soberana (PAIS) arrasará en su segunda contienda presidencial, a diferencia de su primera victoria en 2006, cuando fue a segunda vuelta –con un proceso de ratificación intermedio en 2009, después de una asamblea constituyente que reformó todas las instituciones políticas– las televisoras, radios y diarios de fuertes grupos dieron un drástico viraje en los pronósticos que sostenían apenas una semana antes, de que Correa, desgastado, sería derrotado por Lasso o, en opinión de algunos, incluso por el coronel Lucio Gutiérrez. Este ex coronel fue derrocado por el movimiento indígena, la llamada revolución forrajida, en 2008. Hoy representa un núcleo duro de populismo de derecha en la región serrana del país.
El síndrome mexicano
Se están curando en salud para evitar el síndrome mexicano, donde las encuestas exageraron tanto el margen de maniobra del candidato ganador Enrique Peña Neto que al final tuvieron que reconocer sus errores, con la consiguiente pérdida de credibilidad, asegura Alexis Ponce, analista de Alianza PAIS, activista de los derechos humanos.
Con este panorama concluye este jueves la intensa campaña en la que contendieron un partido oficialista de centro izquierda que lleva seis años de construcción de lo que llama la revolución ciudadana, dos partidos de izquierda con fuerzas que se desprendieron del correismo y cinco partidos ligados a los grupos oligárquicos.
La cierta victoria de Correa —economista de 50 años que ostenta dos maestrías y un doctorado, que habla kichwa además de inglés y francés y que tiene arraigo en las tres regiones con frecuencia antagónicas de Ecuador: la Costa, donde se ubica Guayaquil, centro financiero; la Sierra con la capital política de Quito y la Amazonía, con un tesoro de riquezas minerales en su subsuelo– es en opinión del periodista Osvaldo Pérez, director del diario público El Telégrafo, lógica. Añade: al delantero del equipo que está metiendo los goles no lo sacas a la mitad del partido.
Cabe este deportivo comentario en una tarde de furor futbolero, en donde los quiteños salen a los cafés al aire libre, a pesar del frío, a mirar en las pantallas públicas el juego de la Copa Libertadores donde un equipo nacional se enfrenta al Barcelona. Pero los goles de los que habla tienen más que ver con la economía y la forma como ha cambiado el panorama social de millones de ecuatorianos. Gallup da cuenta de un índice de popularidad muy poco común para un presidente que repite periodo: entre 78 y 80 por ciento de aprobación. La Comisión Económica para América Latina y El Caribe registra a Ecuador en el sexto lugar de países que mejoraron el comportamiento de su economía (mientras que México figura en el lugar 12).
Goles visibles en la impresionante obra pública y privada que se observa en las ciudades y las carreteras y que detonó muchos sectores productivos, abatiendo como hacía décadas no sucedía, el desempleo.
La deuda externa de un país golpeado por la dolarización que se impuso en los 90 por el famoso feriado bancario y la posterior quiebra de los bancos privados fue reducida por Correa de 16 mil millones de dólares en 2006 a 5 mil millones por un método simple y heterodoxo: declaró ilegítimo el endeudamiento con la banca extranjera y la anuló en 2007.
Más goles
Otros goles del presidente se reflejan directamente en los bolsillos de los sectores más pobres. Una reforma tributaria liberó del pago de impuestos a los asalariados que ganan menos de 25 mil dólares al año y trasladó la carga fiscal a los sectores con ingresos mayores.
Otro dato refiere que en los últimos seis años un millón de ecuatorianos salieron del nivel de pobreza. Un recorrido por los barrios del sur de Quito, a espaldas de la famosa virgen del Panecillo que domina desde sus 3 mil 500 metros de altura todos los altos y cañadas de la capital, traduce graficamente la cifra.
Chillogallo, en las goteras de la ciudad, fue hasta hace no mucho una ciudad perdida habitada por centenares de miles de campesinos, principalmente kichwas, que emigraron de las zonas rurales, invadiendo las laderas de la cordillera. Hoy sus callejuelas que suben y bajan están limpias, las casas humildes no son de cartón, sus niños caminan con zapatos bien abrigados, son pocos los callejones que quedan sin pavimentar. La pobreza de las villas miseria latinoamericanas ya no se ve en este antiguo asentamieno donde aún queda la iglesia donde en 1822 el mariscal José Antonio Sucre se acuarteló antes de lanzar su ofensiva final sobre el Pichincha, para obtener la independencia.
Aquí, cuna de un núcleo duro correista, lucen por centenares las banderas verde-flex, como le dicen al color fosforescente que simboliza a Alianza PAIS. De aquí salrá la concentración caravana con la que Correa cierra campaña, culminándola frente a la sede del partido, en la elegante avenida Amazonas, ya en el norte de la ciudad, situada en lo que fue el corazón bancario quiteño y hoy alberga a la mayor parte de los ministerios y dependencias del Ejecutivo.
La misma impresión causan otros barrios humildes de las afueras; Chilibulo, Mena Dos, Barrio Nuevo, San Juan: limpieza, dignidad en la pobreza, reducidos niveles de inseguridad, niños escolarizados, centros de salud equipados, si bien aun insuficientes. Y un detalle notable: la descarcachización de la vía pública. Gracias al acceso a créditos y facilidades para dar como enganche un auto mayor de 20 años, muchos quiteños han comprado vehículos baratos, nuevos.
Muchos hablan con entusiasmo de otros logros, que en los sectores de la oposición de derecha llaman populismo. Por ejemplo, el bono de desarrollo, especie de Procampo u Oportunidades, que dota de 50 dólares mensuales a personas vulnerables: madres solteras, desempleados, discapacitados, adultos mayores, viudos. Este bono que viene de tiempos del presidente neoliberal ortodoxo Jamil Mahuad se ha triplicado y es más eficiente porque el padrón de beneficiarios se ha depurado y porque se condiciona a los jefes de familia a que inscriban a sus hijos a la escuela y los lleven a dos chequeos de salud al año. Este programa es financiado con una carga que obliga a la banca privada a destinar cada año 40 por ciento de sus utilidades a los bonos.
Otras reformas de la política social se discuten ampliamente en las calles, los mercados y los autobuses y tranvías, aún deficitarios en esta ciudad con una complicada red vial.
Durante los gobiernos neoliberales anteriores, la educación pública sufrió un embate de privatizaciones enorme. Sin controles de calidad proliferaron las universidades patito, aquí llamadas popularmente de garage. Un decreto presidencial les impuso una evaluación y las peor evaluadas fueron clausuradas. Desaparecieron al menos 40, a otras se les impuso un plazo para demostrar mejorías en sus planes docentes y contenidos. Para la gran demanda de estudiantes que no alcancen cupo en las universidades públicas aún escasas –la Central de Ecuador, las Estatales de Guayaquil y Cuenca y algunas politécnicas– las privadas tienen obligación de darles cabida y becarlos.
Ecuador vuelvo a ti
Existe además el programa Ecuador vuelvo a ti que ofreció 53 millones de dólares en becas para estudiantes ecuatorianos emigrados. Y la controvertida y ambiciosa Escuela del Milenio, que opera sólo con maestros que han pasado una estricta evaluación en zonas rurales, en escuelitas pequeñas pero dotadas de tecnología de punta para el aprendizaje. Sus críticos señalan que se ha priorizado la tecnología por encima de los contenidos, pero es apenas un plan en ciernes, con 20 escuelas piloto.
En salud pública hay otros programas, el que ofreció plazas bien pagadas en hospitales públicos a médicos especialistas que habían emigrado con la constante fuga de cerebros del pasado. También se aplicó el modelo de clausurar hospitales privados de mala calidad. Y ante la insuficiencia de hospitales públicos para dar cobertura total, una ley obliga a los privados a atender, incluso operar y tratar casos complejos, a pacientes que son remitidos del sector público. El gobierno paga.
¿Con qué? Con el resultado de otro decreto polémico de Correa, que determinó que 90 por ciento de la renta petrolera y de la minería debía permanecer en el país y las utilidades de las corporaciones extractivas se reduciría a un 10 por ciento. Con esto invirtió la proporción de 90 a 10 que se iba a las cuentas de las empresas.
Estos son algunos de los goles anotados por el delantero en los comicios que se definen dentro de cuatro días y que permite que Felipe Burbano, sociólogo de la oposición, académico de FLACSO y duro crítico de la Revolución Ciudadana pronosticara en una entevista que publica el diario conservador Hoy, el pasado lunes:La elección será un ritual que va a consagrar en el poder a Rafael Correa como una suerte de jefe supremo. Y advierte: El riesgo es que esa fuerza ampliamente mayoritaria se vuelva autoritaria ante los perdedores. Pero ese es un debate mucho más amplio y complejo.


Enviado por Diana Canalis
ambién se espera que gane la mayoría en la Asamblea Nacional que hoy le es adversa
Medios locales y encuestadoras pronostican que Correa arrasará en comicios del domingo
Foto
El presidente de Ecuador, Rafael Correa, quien busca la relección, ayer en un acto de campaña en la provincia de Los RíosFoto Xinhua
Blanche Petrich
Enviada
Periódico La Jornada
Jueves 14 de febrero de 2013, p. 27
Quito, 13 de febrero. Los medios de comunicación comerciales de Ecuador, abiertamente anticorreistas, y todas las casas encuestradoras autorizadas para hacer los sondeos de las elecciones de este domingo alinearon desde la semana pasada sus pronósticos en una sola dirección: el presidente Rafael Correa superará 50 por ciento más un voto para ser declarado electo en primera vuelta. Y superará a su contrincante más cercano, el banquero Guillermo Lasso, por más de 20 puntos. Además, tiene buenas posibilidades de obtener la mayoría de los 137 escaños en la Asamblea Nacional, con lo que rompería el candado de una legislatura adversa que hasta ahora obstaculizó algunas de las iniciativas que el oficialismo considera estratégicas.
Al reconocer que el candidato del partido Alianza Patria Altiva y Soberana (PAIS) arrasará en su segunda contienda presidencial, a diferencia de su primera victoria en 2006, cuando fue a segunda vuelta –con un proceso de ratificación intermedio en 2009, después de una asamblea constituyente que reformó todas las instituciones políticas– las televisoras, radios y diarios de fuertes grupos dieron un drástico viraje en los pronósticos que sostenían apenas una semana antes, de que Correa, desgastado, sería derrotado por Lasso o, en opinión de algunos, incluso por el coronel Lucio Gutiérrez. Este ex coronel fue derrocado por el movimiento indígena, la llamada revolución forrajida, en 2008. Hoy representa un núcleo duro de populismo de derecha en la región serrana del país.
El síndrome mexicano
Se están curando en salud para evitar el síndrome mexicano, donde las encuestas exageraron tanto el margen de maniobra del candidato ganador Enrique Peña Neto que al final tuvieron que reconocer sus errores, con la consiguiente pérdida de credibilidad, asegura Alexis Ponce, analista de Alianza PAIS, activista de los derechos humanos.
Con este panorama concluye este jueves la intensa campaña en la que contendieron un partido oficialista de centro izquierda que lleva seis años de construcción de lo que llama la revolución ciudadana, dos partidos de izquierda con fuerzas que se desprendieron del correismo y cinco partidos ligados a los grupos oligárquicos.
La cierta victoria de Correa —economista de 50 años que ostenta dos maestrías y un doctorado, que habla kichwa además de inglés y francés y que tiene arraigo en las tres regiones con frecuencia antagónicas de Ecuador: la Costa, donde se ubica Guayaquil, centro financiero; la Sierra con la capital política de Quito y la Amazonía, con un tesoro de riquezas minerales en su subsuelo– es en opinión del periodista Osvaldo Pérez, director del diario público El Telégrafo, lógica. Añade: al delantero del equipo que está metiendo los goles no lo sacas a la mitad del partido.
Cabe este deportivo comentario en una tarde de furor futbolero, en donde los quiteños salen a los cafés al aire libre, a pesar del frío, a mirar en las pantallas públicas el juego de la Copa Libertadores donde un equipo nacional se enfrenta al Barcelona. Pero los goles de los que habla tienen más que ver con la economía y la forma como ha cambiado el panorama social de millones de ecuatorianos. Gallup da cuenta de un índice de popularidad muy poco común para un presidente que repite periodo: entre 78 y 80 por ciento de aprobación. La Comisión Económica para América Latina y El Caribe registra a Ecuador en el sexto lugar de países que mejoraron el comportamiento de su economía (mientras que México figura en el lugar 12).
Goles visibles en la impresionante obra pública y privada que se observa en las ciudades y las carreteras y que detonó muchos sectores productivos, abatiendo como hacía décadas no sucedía, el desempleo.
La deuda externa de un país golpeado por la dolarización que se impuso en los 90 por el famoso feriado bancario y la posterior quiebra de los bancos privados fue reducida por Correa de 16 mil millones de dólares en 2006 a 5 mil millones por un método simple y heterodoxo: declaró ilegítimo el endeudamiento con la banca extranjera y la anuló en 2007.
Más goles
Otros goles del presidente se reflejan directamente en los bolsillos de los sectores más pobres. Una reforma tributaria liberó del pago de impuestos a los asalariados que ganan menos de 25 mil dólares al año y trasladó la carga fiscal a los sectores con ingresos mayores.
Otro dato refiere que en los últimos seis años un millón de ecuatorianos salieron del nivel de pobreza. Un recorrido por los barrios del sur de Quito, a espaldas de la famosa virgen del Panecillo que domina desde sus 3 mil 500 metros de altura todos los altos y cañadas de la capital, traduce graficamente la cifra.
Chillogallo, en las goteras de la ciudad, fue hasta hace no mucho una ciudad perdida habitada por centenares de miles de campesinos, principalmente kichwas, que emigraron de las zonas rurales, invadiendo las laderas de la cordillera. Hoy sus callejuelas que suben y bajan están limpias, las casas humildes no son de cartón, sus niños caminan con zapatos bien abrigados, son pocos los callejones que quedan sin pavimentar. La pobreza de las villas miseria latinoamericanas ya no se ve en este antiguo asentamieno donde aún queda la iglesia donde en 1822 el mariscal José Antonio Sucre se acuarteló antes de lanzar su ofensiva final sobre el Pichincha, para obtener la independencia.
Aquí, cuna de un núcleo duro correista, lucen por centenares las banderas verde-flex, como le dicen al color fosforescente que simboliza a Alianza PAIS. De aquí salrá la concentración caravana con la que Correa cierra campaña, culminándola frente a la sede del partido, en la elegante avenida Amazonas, ya en el norte de la ciudad, situada en lo que fue el corazón bancario quiteño y hoy alberga a la mayor parte de los ministerios y dependencias del Ejecutivo.
La misma impresión causan otros barrios humildes de las afueras; Chilibulo, Mena Dos, Barrio Nuevo, San Juan: limpieza, dignidad en la pobreza, reducidos niveles de inseguridad, niños escolarizados, centros de salud equipados, si bien aun insuficientes. Y un detalle notable: la descarcachización de la vía pública. Gracias al acceso a créditos y facilidades para dar como enganche un auto mayor de 20 años, muchos quiteños han comprado vehículos baratos, nuevos.
Muchos hablan con entusiasmo de otros logros, que en los sectores de la oposición de derecha llaman populismo. Por ejemplo, el bono de desarrollo, especie de Procampo u Oportunidades, que dota de 50 dólares mensuales a personas vulnerables: madres solteras, desempleados, discapacitados, adultos mayores, viudos. Este bono que viene de tiempos del presidente neoliberal ortodoxo Jamil Mahuad se ha triplicado y es más eficiente porque el padrón de beneficiarios se ha depurado y porque se condiciona a los jefes de familia a que inscriban a sus hijos a la escuela y los lleven a dos chequeos de salud al año. Este programa es financiado con una carga que obliga a la banca privada a destinar cada año 40 por ciento de sus utilidades a los bonos.
Otras reformas de la política social se discuten ampliamente en las calles, los mercados y los autobuses y tranvías, aún deficitarios en esta ciudad con una complicada red vial.
Durante los gobiernos neoliberales anteriores, la educación pública sufrió un embate de privatizaciones enorme. Sin controles de calidad proliferaron las universidades patito, aquí llamadas popularmente de garage. Un decreto presidencial les impuso una evaluación y las peor evaluadas fueron clausuradas. Desaparecieron al menos 40, a otras se les impuso un plazo para demostrar mejorías en sus planes docentes y contenidos. Para la gran demanda de estudiantes que no alcancen cupo en las universidades públicas aún escasas –la Central de Ecuador, las Estatales de Guayaquil y Cuenca y algunas politécnicas– las privadas tienen obligación de darles cabida y becarlos.
Ecuador vuelvo a ti
Existe además el programa Ecuador vuelvo a ti que ofreció 53 millones de dólares en becas para estudiantes ecuatorianos emigrados. Y la controvertida y ambiciosa Escuela del Milenio, que opera sólo con maestros que han pasado una estricta evaluación en zonas rurales, en escuelitas pequeñas pero dotadas de tecnología de punta para el aprendizaje. Sus críticos señalan que se ha priorizado la tecnología por encima de los contenidos, pero es apenas un plan en ciernes, con 20 escuelas piloto.
En salud pública hay otros programas, el que ofreció plazas bien pagadas en hospitales públicos a médicos especialistas que habían emigrado con la constante fuga de cerebros del pasado. También se aplicó el modelo de clausurar hospitales privados de mala calidad. Y ante la insuficiencia de hospitales públicos para dar cobertura total, una ley obliga a los privados a atender, incluso operar y tratar casos complejos, a pacientes que son remitidos del sector público. El gobierno paga.
¿Con qué? Con el resultado de otro decreto polémico de Correa, que determinó que 90 por ciento de la renta petrolera y de la minería debía permanecer en el país y las utilidades de las corporaciones extractivas se reduciría a un 10 por ciento. Con esto invirtió la proporción de 90 a 10 que se iba a las cuentas de las empresas.
Estos son algunos de los goles anotados por el delantero en los comicios que se definen dentro de cuatro días y que permite que Felipe Burbano, sociólogo de la oposición, académico de FLACSO y duro crítico de la Revolución Ciudadana pronosticara en una entevista que publica el diario conservador Hoy, el pasado lunes:La elección será un ritual que va a consagrar en el poder a Rafael Correa como una suerte de jefe supremo. Y advierte: El riesgo es que esa fuerza ampliamente mayoritaria se vuelva autoritaria ante los perdedores. Pero ese es un debate mucho más amplio y complejo.

Honduras Urgente: A un año de la masacre "Lobo Hernández" Comayagua


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A un año de la masacre perpetuada por la dictadura "Lobo Hernández" en la granja penal de 

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via los Necios:

1.

Tragedia en la Granja Penal de Comayagua: un año después, no hay justicia
Fiscalía aún no ha judicializado el caso del incendio en la granja penal
Tegucigalpa, Honduras
A un año de la tragedia en la granja penal de Comayagua donde murieron quemados 361 reos y una mujer que hacía visita conyugal, no se justifica que el Ministerio Público (MP) no haya judicializado ese caso.
Ana Pineda, ministra de Justicia y Derechos Humanos, reflexionó de esa manera, luego que hoy se cumple un año de ese incendio carcelario en el cual expiraron esos compatriotas, que se convirtió en el siniestro más dantesco de su especie en la historia de Honduras y Latinoamérica. De manera inmediata a los hechos, un equipo de operadores de justicia --que incluía a fiscales-- se apersonó al lugar del siniestro, levantó evidencias, tomó declaraciones de sobrevivientes y autoridades, además recabó pruebas anticipadas, recordó.
Más adelante, la Dirección de Medicina Forense también concluyó el trabajo relacionado con la recopilación de la prueba científica, agregó.
AMIGOS
Misiones de gobiernos amigos ayudaron en la identificación de los cadáveres y determinaron las causas del fallecimiento de las personas, agregó. Por consiguiente –acotó la ministra-- la investigación se inició desde los primeros momentos, pero después de un año, existe un sentimiento entre la sociedad de plazo razonable. “De manera que ya no hay justificación para que el MP no pueda judicializar ese caso, lo que sería una grave omisión”, subrayó la funcionaria.
Los sobrevivientes de la tragedia y los dolientes están a la espera que la Fiscalía cumpla su responsabilidad legal de investigar y presentar nuevos requerimientos ante los tribunales de la República, expresó. “Si no se promueven los requerimientos se enviará un mensaje de una grave negligencia por parte del MP como el ente encargado de la persecución penal pública”, sentenció finalmente.

CIDH: Policías obstaculizaron la labor de los bomberos
Tegucigalpa, Honduras
La llamada de reporte al Cuerpo de Bomberos del incendio en la Granja Penal de Comayagua el 14 de febrero de 2012 no la hicieron autoridades o custodios del reclusorio sino un particular desde una gasolinera y los bomberos tuvieron que esperar para entrar unos 10 minutos hasta que terminó la ráfaga de disparos que se escuchó adentro.

Este es parte del informe de la Relatoría de la CIDH que realizó una serie de entrevistas a quienes estuvieron esa noche en el penal de Comayagua.
Así lo indica el informe de la Relatoría de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos tras una visita a mediados del año anterior en seguimiento a lo ocurrido en el penal y para elaborar un diagnóstico del sistema penitenciario nacional. En relación al sinistro, el informe subraya que en entrevista realizada al subtieniente Jorge Turcios M. del Cuerpo de Bomberos éste manifestó que quien llamó para dar la alarma en el incendio fue un particular que se encontraba en ese momento en una gasolinera cercana al centro penal.
No pasaron ni cinco minutos desde el momento de la llamada, se confirmó la misma y llegaron los bomberos al penal. Una vez allí los bomberos, incluye el informe, no pudieron ingresar debido a la ráfaga de disparos que se escuchaban dentro, los cuales habrían durado aproximadamente 10 minutos por lo que los bomberos tuvieron que esperar fuera del centro penal hasta que la Policía dejó de disparar. Según el relato, luego de los disparos salió un policía a abrir los portones e informó (a los bomberos) que ya no iban a hacer más disparos porque todo estaba controlado.
ASUSTADOS
Al ingresar los bomberos observaron que había mucha gente corriendo de un lado a otro y los propios policías corrían asustados, que nadie sabía qué hacer y nadie asumía la dirección de las acciones. Los bomberos vieron que los mismos presos sacaban gente quemada y que estaban visiblemente enfadados (los reos) porque sabían que no fueron los policías quienes abrieron las puertas de las bartolinas sino un interno que ejercía en el penal las funciones de enfermero y por eso dormía en un sitio aparte.
Delegados del Ministerio Público llegaron al lugar hasta las 2: 00 de la madrugada, según el informe elaborado en base a relatos obtenidos. El ex director de la Penitenciaria Nacional de Comayagua, Wilmer O. López, quien se encontraba en funciones el día del incendio, manifestó a la Relatoría que no tenían planes de contingencias para proceder en caso de incendios y que incluso carecían de radios para comunicarse entre los propios policías penitenciarios.
López explicó además que hubo dos etapas de disparos, una primera de advertencia y una segunda que se efectuó debido a que algunos internos estaban saltando el muro perimetral. Según López, lo que se quería era advertirles a los reos que no saltaran por el muro sino que fueran al puesto de control al frente del centro del penal.
Dijo desconocer por qué los bomberos no ingresaron porque a su juicio no tenían por qué tener miedo y que cuando éstos ingresaron la situación ya estaba controlada en el sentido que los pocos privados de libertad que sobrevieron ya estaban a salvo.

INVESTIGACIONES SERIAS
La Convensión Interamericana subraya que, en atención al mandato contenido en los artículos 8 y 25, los Estados tienen la obligación de conducir investigaciones serias, diligentes e imparciales de los incendios que se produzcan en los centros de privación de libertad que conduzcan a la sanción penal y administartiva de todas aquellas autoridades que tuvieron algún grado de responsabilidad en tales hechos y que conduzcan además a una efectiva reparación de las víctimas.
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Ver Video aquí...
A un año de la masacre perpetuada por la dictadura "Lobo Hernández" en la granja penal de Comayagua, los familiares de las victimas como el pueblo hondureño exige justicia ante la política de exterminio que realizan los gobiernos nacionalistas en Honduras.

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2.
En Honduras no hay justicia y eso le asegura no ir a la cárcel

German H. Reyes R.

Según vicepresidente del Congreso
En Honduras no hay justicia y eso le asegura no ir a la cárcel
Para el vicepresidente del Congreso Nacional, Ramón Velásquez Nazar, en Honduras no hay justicia.
Ante ese contexto el parlamentario demócrata cristiano se muestra seguro de no ir a la cárcel por haber cometido los supuestos delitos de abuso de poder y traición a la patria.
Según él, el sistema de justicia no hará prosperar la denuncia que por abuso de autoridad y traición a la patria fue presentada en el Ministerio Público contra el Presidente de la República, Porfirio Lobo Sosa y los diputados que aprobaron las Redes Especiales de desarrollo (RED), conocidas como ciudades modelo.
Velásquez Nazar votó a favor de la instalación en Honduras de las ciudades modelo.
“Yo no creo que cosas como esas vayan a prosperar, no tengo ninguna inquietud alrededor de ese punto”, expresó con arrogancia el legislador.
A iniciativa del presidente Lobo, en marzo de 2011, el Congreso creó las RED y, con esa determinación, según juristas, Lobo y los congresistas cometieron los delitos de abuso de autoridad y traición a la patria.
La acusación contra los parlamentarios y el presidente del ejecutivo, fue presentada en el Ministerio Público el 11 de septiembre de 2011 por el abogado Antonio Trejo Cabrera, en representación de la Asociación de Abogados Justicia en Acción.
La denuncia argumenta que el decreto de las ciudades modelo vulnera preceptos constitucionales como la soberanía, el territorio y la forma de Gobierno.
Desvirtuando las preguntas de los medios de comunicación relativas a la supuesta la venta del territorio nacional a compañías extranjeras, el parlamentario democratacristiano argumentó:
“Yo le escuché decir a un amigo, - mira yo estoy vendiendo Honduras todos los días-. El anda vendiendo Honduras para que la gente venga a gastar, entonces yo no le veo a eso mayor problema”.
“Aquí no hay justicia, aquí hace mucho tiempo que un embajador de los Estados Unidos dijo que la justicia en Honduras solo mordía el calcañal de los descalzos y no a los que andaban con botas”, prosiguió inexplicablemente.
Asimismo recalcó que en Honduras el clamor de justicia es permanente.
En octubre pasado el decreto que daba vida a las ciudades modelo fue declarado inconstitucional por la Corte Suprema de Justicia (CSJ) resolviendo un recurso presentado por la Asociación de Juristas por el Estado de Derecho.
Ante la inconstitucionalidad de decreto también en su momento se pronunció el ex Fiscal General del Estado, Edmundo Orellana, quien manifestó que las ciudades modelos rompen el esquema de la Constitución.
En su momento indicó que si la CSJ declaraba inconstitucional el decreto que daba vida a las ciudades modelo, “ahí hay un paso para que todos los diputados que votaron por esa ley sean acusados por el delito de traición a la patria”.
Esta declaratoria de inconstitucionalidad de ese decreto sería el principal motivo para que dos meses después el Congreso Nacional destituyera a cuatro de los cinco magistrados que integraban la sala de lo constitucional del Poder Judicial.
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3.
Condena el Papa la división y la hipocresía en la Iglesia católica
Muchos se rasgan las vestiduras ante escándalos; "debemos atravesar el corazón y no los vestidos"

Periódico La Jornada
Jueves 14 de febrero de 2013, p. 25
Ciudad del Vaticano, 13 de febrero. El papa Benedicto XVI condenó este miércoles los males que aquejan a la Iglesia, como la hipocresía y las divisiones internas, en su última homilía de Miércoles de Ceniza, antes de hacer efectiva su renuncia, el próximo 28 de febrero.
En ocasiones la Iglesia se desfigura por las divisiones dentro del cuerpo eclesiástico. Lamentó igualmente la hipocresía religiosa, así como el comportamiento de los que aparentan y las actitudes que buscan ante todo el aplauso y la aprobación, e instó a superar el individualismo y las rivalidades.
El rostro de la Iglesia aparece muchas veces desfigurado. Pienso en particular en los pecados contra la unidad, en las divisiones del cuerpo eclesial, sostuvo Joseph Ratzinger, quien más tarde agregó que está consciente de la gravedad de su decisión de renunciar al papado, pero reiteró que le falta el vigor y la salud necesarios para continuar.
Al referirse al significado de la Cuaresma, el Papa señaló en su homilía la hipocresía religiosa: Esta oración nos hace reflexionar sobre la importancia del testimonio de fe y de vida cristiana de cada uno de nosotros y de nuestras comunidades para manifestar el rostro de la Iglesia y cómo, algunas veces, este rostro es desfigurado. Pienso, en particular, en las culpas contra la unidad de la Iglesia, en las divisiones en el cuerpo eclesial. Vivir la Cuaresma en una comunión eclesial más intensa y evidente, superando individualismos y rivalidades, es un signo humilde y precioso para quienes se han distanciado o quedado indiferentes a la fe.
Expuso: debemos atravesar el corazón y no los vestidos. En efecto, en nuestros días muchos están dispuestos a rasgarse las vestiduras ante escándalos e injusticias, naturalmente, las cometidos por otros, pero pocos parecen dispuestos a actuar sobre su propia conciencia e intenciones, dejando que el Señor transforme, renueve y convierta.
Gracias, ahora regresemos a la oración, dijo Benedicto XVI, de 85 años, poniendo fin a varios minutos de aplausos que claramente lo emocionaron tras sus críticas al clero.

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http://www.resistenciahonduras.net/images/2013/congreso.jpgY es que júbilo y emoción marcaron la audiencia general y en la última gran liturgia oficiada por el Papa saliente en sus primeras apariciones públicas tras el anuncio de su renuncia el lunes y en las que no pudo ocultar los signos de fatiga y cansancio.
¡Viva el Papa!, gritaron no pocos de los peregrinos congregados. Uno de los sacerdotes en el altar, que según la tradición se encuentra sobre la tumba de San Pedro, sacó un pañuelo para secarse las lágrimas.
La misa fue cambiada a la basílica para que más personas pudieran asistir. Cientos esperaron afuera de la iglesia.
El Papa, quien asumió su pontificado en 2005, explicó a los peregrinos de todo el mundo que tomó la decisiónpor el bien de la Iglesia y pidió orar por su sucesor, quien será elegido en un cónclave a mediados de marzo, según se informó hoy.
Resaltó que su dimisión fue decidida con plena libertad por el bien de la Iglesia después de haber rezado largo tiempo y de haber examinado ante Dios mi conciencia, dijo.
El Papa admitió ser profundamente consciente de la gravedad de tal gesto, pero reiteró “no tener ya la capacidad para ejercer el ministerio con el vigor que el mismo requiere.
Sigan rezando por el futuro Papa y por la Iglesia, pidió ante unos 3 mil 500 fieles congregados en la sala Paulo VI del Vaticano para su penúltima audiencia general. Fue la primera vez que Benedicto XVI se refirió alfuturo Papa.
Al término de la larga misa, el cardenal Tarcisio Bertone, número dos del Vaticano y mano derecha de Benedicto XVI, rindió en nombre de la curia un sentido homenaje al primer Papa que renuncia a su ministerio en la era moderna. ¡Gracias por su fuerza, su humildad y el gran coraje demostrado durante su pontificado, le dijo. El amor profundo por la Iglesia lo llevó a ese gesto, agregó.
Durante la tradicional catequesis, el Papa habló de la Cuaresma y de las tentaciones de Jesús durante los 40 días que pasó en el desierto. Como es habitual durante las audiencias semanales, el Papa saludó en varios idiomas y envió en español un particular abrazo a los peregrinos de España, Perú y México, que enarbolaban sus banderas.
Gracias Santidad, se leía en un enorme cartel en italiano.
El miércoles 27, un día antes de su renuncia, el Papa dirá adiós a los fieles en la plaza de San Pedro, donde se espera la presencia de miles de personas. La ceremonia será seguida en directo por medios de comunicación de todo el mundo.
Observadores recalcan que en noviembre pasado, cuando Benedicto XVI designó al último grupo de cardenales, entregó el título a seis nuevos miembros entre los que no había europeos, lo que fue interpretado como su intención de equilibrar el Colegio Cardenalicio, antes dominado por religiosos del viejo continente.
Unos 115 cardenales de menos de 80 años podrán optar a entrar en un cónclave secreto que designará a su sucesor. Cardenales de todo el mundo han comenzado ya consultas informales por teléfono y correo electrónico para construir el perfil del hombre que creen que sería el más adecuado para dirigir la Iglesia en un periodo de continua crisis.
El conservador Benedicto XVI nombró a más de la mitad de los cardenales que elegirán a su sucesor, por lo que es poco probable que el nuevo Papa cambie las posiciones previas como la prohibición contra la anticoncepción artificial o la ordenación de mujeres al sacerdocio.
La posibilidad de que el próximo Papa sea un hombre más joven y quizá no italiano va en aumento, particularmente por los muchos contratiempos causados por los principales ayudantes de Benedicto XVI que son de nacionalidad italiana.
Al Papa se le ha acusado de colocar demasiado poder en las manos de su amigo, el secretario de Estado Tarsicio Bertone, cuyos críticos consideran que debería haber impedido algunos contratiempos papales y equivocaciones burocráticas.
El portavoz vaticano, Federico Lombardi, instó a los fieles a seguir confiando en la Iglesia y en su futuro.Quienes puedan sentirse algo desorientados o sorprendidos por esto, o tengan dificultades para entender la decisión del Santo Padre deberían echar un vistazo al contexto de la fe y a la certeza de que Cristo apoyará a su Iglesia, dijo.
Lombardi indicó que en sus últimos días en el cargo, Benedicto XVI recibiría a los cardenales en una reunión de despedida y tras el 28 de febrero, su anillo, usado para sellar documentos oficiales, será destruido como si hubiera muerto.
Jerarcas católicos de Brasil moderaron la expectativa de que el próximo Papa sea latinoamericano, y llamaron más la atención sobre los desafíos que enfrentará el sucesor de Benedicto XVI. Lo importante no es el origen de aquel que vamos a elegir, dijo a Afp Raymundo Damasceno Assis, uno de los 118 cardenales en el mundo con posibilidades de asumir la jefatura de la Iglesia católica.
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4.
Cuba ratifica compromiso con la CELAC

El canciller cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, afirmó que Cuba favorecerá la integración regional durante la Presidencia Pro Tempore de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC).
Reporta el diario Granma que Rodríguez Parrilla sostuvo este martes un encuentro con el secretario general de la Asociación de Estados del Caribe (AEC), el colombiano Alfonso Múnera Cavadía, de visita en la isla.
Durante las conversaciones, el también miembro del Buró Político del Partido Comunista de Cuba (PCC) destacó que se contribuirá también con los organismos subregionales del continente.
Rodríguez Parrilla destacó que se debe trabajar en pos de esas economías afectadas por el injusto orden internacional existente, y por los países vulnerables a los procesos que ocurren a escala planetaria, como el cambio climático.
Por su parte, el secretario general de la AEC subrayó que no se entiende un Caribe sin Cuba, ni una América Latina sin el Caribe, y consideró a su organización como una extraordinaria plataforma para la cooperación y revitalización, porque une a todos los países del área.
La AEC está conformada por 25 Estados Miembros pertenecientes a la zona del Gran Caribe.
Sus objetivos generales comprenden, entre otros, impulsar la cooperación regional en áreas económicas como el comercio, relaciones económicas externas, transporte, y el turismo sustentable.
Igualmente la prevención y reducción del riesgo de desastres naturales y la preservación y conservación del Mar Caribe.
Cuba es miembro de la AEC desde su fundación el 24 de julio de 1994 en Cartagena de Indias, Colombia.
Durante la firma del Convenio Constitutivo el líder de la Revolución Cubana, Fidel Castro, comparó a la naciente asociación como un pequeño paso de avance, pero muy honroso, hacia la integración de los países de la América Latina y el Caribe.
Luego, en la Primera Cumbre de jefes de Estado y Gobierno de la AEC celebrada en Trinidad y Tobago en 1995, afirmó que se abría un nuevo capítulo de la historia que empezaban a escribir los mismos países del área.
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5.
Rubalcaba reitera a Rajoy que debe renunciar

El secretario general del Partido Socialista Obrero Español (PSOE), Alfredo Pérez Rubalcaba, ha pedido nuevamente en el Parlamento este miércoles la dimisión del presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, por entender que no “está en condiciones” de abordar la crisis política por la que atraviesa España.
Rajoy, visiblemente molesto, le ha emplazado a hacer el mismo ejercicio de transparencia que ha hecho el PP con las cuentas del Partido Socialista para tener “autoridad moral para decir algo”.
“Le pido que dimita porque creo que es lo mejor para España y para los españoles”, le ha espetado Rubalcaba a Rajoy en la sesión de control al Gobierno del Congreso, tras acusarle de romper los consensos sociales y no actuar ante los casos de corrupción que afectan al PP.
El presidente del Gobierno ha respondido a Rubalcaba que haga públicas sus declaraciones de renta y publique las cuentas del PSOE. “Cuando lo haga, a lo mejor tiene autoridad moral para decir algo. Mientras no lo haga no la tiene”, ha concluido.
(Con información de Europa Press)
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